<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Sandro Araújo &#187; EUA</title>
	<atom:link href="http://www.araujosam.net/tag/eua/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.araujosam.net</link>
	<description>Economia, Política, Opinião, Variedades…</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 12:31:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Desafio do Brasil é administrar o sucesso, diz &#8216;FT&#8217;</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/08/desafio-do-brasil-e-administrar-o-sucesso-diz-ft/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/08/desafio-do-brasil-e-administrar-o-sucesso-diz-ft/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 10:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2248</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil se encontra nos últimos meses na &#8220;invejável posição de observador das loucuras do mundo desenvolvido&#8221;, mas ainda enfrenta o desafio de &#8220;como administrar seu próprio sucesso&#8221;, segundo afirma artigo publicado nesta quarta-feira pelo jornal econômico britânico Financial Times. Da BBC Brasil &#8220;Um esforçado mercado emergente há uma década, o Brasil é hoje uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Brasil se encontra nos últimos meses na &#8220;invejável posição de observador das loucuras do mundo desenvolvido&#8221;, mas ainda enfrenta o desafio de &#8220;como administrar seu próprio sucesso&#8221;, segundo afirma artigo publicado nesta quarta-feira pelo jornal econômico britânico Financial Times.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a title="Desafio do Brasil é administrar o sucesso, diz 'FT'" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110803_brasil_prosperidade_desafios_ft_rw.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um esforçado mercado emergente há uma década, o Brasil é hoje uma imagem de estabilidade macroeconômica e política comparada com seu antes subjugador parceiro do Norte e as antigas potências coloniais da Europa&#8221;, observa o jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto observa que o pais é hoje credor dos Estados Unidos, tem mais de US$ 327 bilhões em reservas em moedas estrangeiras, uma economia em crescimento e o desemprego em seu nível mais baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ainda assim, com o mundo desenvolvido mostrando tendências antes associadas com os mercados emergentes, o desafio para o Brasil é como administrar seu sucesso&#8221;, diz o artigo, assinado pelo correspondente do jornal em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medidas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O texto comenta que o governo brasileiro já tomou várias medidas para tentar conter o fluxo excessivo de divisas, que fortalece o real e reduz a competitividade da indústria brasileira, reduziu o Orçamento para conter o excesso de gastos públicos e também elevou por cinco vezes neste ano as taxas básicas de juros para evitar a inflação fora de controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o governo também adotou medidas para conter o crédito e o crescente endividamento da classe média. O jornal observa ainda que a presidente Dilma Rousseff vem promovendo demissões no Ministério dos Transportes em resposta a denúncias de corrupção.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de isso tudo, o artigo afirma que ainda restam muitos desafios ao Brasil &#8211; &#8220;um mercado de trabalho reduzido, um sistema de educação fraco e a falta de trabalhadores capacitados estão elevando os salários enquanto a infraestrutura precária eleva os custos&#8221;, relata o jornal.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;(O Brasil) precisará manter a vigilância para garantir que não semeie as sementes da próxima crise durante o presente período de prosperidade&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O artigo diz ainda que os níveis de endividamento das famílias parecem insustentáveis e que o Brasil precisa &#8220;tomar cuidado para não enterrar sua nova classe média sob tanta dívida que quando o próximo período de retração chegar, ela volte à pobreza&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornal complementa a lista de problemas ao afirmar que &#8220;o custo dos negócios é proibitivo, em parte por causa dos altos impostos e custos trabalhistas&#8221; e observa que &#8220;embora os preços das commodities tenham aumentado, os volumes de exportação não aumentaram&#8221; e que o Brasil vem usando principalmente essa fonte de recursos do boom das commodities para aumentar a quantidade de importações.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Brasil pode se sentir orgulhoso de si mesmo com justiça. Mas precisará manter a vigilância para garantir que não semeie as sementes da próxima crise durante o presente período de prosperidade&#8221;, conclui o artigo.</p>
</blockquote>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F08%2Fdesafio-do-brasil-e-administrar-o-sucesso-diz-ft%2F&amp;title=Desafio%20do%20Brasil%20%C3%A9%20administrar%20o%20sucesso%2C%20diz%20%26%238216%3BFT%26%238217%3B" id="wpa2a_2"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/08/desafio-do-brasil-e-administrar-o-sucesso-diz-ft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Republicanos e democratas chegam a acordo sobre dívida americana</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/08/republicanos-e-democratas-chegam-a-acordo-sobre-divida-americana/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/08/republicanos-e-democratas-chegam-a-acordo-sobre-divida-americana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 10:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2221</guid>
