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Brasil ganha com a posse do novo ministro da ciência e tecnologia

O Brasil ganha com a posse do novo Ministro da Ciência e Tecnologia, o Dr. Marco Antônio Raupp é um técnico competente, que conhece bem a área de inovação tecnológica, atual Presidente da Agência Espacial Brasileira e que exerceu anteriormente o cargo de Diretor Geral do Parque Tecnológico de São José dos Campos – SP, considerado um polo de desenvolvimento da inovação científica do Brasil, também foi ex-reitor da Universidade de São Carlos.

Por Welinton Santos – no Pravda.ru

No currículo, além de PhD em Matemática e graduado em Física, conta com uma larga trajetória no meio acadêmico científico, presidente licenciado da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi presidente da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC) e conselheiro e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Raupp exerceu as atividades de pesquisador titular do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), professor da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador titular do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e professor associado no Instituto de Matemática e Estatística da USP (IME/USP).

Foi diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), diretor do INPE e do Instituto Politécnico da Universidade do Rio de Janeiro (IPRJ/UERJ). Recebeu o título de Comendador pela Ordem do Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores, e de Grão-Cruz pela Ordem Nacional do Mérito Científico, do Ministério da Ciência e Tecnologia. Raupp é membro titular da Academia Internacional de Astronáutica (IAA) e já participou do Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Conselho Nacional da Ciência e Tecnologia (CCT).

Em dezembro de 2010 recebeu da atual presidente Dilma Rousseff a missão de reorganizar o Programa Espacial Brasileiro. O cientista se dedicou em três frentes: o projeto Cyclone, para o lançamento de um foguete ucraniano da base de Alcântara (MA); o desenvolvimento do satélite geoestacionário de comunicações; e a correção de rota para a concepção de um foguete brasileiro, o VLS.

Quando conversamos a respeito do seu trabalho no Parque Tecnológico de São José dos Campos, fiquei contente com a sua postura profissional e sinto-me seguro quanto à competência deste grande pesquisador e colaborador da ciência brasileira que acaba de receber um novo desafio. Parabenizo e acredito no sucesso desta nova empreitada.

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Reciclagem de dióxido de carbono

A contribuição do excesso de emissão de dióxido de carbono (CO2) para as mudanças climáticas globais tem levado a comunidade científica a buscar formas mais eficientes para estocar e diminuir o lançamento do composto para a atmosfera.

Por Elton Alisson – Agência FAPESP

Pesquisadores da Unesp de Presidente Prudente descobrem molécula capaz de capturar o gás atmosférico e convertê-lo em compostos que poderão ser utilizados no futuro por indústrias químicas (reprodução)

Um novo estudo realizado por pesquisadores do Laboratório de Química Orgânica Fina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Presidente Prudente, abre a perspectiva de desenvolvimento de tecnologias que possibilitem capturar quimicamente o gás atmosférico e convertê-lo em produtos que possam ser utilizados pela indústria química para substituir reagentes altamente tóxicos utilizados hoje para fabricação de compostos orgânicos usados como pesticidas e fármacos.

Derivadas de um projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes, as descobertas do trabalho, intitulado “Estudo da fixação e ativação da molécula de dióxido de carbono com bases nitrogenadas”, foram publicadas na revista Green Chemistry, da The Royal Society of Chemistry.

O estudo demonstrou, pela primeira vez, que uma molécula, denominada DBN (uma base orgânica nitrogenada), é capaz de capturar dióxido de carbono, formando compostos (carbamatos) que podem liberar CO2 seletivamente a temperaturas moderadas. Dessa forma, a molécula poderá ser utilizada como modelo para pesquisas sobre a captura seletiva de dióxido de carbono de diversas misturas de gases.

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Moléculas de oxigênio são detectadas no espaço

Cientistas usando o Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), confirmaram a descoberta de moléculas de oxigênio no espaço. As moléculas foram identificadas no complexo formador de estrelas da constelação de Órion.

Da Agência FAPESP

Átomos individuais de oxigênio no espaço são comuns, especialmente em torno de estrelas de grande massa. Mas moléculas de oxigênio, que compõem cerca de 20% do ar que é respirado na Terra, até agora não haviam sido descobertas fora do planeta.

