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Presidente do Bradesco destaca solidez da economia brasileira

Por Sandro Araújo

Enquanto alguns questionam a capacidade do Brasil se impor no cenário mundial, o Presidente do Bradesco faz uma análise “pé no chão” sobre a realidade nacional. Detalhe: o Bradesco é hoje o segundo maior banco privado. E só foi ultrapassado após a fusão Itaú-Unibanco. Luiz Carlos Trabuco dirige um banco que possui penetração em todas as classes sociais e, como poucos, possui “know-how” de classe C (operou o Banco Postal, dos Correios, até 2011). A classe C é a que mais cresce no país. Qual banco surfará na onda desse crescimento?

Abaixo, trecho de entrevista publicada no jornal Correio Braziliense e que pode ser lida aqui (grifos meus).

Os últimos indicadores apontam o Brasil como a sexta maior economia do planeta. Mas o país está longe de ter padrão de vida de Primeiro Mundo. As desigualdades sociais permanecem gritantes. É possível imaginar uma qualidade de vida parecida como a que se vê nos Estados Unidos e na Europa?

A divulgação desse dado veio acompanhada da tese de que nós melhoramos porque os outros pioraram. O engraçado é que, até outro dia, o jargão era o seguinte: “se o mundo pega resfriado, o Brasil pega pneumonia”. Agora, somos o contraponto para o mundo enfrentar a epidemia. Ao contrário dessa provocação, chegamos até aqui por nossas virtudes. Temos uma economia equilibrada e boa blindagem em caso de crise externa. Temos imenso orgulho dessa posição. É claro, há imensos desafios pela frente. Precisamos melhorar o PIB per capita, avançar na educação, na inovação, na produtividade. Mas chegar a essa posição no ranking não é pouca coisa. É o indicativo de que criamos condições para superar o atraso e as injustiças sociais. A elevação da qualidade de vida da população pode ser acompanhada todos os dias. O índice de miséria era de mais de 20% há cerca de 20 anos; hoje está abaixo de 10%. Há um processo evolutivo captado pelas estatísticas. Outra vantagem é que o Brasil é um país que responde a estímulos de forma rápida. As pessoas têm perspectiva de emprego. Vivemos na fronteira do pleno emprego. Nosso maior desafio é chegar ao padrão de vida dos países maduros. As condições estão dadas.

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O complexo de Carolina

Comentário: abaixo, interessante análise sobre a forma pequena na qual a imprensa pátria trata assuntos de orgulho nacional. Se nas décadas 1970/80 éramos o “país do futuro”, hoje somos país do presente. Com ufanismo, éramos àquela época declarados a “Oitava maior economia do planeta”. Hoje somos a sexta! E tem gente que acha isso ruim!

Do Observatório da Imprensa

Por Washington Araújo em 03/01/2012 na edição 675

Não faz tanto tempo assim, mas é fato que a grande imprensa celebrava do nascer ao pôr do sol e madrugada afora o fato de o Brasil ocupar a oitava posição dentre as maiores economias do mundo. Nas últimas semanas de 2011, ficamos sabendo, pela mídia internacional, que nossa posição avançou rumo ao topo: o Brasil já é a sexta maior economia do mundo.

Ultrapassou nada menos que o Reino Unido, aquele antigo império “em que o sol nunca se põe”, e que nunca deixava de estar hasteada, ao longo das 24 horas, a bandeira da Union Jack – da Europa à África, da Ásia à América, passando pelos chamados protetorados no Oriente Médio.

O Reino Unido comandou com mão de ferro a Índia, a África do Sul, Hong Kong… e é bem longa a lista. Apropriou-se da culinária mundial, sem ao menos dar o crédito aos seus verdadeiros donos: quem não consome diariamente a batata inglesa, o chá inglês, a casemira inglesa?

A partir de meados do século passado teve início a derrocada do iImpério: foi obrigado a deixar a Índia com os indianos, em 1947, e a fazer reverências a seu líder maior, o Mahatma Gandhi; nos anos 1990 testemunhou o fim do odioso regime por ele mesmo implantado na África do Sul – o apartheid –, vendo surgir após 27 anos de cadeia o seu líder natural, Nelson Mandela; e, já no finalzinho daquele século, devolveu Hong Kong à China, por força de cláusulas contratuais em tratado firmado pelas duas nações.