		<description><![CDATA[O presidente Barack Obama anunciou na noite de domingo que, depois de muita bagunça e tempo perdido, um acordo foi alcançado para aumentar o teto da dívida americana e reduzir o déficit fiscal do país. Por Raquel Krähenbühl &#8211; RFI Depois de semanas de impasse e faltando apenas um dia para o governo ficar sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O presidente Barack Obama anunciou na noite de domingo que, depois de muita bagunça e tempo perdido, um acordo foi alcançado para aumentar o teto da dívida americana e reduzir o déficit fiscal do país.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Raquel Krähenbühl &#8211; <a title="Republicanos e democratas chegam a acordo sobre dívida americana" href="http://www.portugues.rfi.fr/americas/20110801-republicanos-e-democratas-chegam-acordo-sobre-divida-americana" target="_blank">RFI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de semanas de impasse e faltando apenas um dia para o governo ficar sem dinheiro para cumprir seus compromissos financeiros, o presidente e os líderes dos dois partidos na Câmara e no Senado chegaram a um acordo. Eles concordaram com uma proposta que, num primeiro momento, vai reduzir gastos em cerca de 1 trilhão dólares durante a próxima década. O presidente garantiu que, para ameaçar a economia ainda frágil, o corte não vai ser brusco e vai permitir que novos investimentos para criar empregos continuem.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto prevê também a criação de um comitê bipartidário para propor novas reduções de despesas até novembro deste ano. Se neste prazo o congresso não chegar a um consenso, automaticamente haverá cortes em programas defendidos por democratas e republicanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Obama preferia um acordo diferente que possibilitasse uma reforma na arrecadação de impostos, mas assegurou que a proposta evita o calote e “encerra uma crise que Washington impôs para o resto dos Estados Unidos”. Segundo o presidente, o projeto deve evitar durante pelo menos um ano uma nova crise para aumentar o limite da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Voto no Congresso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente agradeceu aos líderes do congresso pelo compromisso e ao povo americano por ter pressionado os parlamentares. No entanto, ele insistiu que o trabalho ainda não terminou e pediu que os membros dos dois partidos façam a coisa certa e apoiem este acordo.</p>
<p style="text-align: justify;">O líder da maioria no senado, o democrata Herry Reid, e o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Joehn Boehner, endossaram a proposta, mas as duas casas do Congresso ainda precisam aprová-la. Nesta segunda-feira, depois que mais detalhes do projeto forem apresentados, os parlamentares devem votar a medida.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F08%2Frepublicanos-e-democratas-chegam-a-acordo-sobre-divida-americana%2F&amp;title=Republicanos%20e%20democratas%20chegam%20a%20acordo%20sobre%20d%C3%ADvida%20americana" id="wpa2a_4"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/08/republicanos-e-democratas-chegam-a-acordo-sobre-divida-americana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FMI diz que EUA devem ter cuidado com reforma do setor financeiro</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/fmi-diz-que-eua-devem-ter-cuidado-com-reforma-do-setor-financeiro/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/07/fmi-diz-que-eua-devem-ter-cuidado-com-reforma-do-setor-financeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 10:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2175</guid>
		<description><![CDATA[Órgão fez avaliação da situação econômica do país e recomendou ajustes fiscais para enfrentar a crise. Por Eleutério Guevane &#8211; Rádio ONU O Fundo Monetário Internacional, FMI, afirmou que os Estados Unidos precisam promover novos ajustes fiscais em sua economia. Segundo o Fundo, a medida ajudaria a corrigir desequilíbrios globais. Em entrevista a jornalistas, nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Órgão fez avaliação da situação econômica do país e recomendou ajustes fiscais para enfrentar a crise.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Eleutério Guevane &#8211; <a title="FMI diz que EUA devem ter cuidado com reforma do setor financeiro " href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2011/07/fmi-diz-que-eua-devem-ter-cuidado-com-reforma-do-setor-financeiro/" target="_blank">Rádio ONU</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O Fundo Monetário Internacional, <acronym title='Fundo Monetário Internacional'>FMI</acronym>, afirmou que os Estados Unidos precisam promover novos ajustes fiscais em sua economia. Segundo o Fundo, a medida ajudaria a corrigir desequilíbrios globais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista a jornalistas, nesta segunda-feira, em Washington, a instituição pediu cuidado especial do governo americano com a reforma do setor financeiro. O apelo do órgão faz parte da avaliação da situação econômica americana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dívida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O alerta coincidiu com as negociações entre o governo e o Congresso dos Estados Unidos para aumentar o teto da dívida norte-americana. As negociações entre republicanos e democratas continuam num impasse.</p>
