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Textos com Etiquetas ‘Indústria’

BNDES aprova R$ 307 mi para primeira fábrica da Hyundai no Brasil

Do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 307,4 milhões à Hyundai Motor Brasil, montadora de automóveis, para a implantação de uma unidade industrial em Piracicaba (SP) destinada à produção de veículos de passeio.

Esta será a primeira fábrica da sul-coreana Hyundai no Brasil, com produção estimada de cerca de 150 mil unidades por ano. O prazo previsto para a conclusão das obras civis da fábrica brasileira, instalação e teste de equipamentos é março próximo.

A produção será destinada à fabricação dos veículos batizados provisoriamente de “Projeto HB”, especialmente desenvolvidos para atender às necessidades dos consumidores brasileiros. O início da produção de veículos está previsto para o final deste ano.

O projeto deverá gerar cerca de 2 mil empregos diretos, a partir do primeiro ano de produção, e outros 3 mil empregos junto aos fornecedores. A geração de empregos, no entanto, tem efeito multiplicador, em função do fortalecimento do parque de fornecedores de autopeças no interior do Estado de São Paulo. Junto com a Hyundai, fornecedores automotivos também estão estabelecendo unidades produtivas na região.

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Em Cuba, Dilma diz que “todos os países” violam direitos humanos

Comentário: o mundo não pode fechar os olhos para os abusos contra os direitos humanos cometidos pelas grandes potências econômicas. Casos de soldados urinando em cadáveres de civis inocentes mortos por eles mesmos, casos de soldadas amarrando prisioneiros tal qual cachorros… E outros prisioneiros mantidos sem direito a defesa e a devido processo legal tão próximo de Havana! Certamente a colega blogueira Yoanny Sánchez é uma vítima de um regime. Vale lembrar, porém, que o mesmo regime a permite ecoar sua voz através do blog, sem censura… Mas, como diz a Presidente do Brasil, violação de direitos humanos ocorre em dos os países. Ou lidamos com o “problema” de maneira universal e sem ideologia, ou seremos levianos!

A presidente Dilma Rousseff encerra na manhã desta quarta-feira sua visita de 36 horas a Cuba e segue de Havana para Porto Príncipe, no Haiti. A presidente brasileira tratou sobre parcerias comerciais bilaterais e, em relação à violação dos direitos humanos em Cuba, disse que “todos os países” enfrentam este problema.

Da RFI

Durante seu encontro de pouco mais de uma hora com o presidente cubano, Raul Castro, nesta terça-feira, os dois líderes conversaram sobre a implantação de empresas brasileiras na zona econômica exclusiva no Porto de Mariel e outros projetos de cooperação. Dilma defendeu uma parceria “estratégica e duradoura” com Cuba e disse que a maior contribuição que o Brasil pode dar ao país é ajudá-lo a “desenvolver” o seu “processo econômico”.

Na pauta da reunião com o presidente Raúl Castro esteve um projeto para a instalação de empresas de medicamentos brasileiras na zona do porto de Mariel. A ampliação do local, visto como estratégico para o país, custará 900 milhões de dólares, sendo que 70% deste valor, 682 milhões, são financiados pelo Brasil. A construtora brasileira Odebretch está por trás da obra.

O projeto prevê que as empresas brasileiras se beneficiem da experiência cubana na fabricação de medicamentos contra o câncer e que a zona exclusiva sirva de plataforma para exportações para todo o Caribe e principalmente para os Estados Unidos. Desde que assumiu o poder, Raúl Castro tem implantado uma série de reformas econômicas para enfrentar a crise que há décadas atinge a ilha.

Já sobre o delicado tema das violações de direitos humanos no país, Dilma afirmou que “todos os países” enfrentam este problema e citou a prisão americana de Guantánamo como exemplo. “O mundo precisa se comprometer em geral, e não é possível fazer da política de direitos humanos só uma arma de combate político-ideológico”, argumentou. “O mundo precisa se convencer de que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso”, declarou a presidente.

Antes de encerrar a visita oficial, Dilma se encontrou com o ex-presidente Fidel Castro, mas não foram divulgados detalhes da conversa. No Haiti, Dilma terá encontro de trabalho com o presidente Michel Martelly sobre questões ligadas à reconstrução e ao desenvolvimento econômico e social do país. O novo visto permanente para os imigrantes haitianos no Brasil, ponto sensível da agenda bilateral, também será abordado.