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Brasil supera Grã-Bretanha e se torna 6ª maior economia

Comentário: Quando criança e estudante do antigo “primário”, ouvíamos o ufanismo do “Brasil, país do futuro”. Agora, caminhamos firmemente para chegar à elite econômica mundial. É verdade que continuamos com enormes problemas estruturais. É também verdade que em termos per capita, nosso PIB ainda é “vergonhoso”: mas estamos no caminho certo, e as diversas políticas de distribuição de renda fazem hoje com que a desigualdade também esteja reduzindo a ritmo acelerado.

O Brasil deve superar a Grã-Bretanha e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira.

Da BBC Brasil

Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda da Grã-Bretanha no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O Daily Mail, outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que a Grã-Bretanha foi “deposta” pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do Daily Mail, ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no Carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

“O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado”, conclui o artigo intitulado “Esqueça a União Europeia… aqui é onde o futuro realmente está”.

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo Guardian, que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos.

“A única compensação (…) é que a França vai cair em velocidade maior”. De acordo com o jornal, Sarkozy ainda se gaba da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás da tradicional rival Grã-Bretanha.

O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site This is Money intitulada: “Economia britânica deve superar francesa em cinco anos”.

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País tem condições para manter crescimento entre 4,5% e 5,5%, diz governo

O Brasil tem todas as condições materiais e políticas para manter o crescimento na faixa dos 4,5% a 5,5%, sem pressões inflacionárias ou desequilíbrios externos relevantes. A informação está no documento, divulgado hoje (29) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que contém o primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) do governo da presidenta Dilma Rousseff.

Por Daniel Lima, Pedro Peduzzi e Sabrina Craide – Agência Brasil

O governo, no entanto, demonstrou mais uma vez preocupação com a crise da dívida dos Estados Unidos e com os problemas econômicos na zona do euro. Mesmo assim, os técnicos do governo fazem questão de reafirmar que o Brasil está entre os países emergentes dinâmicos do sistema internacional, ao lado da China, Índia e de outras economias que respondem pela maior parte do dinamismo econômico global.

Pelos números do PAC, divulgados pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, o programa continua com bom desempenho. No primeiro semestre de 2011, a execução do programa abrangendo o Orçamento Geral da União Fiscal e Seguridade, estatais e o setor privado chegou a R$ 86,4 bilhões.

Desse total, R$ 35 bilhões correspondem ao financiamento habitacional, R$ 24 bilhões ao executado pelas estatais, R$ 13, 4 bilhões ao setor privado e R$ 9 bilhões ao Orçamento Geral de União Fiscal e Seguridade. Os R$ 3 bilhões restantes se referem ao Programa Minha Casa, Minha Vida.

De acordo como ministra, a execução orçamentária do governo de R$ 10,3 bilhões na segunda fase foi semelhante ao desempenho de 2010, de R$ 10,5 bilhões. Da dotação de R$ 27,5 bilhões, foram empenhados R$ 11,3 bilhões e pagos R$ 10,3 bilhões até o dia 27 de julho.

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CNI eleva projeção de crescimento da economia e não prevê novas altas da taxa Selic

Por Stênio Ribeiro – Agência Brasil

A economia brasileira deve crescer 3,8% este ano, mais do que o aumento da produção industrial, estimado em 3,2%, segundo o Informe Conjuntural que o economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, divulgou hoje (25). As estimativas melhoraram em relação ao informativo de abril (3,5% e 2,8%, respectivamente).

Castelo Branco ressaltou que a perspectiva mais otimista é resultado do crescimento “acima do esperado” no primeiro trimestre, quando a economia avançou 1,3% em relação ao trimestre anterior, diante da estimativa de crescimento de 1%. Mas a elevação do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, perdeu velocidade nos meses seguintes, e a expectativa é que não passe de 1% em cada um dos dois próximos trimestres, de acordo com o economista.

Ele disse que a indústria de transformação vai crescer ainda menos que a projeção para a indústria em geral, apenas 2,6%, por causa da importação crescente de produtos manufaturados e da perda de competitividade dos produtos brasileiros lá fora. Consequência, principalmente, da valorização do real ante o dólar, de mais de 30% nos últimos cinco anos.

Castelo Branco explicou que, além da questão cambial, outros fatores se somam para explicar a queda de ritmo da atividade econômica a partir de segundo trimestre. A começar pelas medidas de restrição ao crédito, pela elevação da taxa básica de juros (Selic), aumento da inadimplência das famílias e das empresas e contenção do ritmo das despesas públicas.