“O gás oxigênio foi descoberto nos anos 1770, mas foram precisos mais de 230 anos para que finalmente pudéssemos dizer que essa molécula tão simples existe no espaço”, disse Paul Goldsmith, chefe da colaboração norte-americana à missão no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.

Os cientistas estimam que o oxigênio esteja preso em gelo que cobre minúsculos grãos de poeira. O oxigênio teria sido formado depois que a luz da uma estrela aqueceu os grãos gelados, liberando água e, consequentemente, as moléculas de oxigênio.

A análise espectral feita pelo grupo não identificou grandes quantidades de oxigênio, mas os pesquisadores estimam que a forma molecular deva ser abundante no espaço – ainda que escondida em grãos de poeira gelados, como os que foram avaliados no estudo.

Mais informações: www.esa.int/SPECIALS/Herschel/index.html

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Fóssil descoberto na China derruba teoria e sugere que ‘avô dos pássaros’ na evolução era dinossauro

A descoberta de um fóssil na China fez cair por terra uma velha teoria sobre o Archaeopteryx, espécie considerada elo de ligação entre os dinossauros e os pássaros. Segundo o estudo divulgado pela revista Nature, o ancestral das aves faria parte do primeiro grupo.

Da BBC Brasil

O Archaeopteryx foi classificado como ave após o lançamento de A Origem das Espécies de Darwin

A razão da reviravolta é um fóssil encontrado na região de Liaoning, na China, batizado de Xiaotingia zhengi. Acredita-se que o animal viveu no período jurássico, entre 145 e 160 milhões de anos atrás.

Mais bem conservado que o Archaeopteryx, ele revela que apesar das penas, o animal tinha “garras nas pontas de suas patas dianteiras e dentes afiados”.

Segundo a revista, “o Archaeopteryx tem sido colocado na base da árvore de evolução dos pássaros. Ele tem características que o ajudam a ser definido como um pássaro, como braços longos e robustos (equivalente às asas)”.

Porém, análise do Instituto Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia de Pequi, liderada pelo cientista Xing Xu, mostrou que o Xiaotingia está mais próximo de dinossauros como o Velociraptor e o Microraptor do que de pássaros primitivos.

Logo, os cientistas chineses classificaram o Xiaotingia no grupo Deinonychosauria, de dinossauros, e não no Avialae, que reúne aves.

Segundo os chineses, as características que os levaram a fazer a troca foi a constatação de que o Xiaotingia possuia focinho menor e uma expansão da região que fica atrás da cavidade ocular, marcas encontradas no Microraptor, mas não nas aves do grupo Avialae.

Darwin

Descoberto em 1861, pouco tempo depois da publicação de A Origem das Espécies, de Charles Darwin, que revolucionou a paleontologia, o fóssil do Archaeopteryx não demorou para ser classificado como o “elo perdido” entre os pássaros e os dinossauros.

Para o cientista chinês, “ a classificação do Archaeopteryx foi resultado tanto da história quando da escassez de material mostrando a transição de dinossauros para pássaros”.

Para o paleontólogo da Universidade de Ohio Lawrence Witmer, o “Archaeopteryx era considerado uma ave porque tinha penas e nenhum outro tinha. Depois, em outros animais, dedos, mãos e penas passaram a ser descobertos”, diz, explicando a mudança de referencial para considerarem um animal ave ou não.

Para Thomas Holtz, da Universidade de Maryland, ainda não há palavra final sobre o assunto, já que novas descobertas podem levar a outras conclusões.

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Brasil deve aumentar investimentos em robótica, defende professor

Por Alana Gandra – Agência Brasil

O Brasil deve aproveitar o potencial em áreas como agricultura e exploração de petróleo na camada pré-sal para investir na indústria de robótica, defende o professor Marco Henrique Terra, da Universidade de São Paulo em São Carlos (USP São Carlos). “São dois setores que, economicamente, podem resultar em algo viável para se investir em robótica”, ressaltou.

Segundo ele, comparada à situação de países desenvolvidos, o Brasil não ocupa uma boa posição no que se refere a esse tipo de teconolgia. O professor destacou que, no entanto, no país há uma série de iniciativas pontuais que, se forem incentivadas, poderão trazer resultados favoráveis.

“Acredito que no médio e longo prazos, se a gente conseguir focar em determinados setores específicos, em que o Brasil tem potencial econômico para competir, a gente possa obter alguma coisa.”

