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	<title>Blog Sandro Araújo &#187; Inflação</title>
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	<description>Economia, Política, Opinião, Variedades…</description>
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		<title>IPC-S registra queda de 0,04% em julho</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 12:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marli Moreira &#8211; Agência Brasil O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, encerrou o mês de julho com variação de -0,04%. O índice indica um recuo menos expressivo do que na apuração anterior (-0,11%). Desde janeiro, a taxa acumula alta de 3,75% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Marli Moreira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, encerrou o mês de julho com variação de -0,04%. O índice indica um recuo menos expressivo do que na apuração anterior (-0,11%). Desde janeiro, a taxa acumula alta de 3,75% e, nos últimos 12 meses, 6,58%.</p>
<p style="text-align: justify;">Três dos sete grupos pesquisados tiveram elevação de preços com taxas acima do registrado no último levantamento, entre eles, transportes com alta de 0,33% ante 0,14%, puxada pelo reajuste da gasolina (de -0,23% para 0,38%). Este grupo foi um dos principais fatores a impedir uma redução mais acentuada da média geral de preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Os alimentos também provocaram um impacto sobre o IPC-S, apesar de se manter em baixa (de -0,88% para -0,67%). O motivo foi a recuperação de preços das frutas (de -4,18% para -1,99%). Em vestuário, o índice subiu de 0,38% para 0,42% e, em despesas diversas, de 0,02% para 0,06%.</p>
<p style="text-align: justify;">No grupo educação, leitura e recreação houve redução de 0,23% ante -0,16%; em saúde e cuidados pessoais alta de 0,31% ante 0,35% e em habitação, 0,26% ante 0,28%.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cinco itens que mais pressionaram o IPC-S foram: aluguel residencial (de 0,53% para 0,56%); plano e seguro saúde (manutenção de 0,64%); álcool combustível (de 3,60% para 3,83%); vagem-comum (de 6,07% para 13,30%) e gasolina (de -0,23% para 0,38%).</p>
<p style="text-align: justify;">Em sentido oposto, os que ajudaram a manter o resultado ainda negativo foram: tomate (de -16,86% para -18,32%); batata-inglesa (de -6,77% para -10,83%); passagem aérea (-9,14% para -13,09%); manga (de -13,51% para -12,21%) e laranja-pera (-9,27% para -5,91%).</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F08%2Fipc-s-registra-queda-de-004-em-julho%2F&amp;title=IPC-S%20registra%20queda%20de%200%2C04%25%20em%20julho" id="wpa2a_2"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Analistas elevam estimativa de inflação e reduzem expectativa para a Selic em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[SELIC]]></category>

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		<description><![CDATA[Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) mantiveram pela terceira semana seguida a projeção para a inflação oficial este ano. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 6,31%. Para 2012, no entanto, os analistas elevaram a projeção pela segunda vez consecutiva, ao passar de 5,28% para 5,30%. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) mantiveram pela terceira semana seguida a projeção para a inflação oficial este ano. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 6,31%. Para 2012, no entanto, os analistas elevaram a projeção pela segunda vez consecutiva, ao passar de 5,28% para 5,30%.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para a taxa básica de juros, a Selic, os analistas mantiveram a expectativa de que encerrará este ano em 12,75% ao ano. Ao final de 2012, a projeção é 12,50% ao ano e não mais 12,75%. Atualmente, a taxa Selic está em 12,50% ao ano, após cinco elevações entre janeiro e julho de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa básica de juros é um dos instrumentos usados pelo BC para controlar a inflação. O BC tem que perseguir a meta de inflação, medida pelo IPCA, de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Essa meta é válida para este e para os próximos dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa semanal do BC também traz projeções para outros índices de inflação. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), subiu de 5,57% para 5,64%, este ano, e de 4,80% para 4,82%, em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 5,65% para 5,64%, este ano, e foi mantida em 5,04%, em 2012. No caso do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção caiu de 5,75% para 5,63%, em 2011, e segue em 5,01%, no próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa dos analistas para os preços administrados subiu de 5,20% para 5,30%, em 2011, e de 4,50% para 4,58%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F08%2Fanalistas-elevam-estimativa-de-inflacao-e-reduzem-expectativa-para-a-selic-em-2012%2F&amp;title=Analistas%20elevam%20estimativa%20de%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20reduzem%20expectativa%20para%20a%20Selic%20em%202012" id="wpa2a_4"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Inflação: IPCA de junho fica em 0,15%</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/inflacao-ipca-de-junho-fica-em-015/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 17:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho apresentou resultado de 0,15%, bem abaixo da taxa de maio (0,47%), numa diferença de 0,32 ponto percentual. Do IBGE Com isso, o primeiro semestre do ano fechou em 3,87%, acima da taxa de 3,09% relativa a igual período de 2010. Considerando os últimos 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho apresentou resultado de 0,15%, bem abaixo da taxa de maio (0,47%), numa diferença de 0,32 ponto percentual.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do <a title="IPCA de junho fica em 0,15% " href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1924&amp;id_pagina=1" target="_blank">IBGE</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o primeiro semestre do ano fechou em 3,87%, acima da taxa de 3,09% relativa a igual período de 2010. Considerando os últimos 12 meses, o índice situa-se em 6,71%, acima dos 6,55% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em 2010 os preços haviam se mantido estáveis no mês de junho, com o resultado do IPCA exatamente em zero.</p>
<p style="text-align: justify;">A forte redução na taxa de crescimento do IPCA de maio para junho é explicada, em grande parte, pela deflação registrada no grupo alimentação e bebidas, que, da alta de 0,63% em maio, passou para -0,26% em junho, aliada à queda ainda mais intensa do grupo transporte, que já havia apresentado -0,24% em maio e, em junho, registrou -0,61%.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os alimentos, muitos ficaram mais baratos de um mês para o outro, destacando-se a batata-inglesa (de 6,02% em maio para -11,38% em junho) e a cenoura (de -9,30% para -16,31%). Mesmo entre os produtos alimentícios em alta, muitos mostraram desaceleração na taxa de crescimento de um mês para o outro, como o queijo (de 1,90% para 1,05% em junho), o iogurte (de 2,07% para 1,01%), o leite em pó (de 1,60% para 0,62%) e o açúcar refinado (de 1,18% para 0,50%).</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais no sítio do <a title="IPCA de junho fica em 0,15% " href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1924&amp;id_pagina=1" target="_blank">IBGE</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Finflacao-ipca-de-junho-fica-em-015%2F&amp;title=Infla%C3%A7%C3%A3o%3A%20IPCA%20de%20junho%20fica%20em%200%2C15%25" id="wpa2a_6"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Projeção do mercado financeiro para inflação oficial este ano tem leve queda e fica em 6,15%</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/projecao-do-mercado-financeiro-para-inflacao-oficial-este-ano-tem-leve-queda-e-fica-em-615/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[A projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para a inflação oficial neste ano voltou a apresentar leve queda, segundo o boletim Focus, divulgado todas as segundas-feiras. Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela nona semana seguida, ao passar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco  Central (BC) para a inflação oficial neste ano voltou a apresentar leve  queda, segundo o boletim Focus, divulgado todas as segundas-feiras.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela nona semana seguida, ao passar de 6,16% para 6,15%. Para 2012, também houve redução na projeção, de 5,15% para 5,10%, a segunda queda consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dessas projeções menores, as estimativas para os dois anos estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas dentro do limite superior de 6,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Os analistas esperam por mais um aumento da taxa básica de juros, a Selic, neste ano, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, marcada para os dias 19 e 20 deste mês. A expectativa é que a Selic passe dos atuais 12,25% para 12,50% ao ano e assim permaneça até o final de 2011. Ao fim de 2012, foi mantida a projeção de 12,50%.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, a taxa básica subiu 0,50 ponto percentual em janeiro e em março e 0,25 ponto percentual em abril e em junho. O Copom eleva a Selic quando considera que a economia está muito aquecida, com trajetória de inflação em alta.</p>