<p style="text-align: justify;">O conselheiro sênior do Departamento do Hemisfério Ocidental, do <acronym title='Fundo Monetário Internacional'>FMI</acronym>, Rodrigo Valdes, falou do impacto internacional dos ajustes fiscais, encarados como o principal desafio à economia.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Valdes, O <acronym title='Fundo Monetário Internacional'>FMI</acronym> admite a importância do desempenho econômico dos Estados Unidos no resto do mundo, e diz que o bom funcionamento “é de interesse de todos.”</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele, é preciso um esforço americano para conter gastos e obter receitas, “o que não é politicamente fácil, como ficou claro nos debates recentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o <acronym title='Fundo Monetário Internacional'>FMI</acronym>, a chave para a recuperação da economia norte-americana está no crescimento, que, com um bom desempenho econômico deve reduzir o altos índices de desemprego.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Ffmi-diz-que-eua-devem-ter-cuidado-com-reforma-do-setor-financeiro%2F&amp;title=FMI%20diz%20que%20EUA%20devem%20ter%20cuidado%20com%20reforma%20do%20setor%20financeiro" id="wpa2a_6"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/07/fmi-diz-que-eua-devem-ter-cuidado-com-reforma-do-setor-financeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O complexo de vira-lata</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/o-complexo-de-vira-lata/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/07/o-complexo-de-vira-lata/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 19:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2167</guid>
		<description><![CDATA[Por Celso Amorim, publicado na Carta Capital Até os jornais brasileiros tiveram de noticiar. Uma força-tarefa criada pelo Conselho de Relações Exteriores, organização estreitamente ligada ao establishment político/intelectual/empresarial dos Estados Unidos, acaba de publicar um relatório exclusivamente dedicado ao Brasil, -pontuado de elogios e manifestações de respeito e consideração. Fizeram parte da força-tarefa um ex-ministro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Celso Amorim, publicado na <a title="A obsessão e o complexo de vira-lata" href="http://www.cartacapital.com.br/politica/a-obsessao-e-o-complexo-de-vira-lata" target="_blank">Carta Capital</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Até os jornais brasileiros tiveram de noticiar. Uma força-tarefa criada pelo Conselho de Relações Exteriores, organização estreitamente ligada ao establishment político/intelectual/empresarial dos Estados Unidos, acaba de publicar um relatório exclusivamente dedicado ao Brasil, -pontuado de elogios e manifestações de respeito e consideração. Fizeram parte da força-tarefa um ex-ministro da Energia, um ex-subsecretário de Estado e personalidades destacadas do mundo acadêmico e empresarial, além de integrantes de think tanks, homens e mulheres de alto conceito, muitos dos quais estiveram em governos norte-americanos, tanto democratas quanto republicanos. O texto do relatório abarca cerca de 80 páginas, se descontarmos as notas biográficas dos integrantes da comissão, o índice, agradecimentos etc. Nelas são analisados vários aspectos da economia, da evolução sociopolítica e do relacionamento externo do Brasil, com natural ênfase nas relações com os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym>. Vou ater-me aqui apenas àqueles aspectos que dizem respeito fundamentalmente ao nosso relacionamento internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo na introdução, ao justificar a escolha do Brasil como foco do considerável esforço de pesquisa e reflexão colocado no empreendimento, os autores assinalam: “O Brasil é e será uma força integral na evolução de um mundo multipolar”. E segue, no resumo das conclusões, que vêm detalhadas nos capítulos subsequentes: “A Força Tarefa (em maiúscula no original) recomenda que os responsáveis pelas políticas (policy makers) dos Estados Unidos reconheçam a posição do Brasil como um ator global”. Em virtude da ascensão do Brasil, os autores consideram que é preciso que os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> alterem sua visão da região como um todo e busquem uma relação conosco que seja “mais ampla e mais madura”. Em recomendação dirigida aos dois países, pregam que a cooperação e “as inevitáveis discordâncias sejam tratadas com respeito e tolerância”. Chegam mesmo a dizer, para provável espanto dos nossos “especialistas” – aqueles que são geralmente convocados pela grande mídia para “explicar” os fracassos da política externa brasileira dos últimos anos – que os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> deverão ajustar-se (<em>sic</em>) a um Brasil mais afirmativo e independente.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses raciocínios e constatações desembocam em duas recomendações práticas. Por um lado, o relatório sugere que tanto no Departamento de Estado quanto no poderoso Conselho de Segurança Nacional se proceda a reformas institucionais que deem mais foco ao Brasil, distinguindo-o do contexto regional. Por outro (que surpresa para os céticos de plantão!), a força-tarefa “recomenda que a administração Obama endosse plenamente o Brasil como um membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. É curioso notar que mesmo aqueles que expressaram uma opinião discordante e defenderam o apoio morno que Obama estendeu ao Brasil durante sua recente visita sentiram necessidade de justificar essa posição de uma forma peculiar. Talvez de modo não totalmente sincero, mas de qualquer forma significativo (a hipocrisia, segundo a lição de La Rochefoucault, é a homenagem que o vício paga à virtude), alegam que seria necessária uma preparação prévia ao anúncio de apoio tanto junto a países da região quanto junto ao Congresso. Esse argumento foi, aliás, demolido por David Rothkopf na versão eletrônica da revista Foreign Policy um dia depois da divulgação do relatório. E o empenho em não parecerem meros espíritos de porco leva essas vozes discordantes a afirmar que “a ausência de uma preparação prévia adequada pode prejudicar o êxito do apoio norte-americano ao pleito do Brasil de um posto permanente (no Conselho de Segurança)”.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se, ao longo do texto, comentários detalhados sobre a atuação do Brasil em foros multilaterais, da OMC à Conferência do Clima, passando pela criação da Unasul, com referências bem embasadas sobre o Ibas, o <acronym title='Acrônimo para Brasil, Rússia, Índia e China, BRIC, criado pela Goldman Sachs - Posteriormente a África do Sul foi incluída'>BRICS</acronym>, iniciativas em relação à África e aos países árabes. Mesmo em relação ao Oriente Médio, questão em que a força dos lobbies se faz sentir mesmo no mais independente dos think tanks, as reservas quanto à atuação do Brasil são apresentadas do ponto de vista de um suposto interesse em evitar diluir nossas credenciais para negociar outros itens da agenda internacional. Também nesse caso houve uma “opinião discordante”, que defendeu maior proatividade do Brasil na conturbada região.