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Brasil será o quarto maior gerador de PIB até 2013

Por Sandro Araújo

De acordo com artigo publicado no Blog do jornal The Economist, dos próximos 10 trilhões de dólares a serem gerados no PIB mundial, os BRICs estarão entre os 6 primeiros colocados. Além do grupo integrado por Brasil, Rússia, Índia e China, completam a lista Estados Unidos e Japão (até recentemente as duas maiores economias do planeta).

Para realizar a análise, o The Economist considerou o PIB mundial dos últimos 12 meses, com dados do FMI, cujo total seria de 65 trilhões de dólares. Nos próximos 28 meses, ou seja, setembro de 2013, este valor será 10 trilhões maior, somando 75 trilhões de dólares.

Daí veio a pergunta: “De onde virão estes 10 trilhões a mais”?

Partindo de projeções do próprio FMI, a China geraria 1,65 trilhões, seguida pelos EUA, com 1,43 trilhões. Em terceiro lugar teríamos a Rússia, com 700 bilhões e em quarto lugar o Brasil, com 461 bilhões.

Apesar de ser atualmente a segunda maior economia do mundo, a China gera maior riqueza adicional pois seu ritmo de crescimento é maior que o dos EUA. O Brasil, atuamente a sétima maior economia, crescerá em ritmo mais acelerado que os seus “rivais”, como a Alemanha, o Reino Unido e a França. A previsão do FMI é que no final de 2013 o Brasil ultrapasse a França e passe a ocupar o posto de sexta maior economia do mundo.

Mais informações podem ser lidas em inglês no sítio da The Economist.

No portal EconomyWatch é possível visualizar dados completos de PIB de todos os países do mundo e as previsões de crescimento, pelo FMI, para os próximos anos.

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Planejamento prevê crescimento menor do PIB e inflação mais alta

Por Daniel Lima e Kelly Oliveira – Agência Brasil

Brasília – O governo reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano de 5% para 4,5% e elevou a estimativa de inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 5% para 5,7%. As novas projeções constam do segundo relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas do governo, divulgado pelo Ministério do Planejamento.

O relatório também mostra que o governo estimou a elevação do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), de 6,28% para 7,01%.O IGP-DI é o balisador dos reajustes de aluguéis e preços públicos controlados, como energia elétrica e telefonia.

Foi mantido o esforço fiscal, divulgado nas avaliações de fevereiro e março, de R$ 50,1 bilhões em relação ao volume total de gastos aprovado pelo Congresso Nacional para 2011.

Os técnicos também reduziram a estimativa para a taxa de câmbio média, que passou de R$ 1,70 para R$ 1,61. A projeção para a evolução da massa salarial passou de 10,96% para 11,71%. O salário mínimo utilizado no cálculo é o vigente, de R$ 545.

O ministério também passou a trabalhar com a hipótese de petróleo mais caro. A estimativa para o preço médio do barril subiu de US$ 98,34 para US$ 103,31.

Para a taxa básica de juros (Selic) média, a projeção passou de 11,58% ao ano para 11,74%.

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Nordeste diminui diferenças em relação ao “próspero sul”

Por Sandro Araújo

Em artigo publicado na edição desta semana, a revista The Economist narra a evolução da região nordeste, enfatizando que “A região mais pobre do país está diminuindo a distância com o próspero sul”.

O texto cita reportagem de 1983 do Jornal do Brasil, que na época cobria a seca que assolava o nordeste do país, na qual nordestinos foram encontrados alimentando-se de ratos e calangos.

Segundo a The Economist, recentemente, o nordeste tem se tornado uma região de destaque no país. A taxa de crescimento do PIB da região subiu em média 4,2% ao ano na década passada, enquanto o país cresceu 3,6%.

O Bolsa Família, programa do Governo Federal, teria sido importante mas, segundo Marcelo Neri, pesquisador da FGV, outras políticas públicas teriam ajudado. De fato, três quartos do crescimento da renda teria ocorrido a partir de 2003, ano da posse de Lula na Presidência.

Este aumento no poder aquisitivo estaria atraindo diversas empresas para a região, como a Kraft Foods, que abriu sua primeira fábrica no nordeste e o Pão de Açúcar, que está ampliando sua rede.