<p style="text-align: justify;">O boletim Focus também traz projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que subiu de 5,71% para 5,77%, em 2011, e continua em 4,79%, em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), neste ano, caiu de 5,97% para 5,91%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), em 2011, a estimativa também foi reduzida, ao passar de 6,16% para 6,01%. Para 2012, a projeção para esses dois índices permanece em 5%.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 5,10%, neste ano, e em 4,50%, em 2012. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Fprojecao-do-mercado-financeiro-para-inflacao-oficial-este-ano-tem-leve-queda-e-fica-em-615%2F&amp;title=Proje%C3%A7%C3%A3o%20do%20mercado%20financeiro%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20oficial%20este%20ano%20tem%20leve%20queda%20e%20fica%20em%206%2C15%25" id="wpa2a_8"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Deflação: IGP-10 tem queda em junho</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/deflacao-igp-10-tem-queda-em-junho/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 15:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou -0,22%, em junho. A taxa apurada em maio foi de 0,55%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Do IBRE/FGV O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,69%, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou -0,22%, em junho. A taxa apurada em maio foi de 0,55%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do <a title="IGP-10 tem queda em junho" href="http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&amp;lumItemId=8A7C823330270B4C01309D37D578522A" target="_blank">IBRE/FGV</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,69%, em junho. Em maio, a variação foi de 0,26%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de -0,67%, em junho, ante 0,23%, em maio. Contribuiu para esta desaceleração o subgrupo alimentos in natura, que teve sua taxa reduzida de 3,82% para -4,47%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, registrou variação de -0,11%. No mês anterior, a taxa foi de -0,08%.</p>
<p style="text-align: justify;">O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de -0,74%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,90%. Todos os subgrupos apresentaram desaceleração, com destaque para materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,19% para -1,16%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de -0,84%. No mês anterior, foi registrada variação de 0,89%.</p>
<p style="text-align: justify;">O índice de Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,64%. Em maio, a taxa foi de -0,52%. Neste grupo, vale destacar as seguintes desacelerações: cana-de-açúcar (11,17% para -0,14%), milho (em grão) (0,50% para -2,45%) e suínos (2,96% para -9,33%). Em sentido oposto, citam-se: soja (em grão) (-4,80% para 1,74%), minério de ferro (6,53% para 8,99%) e algodão (em caroço) (-17,56% para -15,14%).</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,10%, em junho, ante 0,98%, em maio. Todas as sete classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração, com destaque para Alimentação (1,04% para -0,37%) e Transportes (1,74% para -0,79%). Na primeira classe de despesa, vale mencionar o comportamento dos preços dos itens: hortaliças e legumes (4,75% para -0,86%), frutas (-0,56% para -4,71%) e pescados frescos (0,98% para -3,02%). Na segunda, os destaques couberam aos itens: gasolina (5,61% para -1,92%) e álcool combustível (3,67% para -14,45%).</p>