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, mesmo assinalando algumas diferenças que o relatório recomenda sejam tratadas com respeito e tolerância, que abismo entre a visão dos insuspeitos membros da comissão do conselho norte-americanos- e aquela defendida por parte da nossa elite, que insiste em ver o Brasil como um país pequeno (ou, no máximo, para usar o conceito empregado por alguns especialistas, “médio”), que não deve se atrever a contrariar a superpotência remanescente ou se meter em assuntos que não são de sua alçada ou estão além da sua capacidade. Como se a Paz mundial não fosse do nosso interesse ou nada pudéssemos fazer para ajudar a mantê-la ou obtê-la.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em tempo: o estudo citado por Celso Amorim está disponível, em inglês, <a title="Global Brazil and U.S.-Brazil Relations" href="http://www.cfr.org/brazil/global-brazil-us-brazil-relations/p25407" target="_blank">no sítio da CFR</a>.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Fo-complexo-de-vira-lata%2F&amp;title=O%20complexo%20de%20vira-lata" id="wpa2a_8"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/07/o-complexo-de-vira-lata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Wikileaks: A embaixada e a mídia – PARTE I</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/wikileaks-a-embaixada-e-a-midia-%e2%80%93-parte-i/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/07/wikileaks-a-embaixada-e-a-midia-%e2%80%93-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 11:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2085</guid>
		<description><![CDATA[Comentário: a agência Pública tornou-se o parceiro local do Wikileaks e vem divulgando farto material referente ao Brasil. O texto abaixo é a primeira parte de uma análise feita sobre o papel da impensa nas relações internacionais. A pedido da Pública, repórter avaliou como a diplomacia americana usa nossa mídia – e os nossos jornalistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: a agência Pública tornou-se o parceiro local do Wikileaks e vem divulgando farto material referente ao Brasil. O texto abaixo é a primeira parte de uma análise feita sobre o papel da impensa nas relações internacionais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pedido da Pública, repórter avaliou como a diplomacia americana usa nossa mídia – e os nossos jornalistas – como fontes para levantar informações que são enviadas a Washington</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Anselmo Massad, especial para a <a title="WIKILEAKS: A embaixada e a mídia – PARTE I" href="http://apublica.org/2011/07/semana-wikileaks-a-embaixada-e-a-midia-%E2%80%93-parte-i/" target="_blank">Pública</a></em></p>
<div id="attachment_2087" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a href="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/07/WikileaksJornais.jpg"><img class="size-full wp-image-2087" title="WikileaksJornais" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/07/WikileaksJornais.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Wikileaks e o papel da imprensa</p></div>
<p style="text-align: justify;">Boa parte dos 3 mil telegramas da estrutura diplomática dos Estados Unidos no mundo que dizem respeito ao Brasil vazados pelo Wikileaks consiste em resenhas do que foi publicado em jornais e revistas nacionais, chamados no jargão dos diplomatas como “reação da mídia” (“<em>media reaction</em>”).</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda relatos de reuniões com jornalistas, entrevistas concedidas “off the record” (nas quais o repórter compromete-se a não revelar a fonte das informações), conversas casuais que mostram um e bom relacionamento com a mídia. Termos associados à imprensa e menções a grandes veículos noticiosos ocorrem em 1.305 telegramas, 40,8% do total¹.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os jornais, o mais citado como fonte nos telegramas é a Folha de S.Paulo, com 541 menções em 384 mensagens. Comumente qualificado como o “diário de maior tiragem do país”, em algumas ocorrências, o impresso dirigido por Octávio Frias Filho é descrito como o “maior diário esquerdista” ou como “progressista” (“liberal”) no jargão dos telegramas diplomáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo campeão de leitura e atenção por parte dos funcionários da diplomacia é O Estado de S.Paulo, qualificado por diversas vezes como “conservador” e mais frequentemente “de centro-direita”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas buscas pelo nome do jornal, são 480 citações em 317 telegramas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Globo (em 89 mensagens), Valor Econômico (em 84), Jornal do Brasil (em 23) e Correio Braziliense (em 11) são citados a respeito de reportagens e artigos pontuais. Outros diários aparecem com bem menos frequência. O Jornal da Tarde, também do Grupo Estado, surge em 2003 como “jornal regional de esquerda”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as revistas, Veja é a preferida nas leituras dos diplomatas. São 85 referências em 51 telegramas, sem qualquer qualificação além de “semanal”. Em um único episódio, ela é comparada à norte-americana Time. Em outros, como “líder de circulação”. Época é mencionada em nove mensagens (em uma, é classificada como “revista financeira”, em outras como “semanal noticiosa”) e CartaCapital aparece em duas ocasiões, sendo em uma delas, em dezembro de 2004, descrita como “nacionalista de esquerda”.</p>