A construção da ferrovia transnordestina, ligando Recife/Porto de Suape a Eliseu Martins, com um braço até Fortaleza/Porto de Pecém é citada como investimento que tende a puxar o desenvolvimento da região.

Segundo a The Economist, o maior risco para a região é a baixa educação: “As grandes empresas estão treinando os trabalhadores que necessitam. Mas o nordeste gasta meos em escolas que a média nacional, e possui professores mais fracos. Para que a próxima geração obtenha benefício do que está sendo construindo agora, as escolas da região precisam de um ‘upgrade‘ também”.

Leia o artigo, em inglês, clicando aqui. (Atualização em 20/05/2011 às 08:58)

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Estimativa do mercado para crescimento da economia em 2012 fica praticamente estável

Kelly Oliveira – Agência Brasil

Brasília – Analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) ajustaram a projeção para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – de 4,21% para 4,20%, em 2012. Para este ano, a estimativa permanece em 4%.

Segundo o boletim Focus, a expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 3,78% para 3,73%, e em 2012 de 4,68% para 4,60%.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 39,20% para 39,26%, em 2011, e de 37,87% para 38%, no próximo ano.

A expectativa para a cotação do dólar ao final de 2011 continua em R$ 1,62. Para o fim de 2012, a projeção permanece em R$ 1,70. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) subiu de US$ 18 bilhões para US$ 19,50 bilhões, neste ano, e permanece em US$ 10 bilhões, em 2012.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa segue em US$ 60 bilhões, em 2011, e em US$ 70 bilhões, no próximo ano.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) permanece em US$ 50 bilhões, neste ano, e em US$ 45 bilhões, em 2012.

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Economistas dizem que país precisa de reforma tributária, regulação adequada e eficiência na educação

Carolina Gonçalves – Agência Brasil

Rio de Janeiro – A redução de distorções de leis e da cobrança de impostos pode aumentar a produtividade no Brasil e garantir um crescimento maior e sustentável da economia. Foi o que defendeu hoje (13) o economista Pedro Cavalcanti Ferreira, da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas, durante o Seminário de Metas da Inflação, promovido pelo Banco Central, no Rio de Janeiro.

Cavalcanti disse que os milagres e desastres do crescimento de um país refletem os milagres e desastres da produtividade dessas nações. Segundo ele, o Brasil coleciona tanto sucessos quanto crises e, hoje, celebra o crescimento econômico, mas com uma produtividade ainda baixa. O economista alertou que, entre os desafios institucionais do país, devem estar priorizadas as reformas e transformações estruturais.

“Uma redução de distorções como regulação para abertura de firma, para contratação de trabalhadores, ou seja, uma simplificação da legislação, a reforma tributária, que o governo está tentando para diminuir a taxação sobre a folha de salário, e talvez um direcionamento do crédito oficial de maneira mais equilibrada, privilegiando menos as grandes empresas e fazendo uma alocação mais por eficiência e por critérios de produtividade do que por critérios de setores importantes”, defendeu.

A educação foi outro fator apontado para a manutenção e incremento do crescimento econômico durante o seminário. Segundo André Portela, da Escola de Economia de São Paulo, da FGV, esse quesito reflete, por exemplo, na qualidade dos trabalhadores. Para Portela, o problema “não é que gastamos pouco com educação, mas é a qualidade do gasto”.

Pelas contas do economista, o gasto público com educação no Brasil chega a 5% do Produto Interno Bruto (PIB), mais do que o que é investido nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que apresentam melhores resultados na área. Mas ele alerta que, nessa conta, é preciso considerar a qualidade do ensino e a evasão escolar que ocorre no Brasil.

“As crianças demoram muito [na evolução escolar] e muitas saem [das escolas] no meio do caminho. As que ficam aprendem muito pouco”, alertou Portela, destacando que a cada 100 crianças que começam no ensino fundamental apenas 20 chegam às universidades.