<p style="text-align: justify;">Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (1,51% para 0,45%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,13% para 0,54%), Despesas Diversas (0,73% para 0,17%), Educação, Leitura e Recreação (0,36% para 0,30%) e Habitação (0,68% para 0,66%). Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (1,96% para 0,96%), medicamentos em geral (3,10% para 0,31%), cigarro (1,96% para 0,00%), show musical (2,64% para -0,86%) e tarifa de eletricidade residencial (1,40% para 0,74%), respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho, taxa de variação de 2,18%, acima do resultado do mês anterior, de 1,57%. Dos três grupos componentes do índice, apenas Mão de Obra apresentou acréscimo, tendo a taxa avançado de 2,74%, em maio, para 3,98%, em junho. Os demais grupos apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Materiais e Equipamentos, de 0,45% para 0,42%, e Serviços, de 0,52% para 0,45%.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais: <a href="http://portalibre.fgv.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A7C823330270B4C01309D3894F250BC" target="_blank">IGP-10 tem queda em junho [pdf - 336Kb]</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Fdeflacao-igp-10-tem-queda-em-junho%2F&amp;title=Defla%C3%A7%C3%A3o%3A%20IGP-10%20tem%20queda%20em%20junho" id="wpa2a_10"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Inflação dispara na China e na Índia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 22:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário: Crescimento infelizmente rima com inflação. Recentemente o Japão festejou o reaparecimento deste &#8220;fantasma&#8221;. No mundo &#8220;em desenvolvimento&#8221;, China e Índia enfrentam agruras maiores que as Brasileiras. Por aqui, apesar da inflação acumulada ter superado levemente o &#8220;teto&#8221; da meta, analistas já falam em redução de expectativas. Por lá, a coisa não vai bem assim&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: Crescimento infelizmente rima com inflação. Recentemente o Japão festejou o reaparecimento deste &#8220;fantasma&#8221;. No mundo &#8220;em desenvolvimento&#8221;, China e Índia enfrentam agruras maiores que as Brasileiras. Por aqui, apesar da inflação acumulada ter superado levemente o &#8220;teto&#8221; da meta, analistas já falam em redução de expectativas. Por lá, a coisa não vai bem assim&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O índice de preços ao consumidor, principal indicador da inflação na China, atingiu em maio 5,5%, o patamar mais elevado desde julho de 2008. Na vizinha Índia, em maio a inflação chegou a 9,06% em 12 meses, surpreendendo os analistas que projetavam uma taxa de 8,7% no mesmo período.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a title="Inflação dispara na China e na Índia " href="http://www.portugues.rfi.fr/economia/20110614-inflacao-dispara-na-china-e-na-india" target="_blank">RFI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">A alta de 5,5% no índice de preços ao consumidor no mês de maio, contra 5,3% em abril, levou o governo chinês a aumentar as reservas obrigatórias dos bancos. Esses depósitos, que as instituições bancárias são obrigadas a colocar de lado e, portanto, não podem conceder a título de empréstimos, acabam contendo a expansão da massa monetária. Como é o excesso de liquidez que gera a inflação, as autoridades chinesas não têm outra escolha a não ser limitar o crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quase três anos a China não registrava uma inflação tão elevada. Em julho de 2008, o índice chegou a 6,3% e passou a ser vigiado de perto pelas autoridades. Um dos maiores receios do governo chinês é que a alta dos preços, principalmente dos alimentos, provoque uma explosão social. O porta-voz do Instituto Nacional de Estatísticas (BNS) reconheceu que a China, segunda maior economia do mundo, continua exposta a pressões inflacionárias importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A pressão sobre os preços foi agravada pela seca e as inundações que atingiram as regiões centro e sul do país, nas últimas semanas. O já problemático abastecimento de energia foi prejudicado e os preços das matérias-primas agrícolas dispararam, atingindo em cheio as famílias modestas que gastam a maior parte de seus rendimentos com produtos de primeira necessidade. Aposentados, camponeses e trabalhadores migrantes também sofrem com a alta da inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo comunista vai tentar evitar que uma nova onda de greves, como a que atingiu o porto de Xangai em abril, se repita. É provável, segundo analistas, que para conter o superaquecimento da economia chinesa, o governo continue a aumentar as taxas de juros nos próximos meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inflação na Índia supera 9% em um ano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O governo indiano tenta controlar sem sucesso a inflação galopante que tomou conta da economia do país. Em maio, a inflação chegou a 9,06% no acumulado dos últimos 12 meses, puxada principalmente pela alta dos preços dos alimentos e da gasolina. Como mandam os manuais de economia, é provável que o Banco Central indiano anuncie na semana que vem, por ocasião de sua reunião periódica, um aumento das taxas de juros.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a tendência se confirmar, será a décima alta dos juros básicos na Índia em 16 meses. Economistas indianos consideram aceitável, para o ritmo de crescimento atual, uma taxa de inflação de 5 a 6% ao ano na Índia.</p>