<p style="text-align: justify;">IstoÉ e IstoÉ Dinheiro são citadas em 16 oportunidades. Em um único episódio, referente à Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, a cobertura da publicação da Editora Três é vista como “geralmente precisa e justa”, embora suas reportagens sejam “mais desequilibradas do que a líder em circulação Veja”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Colunistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poucos colunistas têm prestígio entre os diplomatas como fontes de informação citadas nos telegramas.</p>
<p style="text-align: justify;">O editorialista da Folha Clovis Rossi lidera com 40 menções, restritas a excertos de sua coluna diária. Demétrio Magnoli, “geógrafo” e “sociólogo”, aparece em resenhas de mídia por oito vezes. Miriam Leitão, analista de economia do grupo Globo, é mencionada cinco vezes, como “respeitada”, “altamente influente” e “aclamada”. Dora Kramer aparece por duas vezes, adjetivada como “influente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também duas menções ao recém-eleito imortal da Academia Brasileira de Letras, Merval Pereira, e uma singela citação a Diogo Mainardi. O primeiro é taxado ora como “proeminente”, ora como “realista” e “menos otimista” do que o restante dos analistas de plantão. O segundo, como “popular colunista”, à época em que escrevia para a Veja.</p>
<p style="text-align: justify;">O âncora Boris Casoy, em 2004 na Rede Record, também recebe o adjetivo de “popular” quando é citado condenando o projeto de Conselho Nacional de Jornalistas, proposto pela Federação Nacional da categoria. Um documento assinado pelo embaixador Danilovich reproduz sua fala na TV quando ele taxou a iniciativa de “abominável” e uma “óbvia tentativa de controlar jornalistas e a imprensa”.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Fwikileaks-a-embaixada-e-a-midia-%25e2%2580%2593-parte-i%2F&amp;title=Wikileaks%3A%20A%20embaixada%20e%20a%20m%C3%ADdia%20%E2%80%93%20PARTE%20I" id="wpa2a_10"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/07/wikileaks-a-embaixada-e-a-midia-%e2%80%93-parte-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EUA devem aceitar Brasil como parceiro</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-devem-aceitar-brasil-como-parceiro/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-devem-aceitar-brasil-como-parceiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 11:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2079</guid>
		<description><![CDATA[Os Estados Unidos devem encarar o Brasil como um &#8220;ator internacional complexo&#8221;, cuja influência nas grandes questões mundiais &#8220;crescerá&#8221;, indica um relatório do Council on Foreign Relations (CFR), lançado nesta semana em Nova York. Da RNW Arquivo/RNW Intitulado &#8220;Brasil Global e as relações EUA-Brasil&#8221;, o relatório convida as autoridades americanas a &#8220;reconhecer a posição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os Estados Unidos devem encarar o Brasil como um &#8220;ator internacional complexo&#8221;, cuja influência nas grandes questões mundiais &#8220;crescerá&#8221;, indica um relatório do Council on Foreign Relations (CFR), lançado nesta semana em Nova York.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a title="Foreign Relations: EUA devem aceitar Brasil como parceiro" href="http://www.rnw.nl/portugues/bulletin/foreign-relations-eua-devem-aceitar-brasil-como-parceiro" target="_blank">RNW</a></em></p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2080" class="wp-caption alignright" style="width: 213px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/07/BrasilEUA.jpg"><img class="size-full wp-image-2080" title="BrasilEUA" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/07/BrasilEUA.jpg" alt="" width="203" height="152" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Arquivo/RNW</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Intitulado &#8220;Brasil Global e as relações <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym>-Brasil&#8221;, o relatório convida as autoridades americanas a &#8220;reconhecer a posição do Brasil como ator global, tratar seu surgimento como uma oportunidade para os Estados Unidos trabalharem com o Brasil para desenvolver políticas complementares&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A irrupção do Brasil no cenário mundial deu lugar a relações às vezes tensas com os Estados Unidos, em meio às disputas entre as potências emergentes e os países industrializados em áreas como política monetária, comércio ou a resolução de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É de interesse dos Estados Unidos entender o Brasil como um complexo ator internacional cuja influência nas grandes questões mundiais atuais apenas deverá aumentar&#8221;, afirma o CFR ao resumir as conclusões deste documento preparado por um grupo de 30 especialistas patrocinado por essa organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas recomendam também ao presidente Barack Obama que &#8220;apoie de forma plena a candidatura do país a uma cadeira como membro permanente do Conselho de Segurança da <acronym title='Organização das Nações Unidas'>ONU</acronym>&#8220;, argumentando que desse modo serão superadas &#8220;as persistentes suspeitas&#8221; em relação à sua falta de compromisso em ter uma &#8220;relação madura&#8221; com o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras recomendações são que o Congresso americano inclua &#8220;a eliminação de tarifas alfandegárias para o etanol&#8221; em qualquer projeto que contemple a reforma do regime de crédito impositivo dos biocombustíveis, e que os Estados Unidos deem o &#8220;primeiro passo&#8221; para incluir o Brasil em seu programa de isenção de vistos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Council on Foreign Relations, fundado em 1921 em Nova York, é uma organização americana apartidária dedicada à política externa e que publica a revista Foreign Affairs.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de trabalho do CFR sobre Brasil é presidido pelo ex-secretário americano de Energia Samuel W. Bodman, e pelo ex-presidente do Banco Mundial James Wolfensohn.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Feua-devem-aceitar-brasil-como-parceiro%2F&amp;title=EUA%20devem%20aceitar%20Brasil%20como%20parceiro" id="wpa2a_12"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-devem-aceitar-brasil-como-parceiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EUA não vão dar calote na dívida, garante secretário do Tesouro</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-nao-vao-dar-calote-na-divida-garante-secretario-do-tesouro/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-nao-vao-dar-calote-na-divida-garante-secretario-do-tesouro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 12:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=2042</guid>
