Arquivo

Textos com Etiquetas ‘educação’

Mercadante assume com proposta de iniciar pacto nacional pela educação

Ao assumir o Ministério da Educação nesta terça-feira, 24, Aloizio Mercadante fez um relato sobre sua trajetória. Começou dizendo que ocupou importantes cargos no Legislativo, mas que é, acima de tudo, economista e professor. “Essa é a minha verdadeira identidade. Todos os cargos que ocupei, tudo o que fiz, fiz com base nessa profunda e definitiva identidade.”

Por Ionice Lorenzoni – Ascom/MEC

E foi a favor dos professores da educação básica pública que Mercadante assumiu, na condição de ministro, o compromisso de iniciar um diálogo com governadores e prefeitos, para que o piso salarial da categoria se torne realidade em todo o território nacional. Com essa iniciativa, ele pretende melhorar não só a remuneração, mas também as condições de trabalho e da carreira docente.

Outro tema que vai merecer atenção especial é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), lançado pela presidenta Dilma Rousseff no ano passado. “Esse será um dos mais importantes objetivos estratégicos de minha gestão”, explicou.

E para que mais jovens concluam a educação básica e tenham acesso ao ensino superior, Mercadante anunciou que vai trabalhar para fazer um pacto nacional pela educação, que envolva a sociedade civil, os empresários, as famílias e as três esferas de governo. “De fato, a educação precisa se transformar numa espécie de saudável obsessão nacional, que mobilize a todos”, disse.

Leia mais…

Share
Categories: Política Tags:

Governo estuda aumentar tempo que aluno fica na escola

Comentário: Há tempos venho comentando que o caminho natural será a implantação da escola integral. A explicação é simples: com a redução da taxa de natalidade, haverá o momento em que teremos mais “salas de aula que alunos”, e mais “professores que alunos”. Uma forma de racionalizar o “uso” desses dois recursos, professor e sala de aula, será dobrar a carga horária diária dos alunos na escola. É certo que o ritmo de crescimento populacional não é uniforme em todo o país mas já há regiões onde a escola integral pode ser implantada com ônus mínimo ao Estado. Os governantes de plantão e que tiverem a perspicácia para detectar essa tendência irão colher bons frutos como os “criadores da escola integral”. Será o salto necessário e quiçá definitivo para melhora da qualidade do ensino. É um dos benefícios do chamado “bônus demográfico”.

O Ministério da Educação e entidades do setor estudam aumentar o número de horas do aluno na escola. As possibilidades em análise são elevar a carga horária diária, que hoje é de quatro horas, ou ampliar o número de dias letivos, atualmente definido em 200 dias, informou o ministro Fernando Haddad.

Por Carolina Pimentel – Agência Brasil

Atualmente, a criança ou o adolescente deve ficar 800 horas por ano na sala de aula, carga considerada baixa quando comparada à de outros países, segundo Haddad.

“O aprendizado está relacionado à exposição ao conhecimento. Há um consenso no Brasil de que a criança tem pouca exposição ao conhecimento seja porque a carga horária diária é baixa ou porque o número de dias letivos é inferior ao de demais países”, disse o ministro, após participar da abertura do Congresso Internacional Educação: uma Agenda Urgente, promovido pelo movimento Todos pela Educação.

Para manter o estudante mais tempo na escola, Haddad avalia antecipar a meta de ter metade das escolas públicas funcionando em regime integral, prevista para ser cumprida até 2020, ou até mesmo enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional. “Não vamos encaminhar projeto de lei antes de receber o aval daqueles que vão executar isso. A ideia é aumentar o número de horas por ano que a criança fica sob a responsabilidade da escola”, explicou.

O estudo está sendo feito em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

O ministro reconhece que a medida exigirá mais recursos da pasta. Segundo ele, uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em discussão no Congresso Nacional, é elevar para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) os investimentos no setor. O novo PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir até 2020.

Share
Categories: Política, Variedades Tags:

Curso de Medicina da USP se mantém entre os 100 melhores do mundo

A universidade de Xangai divulgou neste domingo o ranking das 500 melhores instituições universitárias do planeta. O topo da lista continua dominado pelas faculdades norte-americanas, que ocupam sete dos dez primeiros lugares na classificação. O curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), que ficou na 76ª posição, é o único brasileiro do top 100.