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		<title>Expectativa do mercado financeiro para inflação em 2011 cai para 6,19%</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/expectativa-do-mercado-financeiro-para-inflacao-em-2011-cai-para-619/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação oficial neste ano caiu pela sexta semana seguida. Segundo o boletim Focus, divulgado hoje (13) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 6,22% para 6,19%. Para 2012, houve alta na expectativa de 5,10% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação oficial neste ano caiu pela sexta semana seguida. Segundo o boletim Focus, divulgado hoje (13) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 6,22% para 6,19%. Para 2012, houve alta na expectativa de 5,10% para 5,13%.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">O boletim Focus é uma publicação semanal, elaborada pelo BC com base em estimativas para os principais indicadores da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Quando o BC considera que a economia está muito aquecida, com trajetória de inflação em alta, a taxa básica de juros, a Selic, é elevada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação dos analistas, a taxa Selic deve encerrar 2011 em 12,50% e no próximo ano em 12,25% ao ano. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano. Portanto, neste ano, os analistas esperam por mais uma elevação da taxa de 0,25 ponto percentual. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC está marcada para os dias 19 e 20 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do BC também traz estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) que segue em 5,83%, neste ano, e subiu de 4,79% para 4,80% na previsão para 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), neste ano, passou de 6,79% para 6,14%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), neste ano, a estimativa também caiu, passando de 6,70% para 6,30%. Para 2012, a projeção para esses dois índices permanece em 5%.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa dos analistas para os preços administrados permanece em 5%, neste ano, e em 4,50%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.</p>
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		<title>BC eleva taxa básica de juros para 12,25% ao ano e sinaliza para mais aumentos ao longo do ano</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 11:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[SELIC]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) ajustou a taxa básica de juros (Selic) para 12,25% ao ano, índice que será mantido até a próxima reunião do colegiado de diretores do BC, agendada para os dias 19 e 20 de julho. A taxa anterior estava em 12%. Por Stênio Ribeiro &#8211; Agência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Comitê de Política Monetária (Copom)  do Banco Central (BC) ajustou a taxa básica de juros (Selic) para 12,25%  ao ano, índice que será mantido até a próxima reunião do colegiado de  diretores do BC, agendada para os dias 19 e 20 de julho. A taxa anterior  estava em 12%.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Stênio Ribeiro &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Foi a quarta reunião do Copom neste ano. Em todas, a Selic foi elevada, em um total de 1,5 ponto percentual no ano. A taxa fechou 2010 em 10,75% anuais. O índice definido na reunião de hoje ficou em linha com as expectativas da maioria dos analistas financeiros, como mostrou o boletim Focus, divulgado pelo BC na última segunda-feira (6).</p>