		<description><![CDATA[O secretário do tesouro norte-americano, Timothy Geithner, garantiu, neste domingo, que os Estados Unidos não deixarão de pagar sua dívida. Republicanos e democratas não conseguem chegar a um acordo para elevação do teto legal da dívida e o Tesouro afirma que não poderá mais arcar com seus compromissos a partir de 2 de agosto. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O secretário do tesouro norte-americano, Timothy Geithner, garantiu, neste domingo, que os Estados Unidos não deixarão de pagar sua dívida. Republicanos e democratas não conseguem chegar a um acordo para elevação do teto legal da dívida e o Tesouro afirma que não poderá mais arcar com seus compromissos a partir de 2 de agosto.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Ana Carolina Dani &#8211; <a title="EUA não vão dar calote na dívida, garante secretário do Tesouro " href="http://www.portugues.rfi.fr/economia/20110710-eua-nao-vao-dar-calote-na-divida-garante-secretario-do-tesouro" target="_blank">RFI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não vamos nos tornar inadimplentes e os membros do Congresso compreendem isso&#8221;, afirmou Geithner, repetindo que um acordo deve ser encontrado até o dia 2 de agosto. Depois desta data, o Tesouro norte-americano afirma que não poderá mais garantir os compromissos tomados juntos a seus credores no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não há nenhuma possibilidade de dar mais tempo ao Congresso&#8221;, insistiu o secretário norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner, anunciou, neste sábado, que renunciava a chegar a um &#8220;acordo amplo&#8221; sobre a divida com a Casa Branca. Em um comunicado, ele disse que iria, a partir de agora, se consagrar a encontrar medias de &#8220;menor amplitude&#8221; sobre a questão da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">Republicanos e democratas discutem no Congresso um acordo orçamentário que permitiria elevar o teto da dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões (R$ 22,3 trilhões). O Congresso precisa elevar o limite de endividamento do país para evitar que um default, ou seja, suspensão de pagamento, recoloque o país na recessão e derrube os mercados financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas os congressistas não conseguem resolver o impasse. Os democratas insistem que aumentos de impostos sejam considerados, enquanto os republicanos argumentam que isso prejudicaria a já frágil recuperação da economia e exigem cortes de gastos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FMI</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista transmitida neste domingo pela rede de tevê ABC, a nova diretora geral do <acronym title='Fundo Monetário Internacional'>FMI</acronym>, Christine Lagarde, disse que um calote norte-americano teria consequências &#8220;deploráveis&#8221; para os Estados Unidos e para o resto do mundo. Segundo ela, será um &#8220;choque&#8221; e uma &#8220;péssima notícia&#8221; se as negociações entre democratas e republicanos não forem concluídas até o dia 2 de agosto.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F07%2Feua-nao-vao-dar-calote-na-divida-garante-secretario-do-tesouro%2F&amp;title=EUA%20n%C3%A3o%20v%C3%A3o%20dar%20calote%20na%20d%C3%ADvida%2C%20garante%20secret%C3%A1rio%20do%20Tesouro" id="wpa2a_14"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/07/eua-nao-vao-dar-calote-na-divida-garante-secretario-do-tesouro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Irã faz demonstração de força ao lançar 14 mísseis</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/ira-faz-demonstracao-de-forca-ao-lancar-14-misseis/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/06/ira-faz-demonstracao-de-forca-ao-lancar-14-misseis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=1941</guid>
		<description><![CDATA[Comentário: é incrível como as &#8220;Potências Ocidentais&#8221;, em especial aquelas que venceram a Segunda Grande Guerra revestem-se do papel de &#8220;defensores da humanidade&#8221; e &#8220;demonizam&#8221; todos os que se voltam contra esta postura. Diversos países foram listados como integrantes do &#8220;eixo do mal&#8221; exatamente por isto. Não se trata aqui de uma defesa de regimes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: é incrível como as &#8220;Potências Ocidentais&#8221;, em especial aquelas que venceram a Segunda Grande Guerra revestem-se do papel de &#8220;defensores da humanidade&#8221; e &#8220;demonizam&#8221; todos os que se voltam contra esta postura. Diversos países foram listados como integrantes do &#8220;eixo do mal&#8221; exatamente por isto. Não se trata aqui de uma defesa de regimes totalitários como o da Coréia do Norte. Mas não há diferença do tratamento dispensado em Guantánamo pelo &#8220;Grande Irmão&#8221; ou ainda os milhares de civis mortos no Iraque e no Afeganistão em relação ao igual tratamento dispensado pelos países do &#8220;eixo do mal&#8221;. Mas a &#8220;grande opinião pública&#8221; está do lado dos &#8220;defensores da humanidade&#8221;. É necessário visão crítica e entender até que ponto atitudes como esta do Irã são defensivas ou ofensivas. Israel, por exemplo, contra tudo e contra todos, possui armas nucleares &#8211; e a &#8220;grande opinião pública&#8221; bate palmas e aceita a justificativa de auto-defesa. Enquanto isto a população Palestina vive à míngua.