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	<title>Blog Sandro Araújo &#187; Mercosul</title>
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	<description>Economia, Política, Opinião, Variedades…</description>
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		<title>Na Argentina, Mantega defende mecanismos regionais para conter crise</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 10:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantega defendeu a redução das barreiras comerciais e financeiras entre os países da região Por Marcia Carmo &#8211; BBC Brasil O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu nesta sexta-feira em Buenos Aires a adoção de mecanismos regionais para conter possíveis efeitos da crise internacional na América Latina. &#8220;Precisamos aumentar a integração e fortalecer, neste momento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Mantega defendeu a redução das barreiras comerciais e financeiras entre os países da região</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Marcia Carmo &#8211; BBC Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu nesta sexta-feira em Buenos Aires a adoção de mecanismos regionais para conter possíveis efeitos da crise internacional na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos aumentar a integração e fortalecer, neste momento, as instituições que já estão criadas (para reduzir o impacto da crise)&#8221;, disse Mantega.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, para continuar sendo um dos pólos de desenvolvimento do mundo, as barreiras comerciais e financeiras entre os países da região deverão ser reduzidas.</p>
<p style="text-align: justify;">As declarações de Mantega foram feitas no intervalo de uma reunião de ministros da área econômica e representantes dos bancos centrais da Unasul, que terminou nesta sexta, na capital argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ficou decidido que nós temos que nos preparar para os eventuais agravamentos da crise que possam nos afetar&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;E nos preparar também para uma crise mais longa dos países avançados, aproveitando a situação que existe hoje na América Latina, que é uma situação melhor, onde todos os países crescem mais.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-2301"></span>Sinergia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mantega disse que o Mercosul foi o primeiro passo para integrar os países, mas defendeu uma &#8220;integração maior&#8221;, que seria útil nos momentos de turbulência da economia mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vejo uma grande disposição dos outros países &#8211; como o Chile, Colômbia e Peru &#8211; em se aproximar mais e criar essa sinergia entre nós, de modo que possamos enfrentar o momento atual e transformar isso num desafio para que nós nos firmemos como economia latino-americana forte&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, foram discutidos mecanismos de defesa que podem ser &#8220;incrementados&#8221;, caso necessário. &#8220;Por exemplo, o FLAR, que é uma instituição que já está criada, que já tem as suas regras. Mas temos que discutir as condições (para que o Brasil a integre).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O FLAR é Fundo Latino-americano de Reservas, criado em 1978, e integrado, atualmente, pela Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">A instituição funciona como reserva conjunta que pode ser usada nos momentos de crise. O Brasil, informou o ministro, poderia entrar com US$ 500 milhões, em parcelas, neste fundo. Para isso, disse, o Executivo brasileiro deveria primeiro enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Mantega também citou o mecanismo do Banco de Desenvolvimento da América Latina, criado em 1970, para financiar o setor regional de investimentos. &#8220;A região carece de financiamentos para isso. Não tanto o Brasil porque temos mecanismos próprios, mas os países cresceriam mais com financiamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8216;BID desvirtuado&#8217;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ministro disse ainda que existem outros mecanismos em andamento, como o Banco do Sul, que ainda depende de aprovação dos congressos dos países da região. O ministro afirmou ainda que também foi discutido o papel do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para a América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O BID deveria ser controlado pelos latino-americanos. Mas ele foi desvirtuado ao longo do tempo&#8221;, disse Mantega.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro afirmou que, embora a instituição tenha uma presidência latino-americana, ela é controlada mais pelos americanos e até outros países avançados do que pela América Latina.</p>