Por Silvano Mendes – RFI

A faculdade de medicina da USP ficou no 76° lugar do ranking organizado pela Universidade de Xangai, que desde 2003 seleciona as 500 melhores instituições universitárias do mundo. A USP ficou na 102ª posição na classificação geral. A lista das brasileiras é completada pela Unicamp (201ª), a Unesp de São Paulo e as Federais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, que empataram na 301ª posição, e a Federal do Rio Grande do Sul, no 401° lugar da classificação geral.

Das 500 universidades selecionadas, 151 são norte-americanas, 39 alemãs e 37 britânicas. Segundo a pesquisa, as quatro melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, com Harvard em primeiro lugar, Stanford em segundo, MIT em terceiro e Berkeley em quarto. Em quinta posição vem a britânica Cambridge, seguida por mais quatro norte-americanas, e outra britânica – Oxford –, que aparece na décima posição.

A supremacia “anglo-britânica” só é quebrada a partir do vigésimo lugar da lista, pela Universidade de Tóquio (21ª), que caiu uma posição com relação ao ranking de 2010. Já os chineses estão cada vez mais presentes. Com 35 estabelecimentos em 2011 (contra 22 no ano passado), o país asiático já é o quarto na classificação geral em número de instituições. Já a França, conhecida por sua tradição universitária, conta apenas com três estabelecimentos no top 100. A Sorbonne não faz parte do top 500.

Críticas

O ranking realizado pela Universidade de Xangai vem sendo alvo de algumas críticas, principalmente quanto aos critérios de avaliação que, segundo os opositores do método, valorizam mais a pesquisa que a qualidade do ensino. Para realizar sua classificação, a comissão chinesa leva em conta o número de prêmios Nobel conquistados pela instituição, as medalhas Fields (uma espécie de Nobel da matemática) e os artigos publicados pelos pesquisadores em revistas científicas em inglês, o que excluiria várias instituições.

Veja o Ranking 2011

Share
Categories: Variedades Tags:

Mais quatro universidade federais serão instaladas em estados das regiões Norte e Nordeste

O país vai ganhar mais quatro universidades federais, além de 120 campi dos institutos federais previstos no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O anúncio será feito pela presidenta Dilma Rousseff, na próxima terça-feira (16), durante o evento de lançamento da terceira fase do programa de expansão da Rede Federal de Educação Superior, disse ontem (11) o ministro da Educação, Fernando Haddad, ao participar do programa Mulheres Mil, no Ministério da Educação.

Por Amanda Cieglinski – Agência Brasil

A Bahia vai receber duas novas universidades federais, o Ceará uma e o Pará outra. Haddad não deu mais detalhes sobre a terceira fase do programa de expansão, mas informou que esta terceira fase tem um recorte específico e é de porte menor em relação às duas etapas anteriores, que dobraram as vagas nas instituições federais. O ministro também preferiu deixar para a presidenta o anúncio dos estados que receberão as escolas técnicas que, na verdade, são novos campi de institutos federais existentes.

Dentro do Pronatec, Dilma Rousseff ainda vai inaugurar 81 escolas que começaram a ser construídas no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Somadas às 214 inauguradas por Lula e às 140 que funcionavam antes de 2002, a previsão é que a rede seja ampliada para 600 unidades escolares administradas pelos 38 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

Share
Categories: Variedades Tags:

MEC proíbe instituições não educacionais de oferecer cursos de pós-graduação

Por Amanda Cieglinski – Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) publica hoje (4) novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu (em sentido amplo). A partir de agora, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas e hospitais –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério. Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.

“O que essas instituições buscavam sempre era o carimbo do MEC, transformando o credenciamento da instituição em um aval de qualidade do ministério em relação aos cursos que elas ofereciam”, diz o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Luís Fernando Massonetto. “E isso causava sempre um certo incômodo ao MEC, porque o fato de você autorizar o funcionamento não significa que chancela o curso, no sentido de indicar que ele seja feito por alguém.”

As organizações continuarão podendo oferecer os seus cursos. No entanto, eles serão considerados cursos livres, e não uma pós-graduação. A matrícula e o diploma de especialização serão assegurados aos alunos matriculados nesses cursos até 31 de julho passado. “O valor da pós-graduação lato sensu é muito dado pelo o que o mercado considera sobre aquele título. Em algumas áreas, o curso livre hoje é mais valorizado do que um de especialização”, assinala o secretário.