<p style="text-align: justify;">Em comunicado sucinto, liberado logo depois da reunião, o Copom diz que “dando seguimento ao processo de ajuste gradual das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 12,25% ao ano, sem viés. Considerando o balanço de riscos para a inflação, o ritmo ainda incerto de moderação da atividade doméstica, bem como a complexidade que envolve o ambiente internacional, o comitê entende que a implementação de ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado continua sendo a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta em 2012.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa básica de juros incide sobre os financiamentos diários lastreados por títulos públicos registrados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Criada em 1979 para dar mais transparência à negociação de títulos públicos, a Selic também é usada como instrumento de controle da inflação.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Fbc-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1225-ao-ano-e-sinaliza-para-mais-aumentos-ao-longo-do-ano%2F&amp;title=BC%20eleva%20taxa%20b%C3%A1sica%20de%20juros%20para%2012%2C25%25%20ao%20ano%20e%20sinaliza%20para%20mais%20aumentos%20ao%20longo%20do%20ano" id="wpa2a_16"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Inflação &#8211; IPCA de maio: 0,47%</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/inflacao-ipca-de-maio-047/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[Do IBGE O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio variou 0,47%, 0,30 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,77%). O acumulado em 2011 está em 3,71%, 0,62 ponto percentual acima da taxa relativa a igual período de 2010 (3,09%). Nos últimos 12 meses, o índice situa-se em 6,55%, pouco acima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Do <a title="IPCA de maio fica em 0,47%" href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1895&amp;id_pagina=1&amp;titulo=IPCA-de-maio-fica-em-0,47%" target="_blank">IBGE</a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</strong> de maio variou 0,47%, 0,30 ponto percentual abaixo da taxa de abril  (0,77%). O acumulado em 2011 está em 3,71%, 0,62 ponto percentual acima  da taxa relativa a igual período de 2010 (3,09%). Nos últimos 12 meses, o  índice situa-se em 6,55%, pouco acima dos 6,51% relativos aos 12 meses  imediatamente anteriores. Em maio de 2010 a taxa havia sido de 0,43%.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>transportes</strong> foram determinantes  para a redução na taxa de crescimento do IPCA de abril para maio. Da  alta de 1,57% em abril, o grupo passou para uma queda 0,24% em maio, em  grande parte devido ao comportamento dos <strong>combustíveis</strong>,  que, de uma variação de 6,53% em abril passaram a -0,35% em maio. O  litro do etanol teve queda de 11,34% em maio, enquanto havia subido  11,20% em abril, e, com isso, constituiu-se no principal impacto para  baixo no índice do mês: -0,06 ponto percentual. O litro da gasolina, por  sua vez, passou de 6,26% em abril para 0,85% em maio. As passagens  aéreas (de -9,42% em abril para -11,57% em maio), os automóveis novos  (de -0,28% em abril para -0,58% em maio) e os usados (de -0,53% em abril  para -1,26% em maio) também contribuíram para o menor resultado do  grupo no mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos transportes, os grupos <strong>vestuário</strong> (de 1,42% em abril para 1, 19% em maio) e <strong>saúde e cuidados pessoais</strong> (de 0,98% para 0,73%), apesar dos resultados relativamente altos, também mostraram desaceleração em maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os <strong>alimentos</strong> apresentaram ligeira  alta de abril para maio, passando de 0,58% para 0,63%, com destaque  para o tomate (de -18,69% para 9,41%) e o leite pasteurizado (de 2,66%  para 3,15%). Por outro lado, alguns produtos alimentícios tiveram queda  de preço em maio, a exemplo do frango inteiro (de 0,03% em abril para  -2,02% em maio); dos ovos (de 4,41% para -1,15%); do feijão preto (de  0,31% para -0,83%), entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados,  outros quatro, além de alimentação e bebidas, mostraram aceleração na  taxa de abril para maio, conforme a tabela na página seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">No grupo <strong>habitação</strong> (de 0,77% em  abril para 0,97% em maio), sobressaiu-se o aumento na taxa de água e  esgoto (de 1,00% em abril para 2,32% em maio), em razão de reajustes nas  regiões metropolitanas de Belo Horizonte e Salvador, além de Goiânia.  Destacou-se também o aluguel residencial, aumentando de 0,76% em abril  para 0,95% em maio.</p>
<p style="text-align: justify;">No grupo <strong>despesas pessoais</strong> (de 0,57%  em abril para 0,72% em maio), a alta foi decorrente, principalmente, do  aumento nos salários dos empregados domésticos, de 0,54% em abril para  1,14% em maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o agrupamento dos <strong>não alimentícios</strong> teve sua variação reduzida de 0,83% em abril para 0,42% em maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais no sítio do <a title="IPCA de maio fica em 0,47%" href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1895&amp;id_pagina=1&amp;titulo=IPCA-de-maio-fica-em-0,47%" target="_blank">IBGE</a></p>