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		<title>Argentina não cumpre acordo para liberar cargas brasileiras em menos de 60 dias</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 12:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de um mês após o encontro da ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, pouca coisa mudou nas fronteiras do parceiro de Mercosul em relação aos exportadores brasileiros. Na época, foi firmado um compromisso de respeito ao prazo máximo de 60 dias para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Mais de um mês após o encontro da ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, pouca coisa mudou nas fronteiras do parceiro de Mercosul em relação aos exportadores brasileiros. Na época, foi firmado um compromisso de respeito ao prazo máximo de 60 dias para liberação de produtos importados, como recomenda a Organização Mundial do Comércio (OMC).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Luciene Cruz &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, segundo exportadores nacionais, a relação comercial com os vizinhos do Sul permanece difícil e os produtos brasileiros continuam sendo retidos pela burocracia argentina por períodos superiores aos aceitos pela OMC. Segundo resposta oficial enviada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), “não houve nenhuma mudança na relação comercial dos dois países. Tudo continua muito crítico”.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo ocorre no segmento de calçados. O diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, confirma que o acordo não está sido cumprido. “O acordo não aconteceu. As mercadorias continuam presas. Temos produtos esperando liberação desde março”, reclamou.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2050"></span>Para ele, o governo brasileiro errou ao “afrouxar” na questão das licenças não automáticas de importação. “Precisamos aplicar a mesma medida. Infelizmente, essa é a única linguagem que eles entendem. Continuamos prejudicados com o não cumprimento de prazos”.</p>
<p style="text-align: justify;">O acordo foi firmado no dia 2 de junho, após um período de tensão nas relações comerciais entre os dois países, quando o Brasil decidiu retirar os automóveis da lista de produtos com licenças automáticas de importação. Mesmo sendo defendida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) como medida cautelar para evitar o desequilíbrio da balança comercial, a iniciativa foi interpretada como retaliação pelo governo argentino às barreiras impostas aos produtos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, os representantes do setor industrial dos dois países fixaram uma espécie de ato de boa vontade, prometendo flexibilizar as exigências de cada país para “melhorar a relação bilateral” e dar mais agilidade no cumprimento dos prazos estabelecidos pela OMC. Em nota conjunta, os ministros manisfestam “disposição de facilitar os trâmites para obtenção e aprovação das licenças de importação, bem como liberação dos produtos que se encontram atualmente na fronteiras dos dois países”. Na época, também ficou estabelecida a rotina de encontros mensais entre representantes dos dois governos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto Castro, o impasse está longe de ser solucionado. “Nada foi formalizado oficialmente, não teve nada escrito. O assunto não está resolvido, não se tem falado mais nada, mas existe muito interesse político”, comentou. Segundo Castro, nessa “guerra comercial” o Brasil será sempre prejudicado. “Infelizmente, a Argentina acha que o Brasil tem sempre que atendê-la e isso tem acontecido. É como se existisse a ameaça velada de que, quando o Brasil deixa de vender à Argentina, a China está ocupando esse lugar&#8221;.</p>