Ficam excluídas as chamadas escolas de governo que são criadas e mantidas pelo Poder Público. A saída indicada pelo MEC às instituições não educacionais é transformar o curso lato sensu em mestrado profissional. Essa modalidade da pós-graduação é gerenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem um perfil de formação mais voltado para o mercado de trabalho, não sendo necessário ser uma instituição educacional para oferecê-la. Esses cursos deverão ser submetidos aos processos de avaliação do órgão.

“Há a vantagem de ter o acompanhamento e o selo Capes, que têm uma importância muito grande. Os bons cursos lato sensu hoje já têm quase todas as características de um mestrado profissional, com uma ou outra adaptação. É muito mais conveniente que esse curso seja ministrado como mestrado com essa garantia do que ficar como se fosse um curso livre, que não é continuamente avaliado”, observa o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

No caso da pós lato sensu, para receber o credenciamento especial do MEC, as instituições não educacionais tinham que atender a algumas exigência como carga horária mínima de 360 horas e pelo menos 50% do corpo docente formado por mestres ou doutores. Para criar um mestrado profissional , as regras são diferenciadas. A resolução da Capes que regula a modalidade fala apenas em “ apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação.”

Share
Categories: Variedades Tags:

Estudante brasileiro ganha medalha de ouro em Olimpíada Internacional de Informática

Pela primeira vez, um estudante brasileiro conquistou medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Informática. Aluno da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza terminou a competição, que este ano foi na Tailândia, como terceiro colocado geral, com 598 de 600 pontos possíveis.

Da Agência Brasil

Mais três brasileiros conquistaram medalhas na olimpíada, todas de bronze. No total de medalhas, o Brasil superou concorrentes como a Inglaterra, França, o Canadá e a Alemanha, equipes com tradição na competição, segundo a Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

Os estudantes brasileiros foram selecionados durante a Olimpíada Brasileira de Informática, organizada pela SBC e pelo Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe do Brasil concorreu com mais de 300 estudantes, de cerca de 80 países.

Share
Categories: Variedades Tags:

Governo vai realizar concurso para atrair cientistas estrangeiros para o país

Por Yara Aquino – Agência Brasil

O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse hoje (14) que o governo irá lançar ainda este ano concurso público para atrair cientistas estrangeiros. A intenção, segundo Mercadante, é que parte das vagas do concurso seja destinada aos profissionais de outros países. “O Brasil hoje investe, cresce, tem estabilidade. Tivemos uma diáspora de cérebros no passado e agora queremos atrair”, disse.

Com a desaceleração da economia na Europa e nos Estados Unidos, vem crescendo o desemprego de cientistas que trabalham em centros de excelência dessas regiões, segundo relatou o ministro. A intenção é atrair esses profissionais.

Mercadante declarou também que ainda este mês a presidenta Dilma Rousseff lançará o programa Ciência sem Fronteiras, que irá destinar 75 mil bolsas a estudantes de graduação e pós-graduação em áreas estratégicas para especialização em outros países. “Em julho a presidenta vai lançar 75 mil estudantes brasileiros no estudo de ciência, principalmente na área de engenharia, tecnologia e ciências básicas”.

As declarações de Mercadante foram feitas após participar de reunião no Palácio do Planalto com a presidenta Dilma Rousseff e o neurocientista Miguel Nicolelis. O neurocientista apresentou à presidenta vários projetos, entre eles o Escola sem Fronteiras que objetiva levar a educação científica a 12 localidades do país. Em agosto, Nicolelis apresentará ao governo o detalhamento dos projetos para a captar recursos públicos.

Share
Categories: Tecnologia Tags: ,

STJ determina pagamento de indenização a alunos de curso que não era reconhecido pelo MEC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou decisão do Judiciário alagoano que determinou o pagamento de indenização a alunos que cursaram uma pós-graduação que não era reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). A Universidade Salgado de Oliveira deverá pagar a cada ex-aluno uma indenização por danos morais correspondente ao dobro do que foi gasto com mensalidade, além de R$ 2,5 mil.