Dentre as projeções da publicação trimestral da CNI, destaque para a melhor relação entre dívida líquida do Setor Público e o PIB, que deve terminar o ano em 39,5% e não mais nos 39,9% estimados em abril. De acordo com o Informe Conjuntural, não haverá mais correções da taxa Selic este ano, ao contrário das expectativas de analistas financeiros, que apostam em mais um ajuste de 0,25 ponto percentual no final de agosto. Castelo Branco disse que “a melhora nas perspectivas de inflação indica fim do ciclo de alta dos juros”, e a Selic deve terminar 2011 nos atuais 12,5% ao ano.

A CNI manteve a expectativa de 6% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador oficial da inflação. Manteve também a projeção de saldo comercial em US$ 20 bilhões, resultado de exportações de US$ 250 bilhões contra importações de US$ 230 bilhões. Piorou, porém, a perspectiva de saldo negativo na conta corrente externa, que era US$ 57 bilhões, e agora passou para US$ 61 bilhões.

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A “aterrissagem tranquila” das economias latinas

Os países latino-americanos, especialmente o Brasil e o México, preparam-se para uma “aterrissagem tranquila” após registrarem anos seguidos de altas taxas de crescimento.

Por Lúcia Müzell – RFI

O jornal econômico Les Echos publica nesta segunda-feira uma reportagem sobre a desaceleração das economias na América Latina, cujo PIB regional deve cair de 6%, índice médio de 2010, para 4,1% neste ano. O superaquecimento e a alta da inflação são os maiores desafios dos sul-americanos, adverte o diário.

A queda, conforme o jornal, é puxada pelo Brasil e o México, “as duas locomotivas da região”: o Brasil deve enfrentar a diminuição de quase metade do seu PIB, de 7,5% para 4%. Enquanto isso, os mexicanos, que têm a economia bastante ligada aos americanos, sofrem com as incertezas enfrentadas pelo poderoso vizinho, além da queda das receitas do petróleo, devem chegar ao final de 2011 com um PIB semelhante ao brasileiro. O desempenho, conforme o Les Echos, é “uma forma de aterrissagem tranquila, com a consolidação da nova classe média e do consumo interno”.

O jornal ainda destaca as vantagens de a América Latina ter ampliado as relações comerciais com a China: graças às parcerias, diversos países da região têm conseguido manter um bom fluxo das exportações de suas matérias-primas. Há dois anos, a China é o primeiro parceiro comercial do Brasil.

Mesmo assim, o fluxo massivo de capitais e a consequente supervalorização do real face ao dólar, no caso brasileiro, preocupam o jornal. Na reportagem, o correspondente do Les Echos no Brasil, Thierry Ogier, reitera os conselhos da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepal) para que os governos da região “tomem cuidado” e “apertem suas políticas orçamentárias enquanto é tempo”.

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PIB da China foi de 9,6% de janeiro a junho em 2011

Os dados publicados hoje (13) pela Administração de Estatísticas da China mostram que, de janeiro a junho deste ano, o PIB da China teve um aumento de 9,6%. Já o IPC (Índice de Preço ao Consumidor) subiu 5,4% em comparação com o mesmo período do ano passado. Em geral, a economia chinesa está crescendo favoravelmente.

Por Florbela Guo – CRI

Nos últimos quatro trimestres, o crescimento do PIB da China tem se mantido entre 9,5% e 10%. Enquanto isso, os outros índices, como investimentos em ativos fixos, volume total de consumo a varejo e valor acrescentado da indústria de grande porte também registraram acréscimos estáveis.

Sheng Laiyun, porta-voz da Administração de Estatísticas, afirmou que a economia chinesa está em transformação, de crescimento rápido estimulado pela política antiga, a crescimento autônomo ordenado.

“Na atualidade e até um certo período no futuro, o crescimento econômico chinês continuará tendo um motor forte e não enfrentará grande risco de desaceleração rápida. No primeiro semestre deste ano, a renda da população urbana continuou subindo, o que ajuda a promover o consumo. Paralelamente, a melhora da seguridade social também contribuiu para o consumo. Alguns índices econômicos registraram uma diminuição pequena no segundo trimestre, atribuição ao controle de iniciativa do governo. Também foi uma reação normal do mercado após o término de parte das políticas irritantes.”

Wang Yuanhong, pesquisador do Departamento de Previsão Econômica do Centro Nacional de Informações da China, considera que é possível prever um crescimento econômico modesto.

“O crescimento do PIB teve uma desaceleração pequena. A economia nacional ainda mantém um crescimento modesto. Graças às políticas de estímulo ao consumo, aos investimentos privados, às indústrias emergentes e ao apoio reforçado às economias regionais de Xinjiang e Tibete, é previsto um crescimento modesto e estável da economia.”