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		<title>Uruguai se esforça para reduzir dependência do Mercosul</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renata Giraldi &#8211; Agência Brasil Com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, o Uruguai registra um dos melhores índices de qualidade de vida da América do Sul. Pelo menos 97% da população são alfabetizados e a média de vida é superior a 76 anos. Ao assumir o governo em março de 2010, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Renata Giraldi &#8211; <a title="Uruguai se esforça para reduzir dependência do Mercosul" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-05-30/uruguai-se-esforca-para-reduzir-dependencia-do-mercosul" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, o Uruguai registra um dos melhores índices de qualidade de vida da América do Sul. Pelo menos 97% da população são alfabetizados e a média de vida é superior a 76 anos. Ao assumir o governo em março de 2010, o presidente uruguaio, José Pepe Mujica, lançou planos de combate à pobreza e ao desemprego. Também estimula para que a economia uruguaia se diversifique, reduzindo a dependência do Brasil e da Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade uruguaia luta para vencer o desemprego e manter a economia menos vulnerável às flutuações  nos preços das <em>commodities</em> (produtos básicos com cotação internacional), uma vez que o país depende do comércio em especial das exportações agrícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esforços têm surtido efeito, com a redução do desemprego desde 2008. Nos últimos anos, o Uruguai passou a estimular as pesquisas e o desenvolvimento, o uso comercial de tecnologias e está em primeiro lugar na exportação de <em>software</em> (programa de computador) da América Latina. Paralelamente, o governo Mujica tenta saldar o pagamento da dívida externa do Uruguai.</p>
<p style="text-align: justify;">A agricultura ainda é a base da identidade econômica do Uruguai. Somente esse setor é responsável por cerca de 11% do Produto Interno Bruto (<acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>), o que coloca o país entre grandes exportadores agrícolas, como o Brasil, o Canadá e a Nova Zelândia.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F05%2Furuguai-se-esforca-para-reduzir-dependencia-do-mercosul%2F&amp;title=Uruguai%20se%20esfor%C3%A7a%20para%20reduzir%20depend%C3%AAncia%20do%20Mercosul" id="wpa2a_6"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dilma vai ao Uruguai visando reforçar integração regional</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 10:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente do Brasil Dilma Rousseff embarca nesta segunda-feira para o Uruguai. A visita de trabalho de apenas 5 horas visa impulsionar obras de integração e a cooperação cientifica entre os dois países. Na reunião com o presidente uruguaio José Mojica, em Montevidéu, vários acordos bilaterais serão assinados. Da RFI A visita de Dilma Rousseff [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A presidente do Brasil Dilma Rousseff embarca nesta segunda-feira para o Uruguai. A visita de trabalho de apenas 5 horas visa impulsionar obras de integração e a cooperação cientifica entre os dois países. Na reunião com o presidente uruguaio José Mojica, em Montevidéu, vários acordos bilaterais serão assinados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a title="Dilma vai ao Uruguai visando reforçar integração regional " href="http://www.portugues.rfi.fr/americas/20110529-dilma-vai-ao-uruguai-visando-reforcar-integracao-regional" target="_blank">RFI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">A visita de Dilma Rousseff ao Uruguai é a terceira viagem oficial da presidente ao exterior desde que assumiu o poder. Ela estará acompanhada por uma delegação composta por oito ministros. Dilma chega a Montevidéu no final da manhã desta segunda-feira e será recebida no aeroporto pelo presidente uruguaio José Mojica. Em seguida, ela visita o Laboratório Tecnológico do Uruguai para conhecer o centro de desenvolvimento de conteúdos e o laboratório de TV digital, baseado no sistema brasileiro-japonês.</p>
<p style="text-align: justify;">A reunião de trabalho com o presidente José Mojica acontece no Palácio Santos, antes de um almoço oferecido pela presidência uruguaia a Dilma. Na pauta das discussões, várias obras de infraestrutura para reforçar a integração entre o Brasil e Uruguai por estrada, ferrovia e hidrovia que podem ampliar o comércio entre os dois países.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos acordos de cooperação científica e tecnológica serão assinados entre os dois presidentes. Eles visam entre outras coisas, o ensino do português aos policias de fronteiras uruguaios ou o desenvolvimento de programas de informática para melhorar o censo da população. Segundo a embaixada brasileira em Montevidéu, a viagem da presidente brasileira dará continuidade a agenda bilateral em andamento de dois países que têm uma fronteira em comum que não é um marco divisório, mas um traço de união.</p>