Por Amanda Cieglinski - Agência Brasil

Apesar da recomendação do MEC para que os alunos se informem sobre a regularidade dos cursos e das instituições antes de fazer a matrículas, casos como esse ainda são comuns. Para iniciar suas atividades, o estabelecimento de ensino precisa ser credenciado e os cursos, autorizados. Posteriormente, o curso é avaliado pelo ministério e pode receber ou não o reconhecimento que garantirá a validade do diploma.

Segundo o advogado Dave Prada, especialista em direito educacional, quando a instituição não deixa claro para o aluno que a situação do curso aina não está completamente regularizada, a Justiça tem concedido ganho de causa aos estudantes. “Quando a faculdade tem autorização para o curso, mas não consegue o reconhecimento por motivos que não sejam uma falha dela e ela deu ciência ao aluno na hora da matrícula de que o curso não estava reconhecido, aí o ônus é do aluno”, explica.

Pela lei, a instituição de ensino é obrigada a prestar todas as informações sobre o processos de autorização e regulação de cada curso. Esses dados também podem ser consultados no site do MEC. Tanto as informações sobre a regularidade quanto o desempenho nas avaliações aplicadas pelas pasta estão disponíveis por meio do Cadastro e-MEC.

Prada avalia que a decisão do STJ foi importante e protege o aluno. “Infelizmente essa fiscalização o MEC não consegue fazer. Ele é o órgão regulador e deveria fiscalizar.” O advogado recomenda aos alunos que tenham sido prejudicados em casos semelhante que procurem o Ministério Público para denunciar a irregularidade. “A recomendação é que sempre procurem saber seus direitos antes de ingressar na faculdade para não ter prejuízos maiores”, orienta.

Share
Categories: Variedades Tags: ,

CNE estuda revisão de regras para revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil

A presidenta Dilma Rousseff prometeu para o segundo semestre o lançamento do programa que pretende levar 75 mil estudantes brasileiros ao exterior com bolsas de mestrado, doutorado e graduação.

Por Amanda Cieglinski – Agência Brasil

Diante desse cenário de expansão da internacionalização do ensino superior, o Conselho Nacional de Educação (CNE) começa a discutir a revisão das regras para revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil. Hoje, o processo é burocrático e longo e, muitas vezes, quem retorna ao país depois de uma temporada de estudos no exterior não consegue ter o documento reconhecido, o que dificulta a atuação profissional em algumas áreas.

Atualmente o processo ocorre de forma descentralizada: a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) determina que cabe às universidades públicas a tarefa de validar os diplomas obtidos em instituição estrangeira, seja de graduação, mestrado ou doutorado. Cada uma delas estabelece critérios próprios que podem incluir análise do currículo, prova ou mesmo a exigência de que o aluno curse disciplinas extras no Brasil. Em alguns casos, o estudante dá entrada no processo em mais de uma instituição para aumentar a chance de obter o diploma.

De acordo com o professor Paulo Barone, membro da Câmara de Educação Superior do CNE, as discussões ainda estão no começo, mas há o entendimento de que a revisão dessas regras é necessária. “Por um lado há uma necessidade de pautar o processo por critérios de qualidade, por outro, uma dispersão de atividades, com critérios e concepções completamente diferentes dentro das instituições, o que torna o processo de revalidação excessivamente ineficaz”, avalia.

Leia mais…

Share
Categories: Variedades Tags:

Dilma diz que governo não deve fazer “propaganda de opções sexuais”

Por Yara Aquino – Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (25) que não concorda com o conteúdo do kit de combate à homofobia que seria distribuído nas escolas públicas de ensino médio por não atender ao objetivo de combater a discriminação contra homossexuais. Na avaliação de Dilma, o governo não deve fazer propaganda de opções sexuais.

“O governo defende a educação e a luta contra práticas homofóbicas, no entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais, nem podemos interferir na vida privada das pessoas. O governo pode, sim, ensinar que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas contra os diferentes”, disse, após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.

Dilma relatou que assistiu apenas um trecho de um dos três vídeos produzidos para integrar o kit e que vazaram na internet. Ela reiterou que a questão será revisada pelo governo. “É uma questão que o governo vai revisar, não haverá autorização para esse tipo de política de defesa A, B ou C. Agora, lutamos contra a homofobia.”

Ontem (25), depois de reunião entre a bancada religiosa e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, o governo informou que decidiu suspender todas as produções que estavam sendo editadas pelos ministérios da Saúde e da Educação sobre a questão da homofobia.

Share
Categories: Política Tags: ,