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Modelo brasileiro contribui para diálogo das civilizações, diz Gilberto Freyre Neto

Em entrevista à Rádio ONU, superintendente-geral da Fundação Gilberto Freyre afirma que reunião de várias etnias e culturas mostra realidade de uma convivência pacífica.

Por Mônica Villela Grayley – Rádio ONU

O modelo de civilização brasileira pode ser tomado como exemplo na construção de um diálogo entre civilizações.

A opinião é do superintendente-geral da Fundação Gilberto Freyre. Durante uma visita recente à sede da ONU, em Nova York, Gilberto Freyre Neto afirmou que a obra do avô ainda é atual quando se fala de mais entendimento entre povos e culturas.

Heranças

A ONU apoia a iniciativa da Aliança das Civilizações, idealizada por Turquia e Espanha, para aproximar o Ocidente do Oriente.

Nesta entrevista à Rádio ONU, Gilberto Freyre Neto, disse que as heranças africana, europeia e indígena do Brasil, além da contribuição dos imigrantes nos últimos séculos são uma receita de sucesso na convivência entre diferentes povos.

“Essas diversidades, esses aglomeramentos sócio-culturais provocam diálogos com as origens geográficas de todos estes povos. Mas também com povos de origem africana, asiática. Então, você tem uma relação muito íntima de hábitos absorvidos pela população brasileira, que são muitas vezes de islâmica ou de origem oriental. E é dentro desta grande mistura que Gilberto escreve boa parte de sua obra. Ele levanta estas considerações todas e oferta modelos de convivência muito pacífica entre estes atos”, afirmou.

A Fundação Gilberto Freyre administra o legado do antropólogo, autor do clássico “Casa-Grande & Senzala”.

A Aliança das Civilizações, das Nações Unidas, é dirigida pelo ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio.

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Laser vivo: célula humana emite raios laser

Do sítio Inovação Tecnológica

O laser biológico será útil para a criação de interfaces entre a eletrônica e os organismos biológicos, incluindo as próteses inteligentes, as interfaces neurais e os exoesqueletos. Imagem: Gather/Yun

Cientistas criaram um laser vivo, dando a uma célula humana a capacidade para emitir luz laser.

Embora encontrando cada vez mais usos na área da saúde, a emissão dos raios laser sempre esteve associada com materiais inertes, como cristais, espelhos e lentes.

Agora, pela primeira vez, cientistas demonstraram que um organismo biológico é capaz de emitir laser.

Laser vivo

Malte Gather e Seok Hyun Yun, trabalhando juntos no Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, modificaram geneticamente uma célula para que ela expressasse a proteína fluorescente verde, a chamada GFP (Green Fluorescent Protein).

A luz emitida por essa proteína é não-coerente – como a luz de uma lâmpada. Mas os cientistas transformaram-na na base para a geração da luz laser a partir da célula onde ela está implantada.

O isolamento da GFP valeu o Prêmio Nobel de Química de 2008 aos cientistas que trabalharam para que ela se tornasse um instrumento incomparável nas pesquisas biológicas e médicas e uma das principais ferramentas da engenharia genética.

Saiba mais: Massa cinzenta cerebral fotografada em cores

Os dois pesquisadores agora usaram essa proteína para amplificar os fótons, transformando uma única célula em uma fonte de laser, que emite pulsos com duração de alguns nanossegundos cada um.

Os lasers pulsados são importantes em aplicações que vão dos vídeos holográficos à destruição de vírus no sangue, embora ainda não esteja claro se o laser vivo poderá ter utilidade tão ampla.

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Alcântara inicia série de lançamentos de foguetes de treinamento

Do MCT

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no Maranhão, realiza, a partir da próxima segunda-feira (13) a Operação Falcão I, com o lançamento de dois Foguetes de Treinamento (FTB). Esta é a primeira de uma série de lançamentos planejada para este ano. A primeira fase termina no dia 22. As segunda e terceira fases estão previstas, respectivamente, entre os dias 1 e 10 de agosto, e de 24 de outubro a 2 de novembro. No total serão lançados quatro FTB.

“O objetivo é desenvolver e certificar foguetes instrumentados para treinamento do CLA e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) visando o aprimoramento e a manutenção da capacidade operacional para o cumprimento das atividades previstas no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE)”, explica o diretor do CLA, coronel aviador Ricardo Rodrigues Rangel.