<p style="text-align: justify;">Dilma Rousseff volta para Brasília no final da tarde, após cinco horas de visita a Montevidéu.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F05%2Fdilma-vai-ao-uruguai-visando-reforcar-integracao-regional%2F&amp;title=Dilma%20vai%20ao%20Uruguai%20visando%20refor%C3%A7ar%20integra%C3%A7%C3%A3o%20regional" id="wpa2a_8"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil na vida cotidiana argentina</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 02:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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		<description><![CDATA[É o principal destino das exportações e a primeira origem das importações; 82% dos automóveis argentinos vai para lá; a chegada de turistas brasileiros duplicou em 2010; ocupa o quarto lugar como investidor externo e suas empresas dominam em carne, cimento e sapatos. Por Emilia Subiza &#8211; La Nacion &#8211; Tradução por Sandro Araújo Denomina-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>É o principal destino das exportações e a primeira origem das importações; 82% dos automóveis argentinos vai para lá; a chegada de turistas brasileiros duplicou em 2010; ocupa o quarto lugar como investidor externo e suas empresas dominam em carne, cimento e sapatos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Emilia Subiza &#8211; <a title="Brasil, en la vida cotidiana argentina" href="http://www.lanacion.com.ar/1375073-brasil-en-la-vida-cotidiana-argentina" target="_blank">La Nacion</a> &#8211; Tradução por Sandro Araújo</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1364" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a href="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/05/EngrenagemReal.jpg"><img class="size-full wp-image-1364" title="EngrenagemReal" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/05/EngrenagemReal.jpg" alt="" width="288" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Arte: La Nación</p></div>
<p style="text-align: justify;">Denomina-se &#8220;engrenagem&#8221; o mecanismo utilizado para transmitir potência de um componente a outro dentro de uma máquina. Praticamente assim funciona dentro do contexto econômico do Mercosul a relação bilateral do Brasil com a Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde as variáveis macroeconômicas e também desde o consumo, o Brasil se faz cada vez mais relevante para a Argentina. Para lá se destinam 21% de todas as exportações, sendo 42% das industriais e se concentra 31% de nossas compras no exterior. O aumento de seu capital ganha cada vez mais relevância; já ocupa o quarto lugar em importância em todos os investidores externos que chegam ao país. O aumento de seus turistas, que duplicou no ano passado, representa um <em>boom</em> em hotéis, restaurantes, comércio e transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Brasil é a oitava economia do mundo, está no caminho para ser a sétima e superar a Itália em breve. Não há parte significativa na indústria e serviços da Argentina em que não tenha participação. A relação bilateral se fez muito mais estreita que na década anterior&#8221;, diz o economista da <em>Fundación Standard Bank</em>, Raúl Ochoa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1363"></span>A intensidade da relação não é a mesma em ambos os sentidos. Ochoa adverte que o Brasil está muito mais presente na Argentina, mas não ocorre o mesmo com a presença argentina no Brasil, sem contar a diferença de tamanho. Para eles, nosso país é o terceiro destino em importância tanto de suas exportações como de suas importações, com uma participação muito menor: 9,2% e 8%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão brasileira de aplicar licenças não-automáticas (LNA) para a importação de certos produtos anunciada há dez dias e que afeta particularmente a indústria automotiva argentina, que destina para lá mais de 80% de suas exportações, somou um novo capítulo de tensão à relação bilateral. Nas semanas anteriores, o governo de Dilma Rousseff havia se queixado ante as autoridades argentinas pela demora de mais de 60 dias &#8211; prazo estabelecido pela Organização Mundial de Comércio &#8211; para autorizar o ingresso de produtos brasileiros que desde fevereiro entraram no sistema de LNA.</p>
<p style="text-align: justify;">A onipresença do Brasil também se sente nas gôndolas alvicelestes, seja por importação de produtos ou pela fabricação local graças ao seu investimento estrangeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 70% dos hambúrgueres que se comem na Argentina têm sua origem em capitais brasileiros, de acordo com a consultora de mercado CCR. Fabián Uranga, analista, conta que a Quickfood, que processa as tradicionais Paty (propriedade da brasileira Marfrig), é lider de mercado com 60% de participação, ao que se soma a porção de Swift (adquirida pela JBS-Friboi).</p>