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INPI reduz expectativa de prazo para análise de patentes

Do INPI

Após bater recorde de pedidos de marcas e patentes no ano passado, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) está reduzindo a expectativa de prazo médio para análise de patentes no Brasil. Este período foi reduzido de 8,3 anos em 2010 para 5,4 anos em 2011, o que representa uma variação de 35% em apenas um ano. Em 2006, este prazo era de 11,6 anos. De lá pra cá, verificou-se uma queda acumulada de 53%.

Vale lembrar que este cálculo é feito da seguinte forma em todos os anos: ele considera o número de pedidos na fila e a capacidade de decisão do INPI. Isso significa que pedidos depositados no 1º semestre de 2011 devem ser examinados até 2016. No entanto, como a demanda por patentes é crescente, também é preciso ampliar a capacidade do INPI, contratando mais examinadores. O Instituto estima que precisa ampliar seu quadro de especialistas em 130% para atingir a meta de examinar patentes em quatro anos até 2015, conforme previsto no Plano Brasil Maior, do Governo Federal. Isso proporcionará maior segurança, valor e competitividade às patentes no país.

Os resultados alcançados nos últimos anos decorrem, basicamente, de três fatores: a modernização dos serviços de patentes, o arquivamento de processos que estavam sem pagamento e a contratação de pessoal. Ações que contribuíram para a redução da fila e a aceleração das análises.

Mas o processo não termina aí: ainda em 2012, o INPI lançará o depósito de patente via Internet, o que facilitará ainda mais a vida dos empresários brasileiros, especialmente os pequenos. Com o novo sistema, o usuário poderá preencher todos os formulários e documentos técnicos e enviá-los automaticamente para o instituto. O sistema gera o número oficial do processo, com o qual o usuário poderá acompanhar todo o trâmite via Internet.

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Capitalismo de Estado brasileiro é ambíguo, diz ‘Economist’

Comentário: O assunto é instigante… O intervencionismo estatal não é exclusividade do Brasil. Na Europa, a France Telecom tem grande participação estatal. Na Grã-Bretanha, a BBC, maior rede de televisão, é 100% estatal. Nos Estados Unidos, meca do capitalismo, há grande preferência do Estado na compra de fornecedores locais – o caso mais recente foi a suspensão de venda de aeronaves da Embraer à Força Aérea dos EUA após questionamento por um fabricante local. É a velha história: faça o que eu falo mas não faça o que eu faço…

O Brasil é o mais ambíguo dos países a praticar o capitalismo de Estado, segundo a revista britânica The Economist.

Da BBC Brasil

Em uma reportagem sobre as economias conduzidas pelo governo, a reportagem comenta o modelo brasileiro, que mistura práticas liberais com práticas intervencionistas, adotadas em países como Rússia e China.

O Brasil é um dos casos citados na matéria de capa da revista, “A mão visível”, em um trocadilho com o termo liberal “mão invisível da economia”, cunhado por Adam Smith, em A Riqueza das Nações, no século 18.

Com o líder soviético Vladimir Lênin na capa, a publicação diz que o capitalismo de Estado tem se tornado um modelo ascendente.

A revista lembra ainda que a presença do Estado na economia brasileira foi ainda mais forte no passado. No começo dos anos 1980, o país tinha mais de 500 estatais.

A guinada aconteceu na década seguinte, com a privatização de boa parte das empresas públicas. No entanto, de acordo com a revista, o Estado voltou a se fazer presente com força na economia nos últimos anos.

“O governo despejou recursos em um punhado de (empresas) campeãs, particularmente no setor de recursos naturais e telecomunicações”, diz a publicação.

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Desindustrialização, onde?

Leia abaixo análise, feita por Miguel do Rosário, sobre o processo de “desindustrialização” pelo qual passaria o nosso país. Interessante observar que, comparado aos níveis de 2000, a produção industrial é superior ao dobro, e crescente!

Do Blog Óleo do Diabo

Continuo monitorando os índices da indústria brasileira. A acusação de que o Brasil estaria se desindustrializando me preocupou muito, porque, se fosse verdade, então seria um problema sério, que me obrigaria inclusive a rever minha simpatia pelo governo do PT.

Outro dia mesmo li no jornal uma notícia de que a produção industrial havia caído em agosto ou setembro. Essas matérias informam muito pouco, e sempre distorcidamente, porque nunca nos proporcionam uma visão mais abrangente. Até os fatores sazonais são omitidos do leitor. Há meses em que a produção industrial declina, todos os anos, outros em que sobe, por isso é importante sempre você ter em mente um prazo mais longo, para enxergar mais claramente.