O IPC bateu o recorde em junho, de 6,4%. No entanto, também houve mudanças positivas: redução da alta de preços de produtos não-alimentícios, aumento da safra de verão por oito anos consecutivos, oferta de produtos industriais maior que a procura, etc. Com isso, aumentaram as condições favoráveis para a estabilização de preços.

Sheng Laiyun analisou o principal desafio para a macroeconomia chinesa no segundo semestre:

“Devemos tratar bem as relações entre crescimento econômico, reajuste estrutural e administração de previsão de inflação, criando condições para a transformação do modo de desenvolvimento.”

O pesquisador Wang Yuanhong propôs aumentar a previdência das políticas monetárias.

“Devemos manter a força e a frequência das políticas monetárias, aliás, reforçar a previdência delas. Temos que prever a mudança e a direção da economia nacional no segundo semestre deste ano e no próximo ano para evitar uma rápida diminuição econômica trazida por políticas monetárias e outras políticas.”

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Economia subterrânea movimentou R$ 663,4 bilhões no Brasil no ano passado, segundo a FGV

A economia subterrânea, como é chamada a produção de bens e serviços não informada deliberadamente aos governos, atingiu no Brasil, no ano passado, R$ 663,4 bilhões, o que equivale a 18,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O Índice de Economia Subterrânea foi divulgado hoje (28), em São Paulo, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em conjunto com o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco).

Por Alana Gandra – Agência Brasil

Segundo o professor Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, a atividade subterrânea é parte significativa da economia, mas sua participação no PIB tem caído ao longo dos últimos anos. Em 2003, a participação era de 21% do PIB.

Essa redução é atribuída a dois fatores. Um deles é o aumento da atividade econômica, que reduz as incertezas. “As empresas ficam mais confortáveis em contratar pessoas formalmente, visto que a perspectiva de crescimento elevado não deve mudar no curto prazo”. Outro fator que contribuiu para a redução da participação da economia subterrânea no PIB foi a expansão do crédito.

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CNI aumenta para 3,8% projeção de crescimento econômico este ano

A divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre fez a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisar para cima as estimativas para a economia este ano. Segundo nota divulgada hoje (3), a projeção para o crescimento do PIB, que era 3,5% em abril, aumentou para 3,8%. A expectativa de expansão do PIB industrial subiu de 2,8% para 3,2%.

Por Daniel Lima e Kelly Oliveira – Agência Brasil

Hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas no país, cresceu 1,3% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o trimestre anterior.

A indústria teve expansão de 2,2%, mas o setor extrativo mineral teve retração de 1,5% no período. Já o setor de transformação, destaca a CNI na nota, teve alta de 2,8% e a construção, de 2%.

Pelos dados do PIB, o ritmo de expansão dos investimentos aumentou no primeiro trimestre deste ano e a formação bruta de capital fixo teve expansão de 1,2% ante o último trimestre do ano passado.

A CNI enfatiza que, “em compensação, as medidas de restrição ao crédito reduziram o consumo das famílias, que teve forte queda no primeiro trimestre de 2011, passando de 2,3% no quarto trimestre de 2010 para 0,6% no primeiro de 2011, na comparação com o trimestre anterior”.

Por outro lado, ressalta a confederação, os gastos do governo aumentaram 0,8% nos três primeiros meses do ano em comparação ao último trimestre de 2010, as exportações caíram 3,2% e as importações recuaram 1,6%.

Mesmo com o resultado do PIB do primeiro trimestre, a entidade avalia, com base em indicadores recentes da Sondagem Industrial e do Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), que o ritmo da atividade econômica será menor no segundo semestre.

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PIB cresce 1,3% em relação ao trimestre anterior e chega a R$ 939,6 bilhões

Por Sandro Araújo

O IBGE acaba de divulgar os dados da economia brasileira para o primeiro trimestre de 2011. Comparado ao quarto trimestre de 2010, a alta foi de 1,3%. Destaque para o crescimento da agropecuária, com 3,3% de alta. A indústria cresceu 2,2% e os serviços 1,1%.

Em comparação com o primeiro trimestre de 2010, o crescimento do PIB foi de 4,2% e no acumulado de 12 meses, 6,2%. Em valores correntes, o PIB do primeiro semestre foi de R$ 939,6 bilhões.

Mais informações podem ser obtidas no sítio do IBGE.

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