<p style="text-align: justify;">Marcas de calçados como Topper, Alpargatas e Flecha também respondem ao investimento de nossos vizinhos. A <em>holding </em>Camargo Correa controla hoje a Alpargatas, que produz estas três marcas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os brasileiros fizeram grandes investimentos no mercado calçadista nos últimos quatro anos. Cerca de 35% do calçado desportivo que se consome é feito no país, e 30% com capitais brasileiros&#8221;, conta o presidente da <em>Cámara Industrial del Calzado</em> (CIC), Alberto Sellaro.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as operações, menciona que a firma Vulcabrás adquiriu em 2007 uma planta na localidade bonaerense de Coronel Suáres, onde atualmente trabalham 4.300 empregados e produzem diariamente 10.000 pares de sapatos com as marcas Reebok e Olimpikus. Enquanto isto, a Paquetá radicou-se em Chivilcoy e é o principal fabricante de Adidas. Trabalham 12.000 empregados e fazem 8.000 pares de calçados por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de calçados esportivos, sandálias são outro dos fortes do Brasil. Mal se concretizou o anúncio de produção local das mundialmente conhecidas Havaianas, o presidente da CIC calcula que no ano passado foram importados 1,3 milhões de pares. A marca que já começou a produzir em Coronel Suáres é Grendha.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase metade do cimento que se consome na Argentina também tem raízes brasileiras. É o principal negócio de Camargo Correa, que aqui controla a <em>Loma Negra</em>. A aquisição da empresa argentina foi o primeiro passo na internacionalização do grupo. Juan Roza, gerente de Assuntos Corporativos, conta que a empresa tem nove plantas e emprega quase 2.000 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em eletrodomésticos, a presença do Brasil está em retrocesso graças à política de licenças de importação aplicada pelo governo argentino. No revendedor <em>Frávega</em> contaram que a quantidade de produtos brasileiros nos segmentos de lavadouras de roupas, cozinha e geladeiras caiu de 40% para 20% nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Este ano não entrou nada brasileiro porque não se autorizaram as importações. O que resta é o estoque, que está acabando. Não faltam produtos mas sim variedade e alta qualidade, como as geladeiras de duas portas&#8221;, comenta uma fonte da empresa. A famosa batedora Minipimer, muito utilizada pelas mães argentinas com filhos pequenos, está desaparecida das gôndolas. É fabricada no Brasil pela Braun e apesar de uma empresa argentina ter começado a desenvolver uma versão local, ainda não está disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Maurício Claverí, analista da consultoria Abeceb.com, destaca que os investimentos do Brasil na Argentina cresceram fortemente, sobretudo na área industrial. &#8220;A Argentina é um mercado muito relevante para o Brasil pois é o primeiro passo para a internacionalização de suas empresas e para ganhar competitividade. A Argentina é o maior mercado dentro de sua área de influência&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na siderurgia, a Sipar Gerdau, cuja planta está em Pérez, próxima de Rosário, produz anualmente 260.000 toneladas de laminados entre barras, bobinas, rolos, fios e pregos, entre outros. O Grupo Gerdau é o 14º maior produtor de aço do mundo e seu presidente, Jorge Gerdau, ocupa agora um cargo no gabinete de Dilma Rousseff.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 755 caixas automáticos na Argentina pertencem a bancos de capitais brasileiros, enquanto o maior banco da Argentina, o <em>Banco Nación</em>, tem 944. Em 2010 o Banco do Brasil selou um acordo para compra de 51% das ações do <em>Banco Patagonia</em>, em uma operação de 479 milhões de dólares que foi concretizada dias atrás. O Banco Itaú, seu competidor, chegou já faz mais de uma década.</p>