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PIB do primeiro semestre tem crescimento recorde de 8,9%

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A economia brasileira teve, no primeiro semestre deste ano, um crescimento recorde desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1996. Nos seis primeiros meses do ano, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 8,9% em relação ao primeiro semestre de 2009.
O IBGE diz que parte do crescimento pode ser explicada porque o primeiro semestre do ano passado (base de comparação) teve uma queda recorde de 1,9%. “O recorde foi muito impulsionado pelo crescimento dos investimentos e, pela ótica da produção, pela alta da indústria e da agropecuária”, disse a gerente da Coordenação de Contas Nacionais do instituto, Rebeca Palis.
No semestre, a formação bruta de capital fixo (investimentos) cresceu 26,2%. A indústria e a agropecuária tiveram expansão de 14,2% e 8,6%, respectivamente.
Entre as atividades que tiveram destaque está a construção civil, que teve uma alta de 15,7%, impulsionada por um crescimento nominal do crédito com recursos direcionados, tanto por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a empresas de construção quanto de créditos habitacionais para pessoas físicas.
Outros destaques ficaram com a indústria de transformação (alta de 15,4%), indústria extrativa mineral (13,9%) e comércio (13,5%). As atividades de intermediação financeira e seguros, que chegaram a manter seu crescimento mesmo durante a crise, tiveram alta de 9,4% no semestre.
O IBGE também divulgou um comparativo do PIB do segundo trimestre de 2010 do Brasil com os dos outros países do Bric (grupo integrado pela Rússia, Índia e China, além do Brasil). O crescimento brasileiro de 8,8% no segundo trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado foi igual ao da Índia, inferior ao da China (10,3%) e superior ao da Rússia (5,2%).
Edição: Juliana Andrade

Vitor Abdala - Agência Brasil

Rio de Janeiro – A economia brasileira teve, no primeiro semestre deste ano, um crescimento recorde desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1996. Nos seis primeiros meses do ano, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 8,9% em relação ao primeiro semestre de 2009.

O IBGE diz que parte do crescimento pode ser explicada porque o primeiro semestre do ano passado (base de comparação) teve uma queda recorde de 1,9%. “O recorde foi muito impulsionado pelo crescimento dos investimentos e, pela ótica da produção, pela alta da indústria e da agropecuária”, disse a gerente da Coordenação de Contas Nacionais do instituto, Rebeca Palis.

No semestre, a formação bruta de capital fixo (investimentos) cresceu 26,2%. A indústria e a agropecuária tiveram expansão de 14,2% e 8,6%, respectivamente.

Entre as atividades que tiveram destaque está a construção civil, que teve uma alta de 15,7%, impulsionada por um crescimento nominal do crédito com recursos direcionados, tanto por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a empresas de construção quanto de créditos habitacionais para pessoas físicas.

Outros destaques ficaram com a indústria de transformação (alta de 15,4%), indústria extrativa mineral (13,9%) e comércio (13,5%). As atividades de intermediação financeira e seguros, que chegaram a manter seu crescimento mesmo durante a crise, tiveram alta de 9,4% no semestre.

O IBGE também divulgou um comparativo do PIB do segundo trimestre de 2010 do Brasil com os dos outros países do Bric (grupo integrado pela Rússia, Índia e China, além do Brasil). O crescimento brasileiro de 8,8% no segundo trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado foi igual ao da Índia, inferior ao da China (10,3%) e superior ao da Rússia (5,2%).

Edição: Juliana Andrade

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Brasil ultrapassa Espanha e Canadá e já é 8ª maior economia

Do Diário Digital:

A economia brasileira ultrapassou durante o período de crise o Canadá e a Espanha e passou a ser a oitava maior economia mundial, relegando a Espanha para nona maior economia, diz hoje o jornal espanhol Expansión.

De acordo com o jornal espanhol, comparando o crescimento das dez maiores economias nos períodos entre segundo trimestre de 2006 ao primeiro de 2007 e do segundo trimestre de 2009 ao primeiro de 2010, a Espanha perde a oitava posição para o Brasil e passa a nona maior economia do mundo (comparando apenas o seu Produto Interno Bruto nestes períodos).

A economia brasileira ultrapassa ainda a canadense, que passa a ser a décima maior economia (apesar de integrar oficialmente o G7).

Destaque ainda para a China, que passa a ocupar o segundo lugar no Top Ten das 10 maiores economias, relegando o Japão para terceiro lugar.

No conjunto das dez maiores economias, apenas duas registram um PIB inferior em 2010 ao que haviam registrado no final do primeiro trimestre de 2007, sendo a maior queda a do Reino Unido, seguindo-se então a economia italiana.