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Irã lançou nesta terça-feira testes com 14 mísseis de curto e médio alcance. Os testes foram realizados no segundo dia de exercícios militares iranianos que têm como objetivo mostrar a potência do país para os inimigos Israel e Estados Unidos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da <a title="Irã faz demonstração de força ao lançar 14 mísseis" href="http://www.portugues.rfi.fr/mundo/20110628-ira-faz-demonstracao-de-forca-ao-lancar-14-misseis" target="_blank">RFI</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1942" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><a href="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/06/IraMisseis.jpg"><img class="size-full wp-image-1942" title="IraMisseis" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2011/06/IraMisseis.jpg" alt="Reuters" width="344" height="257" /></a><p class="wp-caption-text">Os Guardiões da Revolucão do Irã testaram 14 mísseis nesta terça-feira, 28/06/2011. </p></div>
<p style="text-align: justify;">Os mísseis de fabricação iraniana foram lançados sobre um mesmo alvo, informou a agência oficial Irna. Treze dos 14 mísseis eram modelos de curto alcance, com capacidade para atingir entre 300 a 500 quilômetros de distância. Um único teste foi realizado com o míssil Ghadr, de médio alcance, que pode atingir alvos a até dois mil quilômetros de distância. Os testes integram os dez dias de exercícios militares “defensivos” realizados todos os anos pelos Guardiões da Revolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do Irã ter afirmado que os exercícios são uma mensagem de paz e de amizade aos países da região, o míssil Ghadr tem capacidade para atingir Israel, inimigo jurado da República islâmica, assim como bases americanas no Oriente Médio. O comandante das forças aéreas iranianas, Amir Ali Hajizadeh, afirmou que hoje que o país está pronto para atacar Israel e os alvos americanos na região.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa de mísseis iraniano preocupa as potências ocidentais que temem que Teerã use essa capacidade balística para lançar eventuais ogivas nucleares. Os Estados Unidos e Israel não descartam uma ação militar contar o Irã caso fracassem as negociações diplomáticas para que o país renuncie ao seu programa nuclear civil, suspeito de ser uma fachada para a produção de armas atômicas. Teerã nega essas acusações.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Fira-faz-demonstracao-de-forca-ao-lancar-14-misseis%2F&amp;title=Ir%C3%A3%20faz%20demonstra%C3%A7%C3%A3o%20de%20for%C3%A7a%20ao%20lan%C3%A7ar%2014%20m%C3%ADsseis" id="wpa2a_16"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/06/ira-faz-demonstracao-de-forca-ao-lancar-14-misseis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil vence Estados Unidos em disputa na OMC sobre suco de laranja</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/brasil-vence-estados-unidos-em-disputa-na-omc-sobre-suco-de-laranja/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/06/brasil-vence-estados-unidos-em-disputa-na-omc-sobre-suco-de-laranja/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 23:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=1807</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil venceu os Estados Unidos em uma disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) envolvendo as tarifas antidumping aplicadas pelos norte-americanos na importação de suco de laranja brasileiro. Os técnicos da OMC examinaram os detalhes do processo e ordenaram a retirada das sobretaxas nos percentuais de 5,26% e 8,13%. Por Renata Giraldi &#8211; Agência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Brasil venceu os Estados Unidos em uma disputa na Organização  Mundial do Comércio (OMC) envolvendo as tarifas antidumping aplicadas  pelos norte-americanos na importação de suco de laranja brasileiro. Os  técnicos da OMC examinaram os detalhes do processo e ordenaram a  retirada das sobretaxas nos percentuais de 5,26% e 8,13%.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Renata Giraldi &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">O prazo dado ao governo dos Estados Unidos para recorrer da decisão do painel da OMC em favor do Brasil acaba hoje (17). Mas diplomatas que acompanham as discussões informaram que os norte-americanos desistiram do recurso. O Itamaraty divulgou um comunicado informando sobre a decisão da OMC e a posição dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Brasil recebe com satisfação essa decisão, que reforça o sistema multilateral de comércio, em geral, e o mecanismo de solução de controvérsias da OMC, em particular&#8221;, informa o texto. “O desfecho exitoso desse litígio confirma o acerto da estratégia brasileira de iniciar o caso na OMC, o qual se somou a casos semelhantes abertos por mais nove membros da organização e contribuiu para consolidar jurisprudência multilateral contrária a essa prática.”</p>