<p style="text-align: justify;">Em energia também há presença do Brasil, ainda que tenha reduzido depois que Petrobrás cedeu 346 postos e uma refinaria à Oil, do empresário Cristóbal López. Segundo dados do mercado, na Argentina existem 4.400 postos de combustível e o domínio da Petrobrás agora é de pouco mais de 5 porcento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O <em>boom</em> turístico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A invasão de turistas é um fenômeno facilmente observável na rua Florida, nos shoppings e nas caras churrascarias de <em>Puerto Madero</em>, onde vão desfrutar da tradicional picanha. A partir do próximo mês também nos centros de neve, especialmente <em>Bariloche</em>, que já foi batizado &#8220;Brasiloche&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010 chegaram à Argentina 2,6 milhões de turistas. Destes, 863.492 foram brasileiros, mais que o dobro de 2009, de acordo com dados da Indec.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Explodiu a demanda de turistas. Cerca de 70% da ocupação dos vôos da TAM são brasileiros que vêm à Argentina e os demais 30% são argentinos que vão ao Brasil&#8221;, disse Francisco Chiari, gerente geral da TAM Linhas Aéreas na Argentina. A empresa tem 18 vôos diários ao Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Chiari conta que há dois anos foi alcançado o limite de frequências autorizadas entre ambos países, segundo um acordo bilateral de seus governos. Como o pedido de elevar a quantidade de vôos ainda não prosperou, a TAM mudou seus aviões para estas rotas de A320 para A330, aumentando assim sua capacidade de transporte de 150 para 224 passageiros por viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O economista da <em>Fundación Standard Bank</em> opina: &#8220;Há um fenômeno relativamente novo, que é a enorme quantidade de turistas brasileiros que vêm e que têm um impacto muito forte na economia&#8221;. E cita como evidência cifras da Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo os quais o Brasil mantém um déficit em sua balança de serviços de 30 bilhões de dólares, apesar de que para a Argentina seja de apenas 100 milhões. &#8220;É pelo importante aporte dos turistas do Brasil, que representa praticamente a metade do gasto turístico na Argentina&#8221;, complementa.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F05%2Fo-brasil-na-vida-cotidiana-argentina%2F&amp;title=O%20Brasil%20na%20vida%20cotidiana%20argentina" id="wpa2a_10"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil: Sócio, patrão ou rival?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 12:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raúl Rivera – Tradução por Sandro Araújo Nos últimos anos tem sido instalada com força a idéia de que o Brasil está chamado a converter-se na potência hegemônica na América do Sul. Com quase 200 milhões de habitantes, um território similar em tamanho ao estadunidense e ao chinês e uma economia de 2 trilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por <a title="Raúl Rivera" href="http://www.raulrivera.cl/" target="_blank">Raúl Rivera</a> – Tradução por <a title="Blog Sandro Araújo" href="http://www.araujosam.net/" target="_blank">Sandro Araújo</a></em></p>
<div id="attachment_838" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/05/RaulRivera.jpg"><img class="size-full wp-image-838" title="Raúl Rivera" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/05/RaulRivera.jpg" alt="" width="200" height="237" /></a><p class="wp-caption-text">Raúl Rivera - Chileno, empreendedor social e autor do livro Nuestra Hora</p></div>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos tem sido instalada com força a idéia de que o Brasil está chamado a converter-se na potência hegemônica na América do Sul. Com quase 200 milhões de habitantes, um território similar em tamanho ao estadunidense e ao chinês e uma economia de 2 trilhões de dólares (PPP), este membro do BRIC, candidato a representar a nossa região no Conselho de Segurança da <acronym title='Organização das Nações Unidas'>ONU</acronym>, sede da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, claramente se perfilha como uma nova potência mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que esta visão do Brasil seja novidade para muitos na América Latina, não o é para os historiadores, os especialistas em geopolítica e nem menos para seus próprios líderes. O Brasil já era uma potência imperial na época em que o resto da região lutava para deixar de ser colônia européia. Entre 1808 e 1821 se regeram a partir do Brasil os destinos de um império global que abarcava Portugal, vários territórios africanos (Angola e Moçambique) e asiáticos (Macau), incluindo alguns trechos da Índia. Quando o rei português João VI abandonou o país, o Brasil ratificou sua vocação imperial nomeando imperador a seu filho Pedro I e logo ao filho deste, Pedro II, que ocupou o trono até que os militares o derrubassem faz pouco mais de um século, proclamando a república.</p>