Em primeiro lugar continuam os Estados Unidos, com um PIB que é mais de o dobro registrado pela China (segundo) e do Japão (terceiro), sendo inclusive maior que estas duas juntas.

Segue-se Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Brasil, Espanha e Canadá.

Dez maiores economias (PIB em bilhões de dólares):

1 EUA 14,217
2 China 5,220
3 Japão 5,118
4 Alemanha 3,415
5 França 2,666
6 Itália 2,089
7 Reino Unido 2,066
8 Brasil 1,797
9 Espanha 1,464
10 Canadá 1,347

Diário Digital / Lusa

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PIB cresceu 9% ao ano no terceiro trimestre

Hugo Cilo – IstoÉ Dinheiro

Variação Trimestral do PIB

Variação Trimestral do PIB

Na quinta-feira 10, o IBGE divulgará um dado que surpreenderá muita gente: o de que a economia brasileira cresceu a um ritmo de 9% ao ano no terceiro trimestre. O resultado reflete um período atípico de reação da atividade industrial, reposição de estoques e aumento do consumo na sequência de um trimestre contaminado pela crise. Na prática, no entanto, a velocidade com que a economia reagiu entre julho e setembro, com cara de crescimento chinês, sinaliza que o País entrará em 2010 num passo acima do esperado. Várias consultorias já falam em crescimento de 6% para o PIB em 2010 e o governo não esconde o entusiasmo. “Estaremos entre os três países que mais crescem no mundo”, diz o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Os 9% impressionam, especialmente pelo fato de o Brasil estar pouco acostumado a números dessa proporção. “As montadoras e as fabricantes de eletrodomésticos foram surpreendidas pelo incentivo do IPI e tiveram de acelerar fortemente a produção”, diz Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores. “As empresas atingiram velocidade inédita e falar em 6% para 2010 deixou de ser chute”, diz Marcel Solimeo, da Associação Comercial de São Paulo.

Há realmente um ar chinês nas empresas. Nesta semana, a Fiat afirmou que buscará a meta de produzir, sozinha, um milhão de carros no Brasil no ano que vem. “O investimento de R$ 1,8 bilhão em novos produtos nos dará essa possibilidade”, garante o presidente Cledorvino Belini. Nas últimas semanas, a Volkswagen também anunciou R$ 6,2 bilhões no Brasil até 2014, a GM mais de R$ 5 bilhões para o mesmo período e a Ford divulgou R$ 4 bilhões para os próximos quatro anos. “Na pior das hipóteses, o PIB crescerá 4% em 2010 e o setor automotivo 6%, com 3,2 milhões de unidades”, diz o presidente da Volkswagen, Thomas Schmall.

Investimentos em massa e um PIB chinês também não assustam o setor de eletrodomésticos. “Se dependesse do setor de eletrodomésticos, por exemplo, cresceríamos a uma taxa de 20% ao ano”, diz o diretor da Whirlpool, Armando Ennes do Valle Júnior. Em 2010, a fabricante de eletrodoméstico, dona da marca Brastemp, investirá US$ 250 milhões no aumento da capacidade. “Aconteça o que acontecer, nosso setor não crescerá menos de 10%”, completa ele.

Essa mesma confiança tem feito do Brasil um caso raro na economia póscrise. Ao lado de emergentes como China, o País tem atraído o olhar dos investidores estrangeiros. A situação fiscal estável e o bom desempenho interno fizeram dos dois países locais seguros para recursos de fora desde que Dubai entrou em moratória.

A face mais exótica desse PIB trimestral é que, por muito tempo, crescimento econômico era artigo de luxo no Brasil, restrito a poucos momentos da história do País, como a fase do milagre econômico entre as décadas de 60 e 70. Tanto é que, desde então, se tornou uma obsessão entre economistas projetar o PIB potencial da economia. Nos anos FHC, falava-se que 3,5% era o limite para não realimentar a inflação. No início da era Lula, diziam que a falta de infraestrutura ameaçava estrangular o País, caso a economia acelerasse acima de 5%. Nem um nem outro. O fato é que, pela primeira vez em muitos anos, a economia brasileira avança a um ritmo asiático.

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