<p style="text-align: justify;">As negociações começaram em setembro de 2009. O Brasil apelou à OMC para analisar o uso, em procedimentos antidumping, do mecanismo denominado zeroing. Por esse instrumento, as operações de venda em que o valor de exportação do produto é superior ao seu valor normal no mercado doméstico são ignoradas no cálculo da margem de dumping.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma otimista, o governo brasileiro indicou, no texto divulgado pelo Itamaraty, que a controvérsia foi encerrada. “O Brasil confia que os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> darão pleno cumprimento às determinações do painel no prazo de nove meses acordado entre as partes para implementação.”</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Fbrasil-vence-estados-unidos-em-disputa-na-omc-sobre-suco-de-laranja%2F&amp;title=Brasil%20vence%20Estados%20Unidos%20em%20disputa%20na%20OMC%20sobre%20suco%20de%20laranja" id="wpa2a_18"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/06/brasil-vence-estados-unidos-em-disputa-na-omc-sobre-suco-de-laranja/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Organização de Cooperação de Shanghai criará novo modelo de cooperação multilateral</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2011/06/organizacao-de-cooperacao-de-shanghai-criara-novo-modelo-de-cooperacao-multilateral/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2011/06/organizacao-de-cooperacao-de-shanghai-criara-novo-modelo-de-cooperacao-multilateral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 12:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/?p=1770</guid>
		<description><![CDATA[Comentário: Durante o auge da &#8220;Guerra Fria&#8221;, os EUA mantinham sua influência através da OTAN e a extinta União Soviética através do Pacto de Varsóvia. Com o esfacelamento da URSS, vários países migraram para a OTAN e o Pacto morreu por &#8220;inanição&#8221;. Com a Organização de Cooperação de Shangai, a China move o tabuleiro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: Durante o auge da &#8220;Guerra Fria&#8221;, os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> mantinham sua influência através da OTAN e a extinta União Soviética através do Pacto de Varsóvia. Com o esfacelamento da URSS, vários países migraram para a OTAN e o Pacto morreu por &#8220;inanição&#8221;. Com a Organização de Cooperação de Shangai, a China move o tabuleiro da influência internacional e se coloca de maneira mais presente como antagonista dos <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym>. Ao declarar que a nova organização não será uma &#8220;Otan Oriental&#8221;, joga para a platéia: o objetivo é exatamente esse&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Declaração de Astana nos dez anos do estabelecimento da Organização de Cooperação de Shanghai, assinada na quarta-feira (15), definiu a futura trajetória do desenvolvimento da entidade. Se afastando da possibilidade de se tornar a chamada &#8220;União Europeia Oriental&#8221; ou a &#8220;Otan Oriental&#8221;, a entidade decidiu criar um novo modelo de cooperação multilateral e os novos conceitos de parceria.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Li &#8211; <a title="Organização de Cooperação de Shanghai criará novo modelo de cooperação multilateral" href="http://portuguese.cri.cn/561/2011/06/16/1s136755.htm" target="_blank">CRI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando do estabelecimento, há dez anos, a Organização de Cooperação de Shanghai tinha como objetivo promover a segurança e o desenvolvimento por meio de cooperação. Passada uma década, a entidade reforça o caráter de estabelecimento de parcerias e vem ganhando influência no palco internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo modelo definido pela Organização tem duas partes principais. Primeiro, para os países membros, a entidade dá prioridade à solução das questões básicas relacionadas à estabilidade e ao desenvolvimento econômico da região. Os projetos de cooperação definidos na Declaração nos 10 Anos são concretos e pragmáticos, tanto nas áreas de segurança, como nos campos econômico ou humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, sendo uma organização internacional, a entidade reforça o papel positivo na democratização das relações internacionais, posicionando-se nas questões do Afeganistão, do Oeste Asiático e do Norte da África. Se opondo à interferência de forças armadas e se posicionando à favor do reforço do papel das Nações Unidas nas disputas, a Organização de Cooperação de Shanghai já se cresceu como uma força construtora da paz regional.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração destina grande espaço às análises dos panoramas internacional e regional. O que mostra que para a entidade, o maior desafio no futuro será as complexas transformações internacional e regional. A organização já se prepara para enfrentar as diversas dificuldades com uma atitude mais ativa. Segundo a declaração, o bloco continuará dando prioridade à cooperação em segurança e economia, em particular nas áreas estreitamente relacionadas com o bem-estar da população.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização de Cooperação de Shanghai é a única organização internacional que foi batizada com o nome de uma cidade chinesa e que tem seu secretariado no território chinês.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a cúpula de Astana, capital do Cazaquistão, a China assumiu a presidência rotativa da organização e definiu os anos 2011 e 2012 como Anos de Boa Vizinhança para a entidade, na busca para intensificar intercâmbios entre os países membros. Outro trabalho que a China quer destacar é a cooperação econômica, com o fim de melhorar o nível de vida das populações. Por fim, nos próximos dias, a organização vai mostrar mais &#8220;caráter da Ásia e do Pacífico&#8221;, tal como disse na declaração, o bloco é capaz de promover a formação da estrutura de segurança e de cooperação da Ásia e do Pacífico.</p>
<p style="text-align: justify;">A década seguinte é o período chave para a Organização de Cooperação de Shangai. O bloco terá mais progresso com a implementação do novo modelo de cooperação multilateral.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2011%2F06%2Forganizacao-de-cooperacao-de-shanghai-criara-novo-modelo-de-cooperacao-multilateral%2F&amp;title=Organiza%C3%A7%C3%A3o%20de%20Coopera%C3%A7%C3%A3o%20de%20Shanghai%20criar%C3%A1%20novo%20modelo%20de%20coopera%C3%A7%C3%A3o%20multilateral" id="wpa2a_20"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.araujosam.net/2011/06/organizacao-de-cooperacao-de-shanghai-criara-novo-modelo-de-cooperacao-multilateral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