<p style="text-align: justify;">O forte aumento do poderio militar brasileiro durante a última década é consistente com esta vocação hegemônica: somente em 2008, Lula aumentou o gasto militar em 60% e o país espera contar com (pelo menos) três submarinos nucleares em meados desta década. Logo o Brasil contará com a capacidade de derrotar ao primeiro golpe &#8211; ou ao menos intimidar decisivamente &#8211; a qualquer possível rival regional. Seu principal rival histórico, a Argentina, hoje economicamente ilhada sob o abraço sufocante do Mercosul, não representa uma ameaça, já que está muito debilitada no plano militar. O Paraguai e o Uruguai, dois países pequenos, também estão inseridos na órbita brasileira. Associada ao Brasil para explorar suas reservas de gás, a Bolívia compartilha com seu novo sócio estratégico um interesse na saída para o Pacífico.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta vocação hegemônica do Brasil, inteiramente compreensível e respeitável a partir de sua própria ótica e tradição histórica, resulta no entanto algo problemática para o resto dos países sul-americanos, já que requer dos mesmos um alto grau de submissão à vontade de Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">Então? Os presidentes do Chile, Peru e Colômbia manifestaram recentemente em Mar del Plata sua vontade de avançar para uma maior integração de seus três países. Estes já representam um mercado sub-regional de mais de 100 milhões de consumidores e quase um trilhão de dólares de <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> (PPP), unidos por Tratados de Livre Comércio entre eles e com a União Européia e os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym>. Este parece ser o caminho mais pragmático e prometedor para uma integração regional mais ampla, com estes três países como &#8220;núcleo duro&#8221;, análogo ao papel que Alemanha e França desempenharam no processo de construção européia. Um processo assim, firmemente ancorado nos princípios de uma economia de mercado aberta ao mundo, torna possível que os demais países latino-americanos possam ir se somando gradualmente, à medida que assumem este modelo como próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">O México, integrado comercialmente com estes três países mediante tratados bilaterais de livre comércio já está dando claros sinais de querer se somar ao grupo. E não é o único país a fazê-lo. De uma só tacada, ele duplicaria o tamanho deste novo mercado sub-regional, tornando-o maior e mais aberto ao mundo que o brasileiro, cujas tendências protecionistas são já bastante conhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil deve estar seguindo estes movimentos com grande interesse. Tem ao menos três opções: a primeira é perseverar em seu projeto hegemônico à margem do que fazem os outros. A segunda é perseverar e se opor ao processo, resignar-se e tolerar o inevitável. Por último, está somar-se ao grupo. Minha aposta? A justificada confiança do Brasil em suas habilidades diplomáticas o levará a optar pela terceira opção, na esperança de controlar do lado de dentro a evolução do processo integracionista.</p>
<p style="text-align: justify;">A ocorrer, uma nova era de crescente prosperidade se abrirá na região. Recorde: você leu aqui primeiro.</p>
<h5 style="text-align: justify;">O artigo foi originalmente publicado na <a title="Brasil: ¿socio, patrón o rival?" href="http://www.americaeconomia.com/revista/brasil-socio-patron-o-rival" target="_blank">América Economía</a> e a tradução e publicação neste Blog foram autorizadas diretamente pelo autor.</h5>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F05%2Fbrasil-socio-patrao-ou-rival%2F&amp;title=Brasil%3A%20S%C3%B3cio%2C%20patr%C3%A3o%20ou%20rival%3F" id="wpa2a_12"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Senado aprova adesão da Venezuela ao Mercosul</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2009/12/senado-aprova-adesao-da-venezuela-ao-mercosul/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciana Lima &#8211; Agência Brasil Brasília &#8211; Por 35 votos a favor e 27 votos contrários, o Senado aprovou hoje (15) o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul. A questão provocou uma disputa entre a oposição e a base governista. Os oposicionistas não admitiam a entrada de um país sob &#8220;um regime autoritário&#8221; comandado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Luciana Lima &#8211; </em><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank"><em>Agência