Então eu voltei ao IBGE, onde já temos dados históricos consolidados, com atualização até agosto de 2011, para a produção industrial brasileira. Preparei uma tabela cujos dados completos podem ser vistos aqui.

Eis que me deparo com um quadro curioso, mas não surpreendente. Ele é muito bem vindo neste momento, em que os tucanos parecem decididos a fazer um trabalho melhor de “comunicação”, tentando provar aos brasileiros como o governo FHC foi bom. Pois bem, ofereço-lhes – aos tucanos – uma estatística que vai ajudá-los a esclarecer melhor o povo.

Em janeiro de 1995, o índice mensal da produção industrial brasileira de bens de capital ficou em 111,56. A base deste índice, que é igual a 100, é a média de todo ano 2000. Pois bem, repetindo, em janeiro de 1995, este índice estava em 111,56. Passam-se oito anos de governo, e em dezembro de 2002, o índice despencou para 84,47!

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Coreanos vão construir fábrica de veículos pesados em Itatiaia

Itatiaia, que significa “penhasco cheio de pontas”, é o nome de um jovem município do Estado do Rio de Janeiro com 204Km², criado em 1988. O local, que inclui enorme riqueza ambiental, parque ecológico e diversas opções turísticas, agora vai receber uma fábrica de veículos pesados destinados à construção civil, a Hyundai Heavy Industries, primeira fábrica da companhia fora do Continente Asiático.

Do Portal Vermelho, com Agência Brasil

A unidade se instalará em uma área de 550 mil metros quadrados na margem da Rodovia Presidente Dutra e produzirá anualmente cerca de 5 mil máquinas para construção pesada. Um total de 40% da produção será exportado. A previsão é que a obra seja concluída até o final de 2012.

O protocolo para a contrução da fábrica foi assinado nesta segunda (25), no Palácio Guanabara, entre o governador Sérgio Cabral e um representante da empresa sul-coreana. Também foi anunciada a fusão da empresa sul-coreana com a nacional Brasil Máquinas de Construção (BMC).

No empreendimento, que contará com a ajuda da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (Codin), serão investidos US$ 150 milhões. A BMC entrará com 55% dos investimentos e a Hyundai com 45%.

De acordo com o presidente mundial da Hyundai Heavy Industries, Jay Song Lee, serão criados 500 empregos diretos com a instalação da fábrica e há a previsão de que mais mil até 2015, quando atingirá a capacidade máxima da operação.

Segundo o presidente da BMC, Felipe Cavalieri, a criação de empregos dependerá da qualidade da mão de obra local. Entretanto, ressaltou que irá colaborar na qualificação de profissionais do setor.

“Se os fornecedores brasileiros forem qualificados para atenderem a fábrica, serão gerados menos empregos. Se não forem qualificados, a Hyundai deve incentivar os parceiros coreanos para que se instalem no entorno da fábrica. Agora esse é um trabalho de qualificação de mão de obra que tem que ser uma obrigação do empresário, para que junto com o governo e a Firjan [Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro], capacitem a população”, afirmou.

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Zona Franca de Manaus bate recorde de faturamento nos primeiros cinco meses do ano

Por Luciene Cruz – Agência Brasil

De janeiro a maio, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) faturou US$ 16,3 bilhões, acréscimo de 22,85% ante os US$ 13,2 bilhões computados no mesmo período do ano passado. O avanço no faturamento é atribuído aos setores eletroeletrônico, de motocicletas e bicicletas e de produtos de informática.

Segundo a superintendente da Suframa, Flávia Grosso, os números do faturamento estão sendo superados mês a mês, o que, para ela, sustentam a meta ambiciosa de faturamento para 2011, de US$ 40 bilhões. “É um aumento bastante expressivo. Queremos um novo recorde histórico, já que no ano passado alcançamos US$ 33 bilhões”. O aumento do faturamento se reflete na contratação de funcionários. “Queremos aumentar dos atuais 114 mil empregos para 120 mil”, completou.

As fábricas de eletroeletrônicos faturaram US$ 5,2 bilhões nos primeiros cinco meses do ano, ante os US$ 4,5 bilhões alcançados no mesmo período do ano passado (+14,28%).