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		<title>Inflação: ICV/DIEESE cai acentuadamente a 0,04% em maio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 14:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice do Custo de Vida – ICV &#8211; calculado pelo DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos &#8211; em maio apresentou taxa de 0,04%, com queda acentuada em relação à variação de abril (0,80%), cuja diferença foi de -0,76 pontos percentuais (pp.). Do DIEESE Os grupos que mais colaboraram com a queda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Índice do Custo de Vida – ICV &#8211; calculado pelo DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos &#8211; em maio apresentou taxa de 0,04%, com queda acentuada em relação à variação de abril (0,80%), cuja diferença foi de -0,76 pontos percentuais (pp.).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do DIEESE</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os grupos que mais colaboraram com a queda da inflação foram: Transporte (-1,33%) e Equipamento Doméstico (-0,21%), que, juntos, contribuíram com -0,23 pp. no cálculo da inflação de maio. A Saúde (0,66%), Alimentação (0,29%) e Habitação (0,23%), de certa forma, neutralizaram as quedas, agravando o ICV em 0,22 pp.</p>
<p style="text-align: justify;">A Saúde (0,66%) foi o grupo com a maior taxa, os seus subgrupos acusaram comportamentos distintos: assistência médica (0,80%), devido, basicamente, aos reajustes aplicados pelos seguros e convênios médicos (0,93%). Os medicamentos e produtos farmacêuticos (0,10%), pouco alteraram seus valores.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas dos subgrupos da Alimentação (0,29%) foram: produtos in natura e semielaborados (-0,76%), produtos da indústria alimentícia (1,31%) e alimentação fora do domicílio (0,86%).</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtos <em>in natura</em> e semielaborados, em média, apresentaram deflação em seus valores; a desagregação deste subgrupo revela comportamentos distintos entre seus itens:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Legumes (5,97%) – com taxas acentuadas no chuchu (14,31%), pepino (13,32%) e tomate (5,05%);</li>
<li>Raízes e tubérculos (2,88%) – com forte alta no alho (10,18%) e batata (5,60%);</li>
<li>Leite in natura (0,58%);</li>
<li>Carnes (-0,50%) – com variações pequenas em seus itens: bovina (-0,46%) e suína  (-1,28%);</li>
<li>Aves e ovos (-0,82%) – com queda no frango (-1,27%) e aumento nos ovos (1,21%);</li>
<li>Grãos (-1,04%) – com alta no feijão (2,52%) e queda no arroz (-2,67%);</li>
<li>Hortaliças (-1,14%) – com pequenas variações nos preços de seus componentes e</li>
<li>Frutas (-5,55%) – com oscilações típicas da sazonalidade dos produtos que compõem esse item: taxas negativas no morango (-12,47%), limão (-11,02%) e laranja (-9,84%).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No subgrupo da indústria da alimentação (1,31%) observam-se altas marcantes em alguns preços como: leite longa vida (5,14%), açúcar (3,15%) e pão francês (1,61%). Na alimentação fora do domicílio (0,86%) as taxas de seus itens foram: refeição principal (0,63%) e lanches (1,18%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na Habitação (0,23%), as taxas de seus subgrupos foram distintas: locação, impostos e condomínio (0,61%), operação (0,06%) e conservação do domicílio (0,14%).</p>
<p style="text-align: justify;">Os Equipamentos Domésticos (-0,21%) apresentaram taxas pequenas em seus subgrupos, sendo negativas nos eletrodomésticos (-0,57%) e móveis (-0,09%) e positivas nos utensílios (0,36%) e rouparia (0,39%).</p>
<p style="text-align: justify;">A queda no Transporte (-1,33%) ocorreu, unicamente, no subgrupo individual (-1,92%), uma vez que o coletivo não variou. Observa-se taxa negativa nos combustíveis (-3,25%), porém esta variação foi distinta em seus componentes: forte queda no álcool (-14,14%), pequena variação negativa no diesel (-0,36%) e aumento na gasolina (1,66%).</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais <a title="Taxa da inflação cai acentuadamente em maio" href="http://www.dieese.org.br/rel/icv/icvjun11.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Finflacao-icvdieese-cai-acentuadamente-a-004-em-maio%2F&amp;title=Infla%C3%A7%C3%A3o%3A%20ICV%2FDIEESE%20cai%20acentuadamente%20a%200%2C04%25%20em%20maio" id="wpa2a_20"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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