Os treinamentos proporcionados pelas campanhas de lançamento dos veículos FTB, segundo o diretor do CLA, viabilizam a preparação do Centro de Lançamento de Alcântara para operações de maior porte, com é o caso do VLS (Veículo Lançador de Satélites, uma família de foguetes desenvolvida no Brasil com a finalidade de colocar um satélite na órbita da Terra.) e do Cyclone 4 (foguete lançador de satélites desenvolvido pela Ucrânia).

O coronel Ricardo Rangel explica que essas operações são fundamentais para os Centros de Lançamento, pois permitem o treinamento das equipes técnicas, a manutenção dos meios operacionais e a identificação de novos procedimentos técnicos, incluindo as áreas de preparação, integração, lançamento, rastreio, coordenação operacional, meios aéreos e marítimos de esclarecimento, mecanismos de resgate e evacuação aeromédica, segurança de superfície e de vôo.

“Só para ter uma idéia da importância dos foguetes de treinamento, antes de se realizar um lançamento do VLS, todos os meios operacionais deverão ser testados, inclusive o sistema de terminação de vôo, que poderá ser avaliado com o lançamento de um Foguete de Treinamento Intermediário, que é equipado com telemetria na banda “S”, transponder na banda “C” e sistema de terminação de vôo, além de 30kg disponíveis para experimentos”, afirma o coronel Ricardo Rangel.

Os FTB têm comprimento total de 3,05 m, tempo de queima de 4s e um peso total de 68,3 Kgf. Na Operação Falcão I não serão levados experimentos a bordo em nenhum dos dois foguetes, embora haja disponibilidade de 5 kg de carga útil em cada lançamento, com possibilidade de transmissão dos dados via telemetria para as estações de solo.

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Peles de sapos podem tratar mais de 70 doenças, dizem cientistas

Cientistas da Queens University, em Belfast, na Irlanda do Norte, ganharam um prêmio pela pesquisa sobre o uso de pele de anfíbios como pererecas e sapos, que pode levar à criação de novos tratamentos para mais de 70 doenças.

Da BBC Brasil

Proteína da pele da 'Phyllomedusa sauvagii' pode inibir crescimento de vasos sanguíneos

A pesquisa, liderada pelo professor Chris Shaw, da Escola de Farmácia da universidade, identificou duas proteínas nas peles dos anfíbios que podem regular o crescimento de vasos sanguíneos.

Uma proteína da pele da perereca Phyllomedusa sauvagii (Hylidae) inibe o crescimento de vasos sanguíneos e pode ser usada para matar tumores cancerígenos.

Shaw informou que a maioria destes tumores apenas pode crescer até um certo tamanho, antes de precisarem de vasos sanguíneos fornecedores de oxigênio e nutrientes.

“Ao paralisarmos o crescimento dos vasos sanguíneos, o tumor terá menos chance de crescer e, eventualmente, vai morrer”, disse. “Isto tem o potencial de transformar o câncer de doença terminal em condição crônica”, acrescentou.

Na segunda-feira, os cientistas receberam o prêmio Medical Futures Innovation, em Londres.

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Proteção bacteriana

Por Fábio de Castro – Agência FAPESP

Estudo publicado na Science, com participação brasileira, mostra como plantas exploram combinação específica de bactérias do solo para se proteger de patógenos. Trabalho identificou 33 mil microrganismos (reprodução)

Os chamados “solos supressivos” são ecossistemas naturalmente especiais: nesse tipo de solo, mesmo que os agentes patógenos persistam, eles causam pouquíssimo dano às plantas. No entanto, os microrganismos e mecanismos responsáveis por essa característica são pouco conhecidos.

Utilizando uma técnica metagenômica, um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, identificou uma série de bactérias e genes envolvidos no fenômeno.

Os dados, publicados na revista Science, indicam que, sob um ataque de patógenos, as plantas, a fim de se proteger contra infecções, podem explorar uma combinação de micróbios específica contida no solo.

O primeiro autor do artigo, Rodrigo Mendes, atualmente pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Meio Ambiente, participou do estudo durante seu pós-doutorado na Universidade de Wageningen, na Holanda, entre 2009 e 2010. Entre 2003 e 2008, Mendes cursou o doutorado na Universidade de São Paulo (USP), com Bolsa da FAPESP.

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