No setor de duas rodas, o crescimento foi 36,26%, com US$ 3,7 bilhões em vendas no período, contra US$ 2,7 bilhões registrados em 2010. O setor de bens de informática faturou, em cinco meses, US$ 1,7 bilhão, também superando com folga (35,94%) o resultado de 2010, de US$ 1,2 bilhão.

No entanto, as fábricas de relógios foram as que mais aumentaram, percentualmente, o faturamento. Os US$ 274,3 milhões em vendas representaram um crescimento de 71,62%. “É muito positivo ver o polo relojoeiro retomando o faturamento ao trazer marcas conhecidas mundialmente. Além disso, é possível perceber que outros segmentos, além dos principais polos de produção, demonstram crescimento”, destacou Flávia Grosso.

Entre os itens produzidos na Amazônia, o destaque são os televisores de tela de cristal líquido (LCD, na sigla em inglês). A produção superou 3,4 milhões de unidades, aumento de 13,46% frente os 3 milhões de aparelhos montados no ano passado. A produção de relógios de pulso e de bolso aumentou de 2,7 milhões de unidades em 2010 para 4,6 milhões este ano (até maio), um crescimento de 66%. Os telefones celulares também tiveram crescimento expressivo, totalizando quase 10 milhões de unidades produzidas, alta de 46,3% sobre a produção de 2010 (6,791 milhões).

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Produção industrial cresce em 11 dos 14 locais pesquisados, mostra IBGE

Por Flávia Vilela – Agência Brasil

A produção industrial apresentou crescimento em 11 dos 14 locais analisados na passagem de abril para maio, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional, divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período, a expansão média registrada no país foi 1,3%. A indústria de Goiás aparece como a principal influência para o resultado positivo, com crescimento na produção de 15% em maio, após queda de 4,6% nos dois meses anteriores.

As fábricas da Bahia (4,5%), do Amazonas (3,9%), Paraná (3,6%), Pará (2,7%), de São Paulo (1,9%) e do Ceará (1,6%) também registraram crescimento acima da média nacional. Os estados que apresentaram queda no ritmo de produção foram o Espírito Santo (-0,3%), o Rio de Janeiro (-1,8%) e Santa Catarina (- 2,4%).

No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, a produção da indústria cresceu 1,8% na comparação com igual período de 2010. Em oito dos 14 locais pesquisados, houve crescimento da atividade industrial. Entre os destaques estão o Espírito Santo, o Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul. Na comparação anual, a produção industrial avançou 2,7% e oito dos 14 locais pesquisados pelo IBGE apresentaram elevações dos níveis de atividade das fábricas.

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Governo brasileiro quer construir navios de pesquisa para explorar e mapear o mar territorial

Por Vitor Abdala – Agência Brasil

O Brasil pretende construir “modernos” navios de pesquisa nos estaleiros do país para integrar a frota que será usada no mapeamento da plataforma continental brasileira. A informação foi dada pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, depois de reunião com representantes da Marinha ontem (21) no Rio de Janeiro.

A ideia do Ministério da Ciência e Tecnologia é conhecer os 4,5 milhões de quilômetros quadrados do mar territorial brasileiro e da zona econômica exclusiva do país, a fim de identificar potenciais econômicos, conhecer a biodiversidade e estudar os efeitos das mudanças climáticas e da poluição no mar brasileiro.

“Esta é a última fronteira do conhecimento estratégico do Brasil, assim como a Amazônia foi ao longo dos anos recentes um grande desafio para o país. A plataforma continental é uma área semelhante à Amazônia brasileira, com 4,5 milhões de quilômetros quadrados”, disse.

O mapeamento ainda está sendo planejado, em parceria com a Marinha, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a estatal petrolífera Petrobras e a mineradora privada Vale. O ministro não deu prazo para a compra dos navios ou para o início do programa de pesquisas da plataforma continental.

“Nós deveremos construir navios de pesquisa bem modernos no Brasil e também adquirir navios para dar conta desse desafio. Estamos na última etapa desse processo. E a parceria com essas instituições nos dá as condições de viabilizarmos um grande programa de pesquisa com navios que vão ser laboratórios para todas as escolas de oceanografia”, disse.

Segundo Mercadante, o financiamento da pesquisa deverá ser garantido pela ANP, interessada em conhecer os campos petrolíferos do país, e pelas empresas Petrobras e Vale, que têm interesses econômicos na plataforma continental.

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