Brasil</em></a></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; Por 35 votos a favor e 27 votos contrários, o Senado aprovou hoje (15) o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul. A questão provocou uma disputa entre a oposição e a base governista. Os oposicionistas não admitiam a entrada de um país sob &#8220;um regime autoritário&#8221; comandado pelo presidente Hugo Chávez. Já os governistas destacaram a necessidade do intercâmbio comercial com o país vizinho e procuraram desvincular a Venezuela do seu presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a aprovação do Senado, a adesão será promulgada pelo Presidente da República. No entanto, mesmo com a aprovação do protocolo, a entrada da Venezuela no Mercosul ainda não está garantida. Ainda falta a aprovação do Paraguai, que adiou para 2010 a discussão sobre o assunto. O presidente paraguaio Fernando Lugo, sem apoio no Congresso, preferiu adiar o debate.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais no sítio da <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/12/15/materia.2009-12-15.6740462046/view" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2009%2F12%2Fsenado-aprova-adesao-da-venezuela-ao-mercosul%2F&amp;title=Senado%20aprova%20ades%C3%A3o%20da%20Venezuela%20ao%20Mercosul" id="wpa2a_14"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Presidente da Argentina vê o país na condição de parceiro menor do mercosul</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Jornal Valor Econômico (Edição de 8 de dezembro): A presidente Cristina Kirchner deixou de lado a tradicional disputa com o Brasil pela liderança na região e colocou a Argentina na condição de parceiro menor do Mercosul. Cristina disse que este é o momento de debater os desequilíbrios do bloco &#8220;analisando os números de suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Jornal <a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/5990906/argentina-e-paraguai-fazem-criticas-a-paralisia-do-mercosul" target="_blank">Valor Econômico</a> (Edição de 8 de dezembro):</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">A presidente Cristina Kirchner</span> deixou de lado a tradicional disputa com o Brasil pela liderança na região e <span style="text-decoration: underline;">colocou a Argentina na condição de parceiro menor do Mercosul</span>. Cristina disse que este é o momento de debater os desequilíbrios do bloco &#8220;analisando os números de suas economias e os termos de intercâmbio&#8221;. Para isso, lembrou a União Europeia e o papel de liderança exercido pela Alemanha na integração do bloco, em razão do &#8220;tamanho de sua economia&#8221;. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, criticou a &#8220;agenda defensiva e protecionista&#8221; dos países do Mercosul. Ele disse que as vendas paraguaias ao bloco caíram 32% no ano e a balança comercial teve déficit de US$ 600 milhões. (Grifo meu)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: É um fato tão inusitado que por si só demonstra o quão baratinada está a Argentina. Enquanto o Real tem se valorizado frente ao dólar (em grande parte pela entrada enorme de divisas), a moeda argentina permanece em cotação superior a 3&#215;1 em relação à americana. Nesta condição, um Real compra dois Pesos! Pelo histórico, o Brasil deve manter ressalvas a esta &#8220;mudança de posição&#8221;. Por outro lado, caso as assimetrias entre os países do Mercosul fossem de fato consideradas para a tomada de novos avanços, é de se crer que o bloco poderia enfim almejar uma futura União Sulamericana, a exemplo da União Européia. No caso dos &#8220;irmãos do velho mundo&#8221;, França e Alemanha trouxeram para si o papel de motor do bloco e financiaram a correção de distorções dos outros sócios. No nosso caso talvez coubesse ao Brasil (e é isto que sugere a Presidente da Argentina) o papel de financiador. Uma pré-condição para tal seria exatamente o reconhecimento explícito daquele país de que o Brasil exerce papel de liderança. Poderiam começar por nos apoiar na busca pelo assento permanente no Conselho de Segurança da <acronym title='Organização das Nações Unidas'>ONU</acronym>, o que ainda não o fizeram.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2009%2F12%2Fpresidente-da-argentina-ve-o-pais-na-condicao-de-parceiro-menor-do-mercosul%2F&amp;title=Presidente%20da%20Argentina%20v%C3%AA%20o%20pa%C3%ADs%20na%20condi%C3%A7%C3%A3o%20de%20parceiro%20menor%20do%20mercosul" id="wpa2a_16"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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