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	<title>Blog Sandro Araújo</title>
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	<description>Economia, Polí­tica, Opinião, Variedades...</description>
	<pubDate>Fri, 02 May 2008 15:48:13 +0000</pubDate>
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		<title>O país sem Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>

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O que fascina na discuss&#227;o do terceiro mandato &#233; saber como ser&#225; o Brasil depois que o atual presidente encerrar o lento e gradual ciclo de poder da gera&#231;&#227;o p&#243;s-ditadura
Por Luciano Suassuna - Isto&#233; - 14/11/2007
Diante dos jornalistas que cobrem o dia-a-dia do Pal&#225;cio do Planalto, o presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva foi enf&#225;tico: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify"><strong>O que fascina na discuss&atilde;o do terceiro mandato &eacute; saber como ser&aacute; o Brasil depois que o atual presidente encerrar o lento e gradual ciclo de poder da gera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-ditadura</strong></p>
<p><em>Por Luciano Suassuna - <a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1985/artigo66132-1.htm">Isto&eacute; - 14/11/2007</a></em></p>
<p>Diante dos jornalistas que cobrem o dia-a-dia do Pal&aacute;cio do Planalto, o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva foi enf&aacute;tico: &ldquo;O Brasil n&atilde;o pode brincar com uma coisa chamada democracia&rdquo;, disse ele, na segunda-feira 5. &ldquo;Acho que &eacute; insensato qualquer pessoa ficar discutindo aumentar para um terceiro mandato.&rdquo; </p></div>
<p align="justify">O fascinante nas reiteradas manifesta&ccedil;&otilde;es sobre o tema n&atilde;o est&aacute; na efetiva possibilidade de Lula vir a ter o direito de disputar um terceiro mandato. O que interessa agora &eacute; tentar entender a quest&atilde;o central desse debate. Toda a ansiedade dos pol&iacute;ticos, na verdade, se origina numa d&uacute;vida bem mais simples e ao mesmo tempo mais complexa do que qualquer mudan&ccedil;a constitucional.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Como ser&aacute; o Brasil sem Lula?</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Esse &eacute; o ponto.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Sua simplicidade est&aacute; em saber que no dia 1&ordm; de janeiro de 2011, uma prov&aacute;vel manh&atilde; de chuva em Bras&iacute;lia, algu&eacute;m cruzar&aacute; a passarela de m&aacute;rmore branco que liga o Sal&atilde;o Leste do Pal&aacute;cio do Planalto ao Parlat&oacute;rio e, diante da multid&atilde;o abrigada na Pra&ccedil;a dos Tr&ecirc;s Poderes, ir&aacute; se curvar suavemente para que Lula deposite sobre seu ombro a faixa presidencial.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">A complexidade dessa mudan&ccedil;a reside no fato de que, ao contr&aacute;rio de todos os grandes epis&oacute;dios que marcaram os &uacute;ltimos 25 anos, ningu&eacute;m sabe qual o melhor roteiro para que isso aconte&ccedil;a. Porque se existe algo facilmente constat&aacute;vel na hist&oacute;ria recente do Pa&iacute;s &eacute; que <strong>o per&iacute;odo que se convencionou chamar de redemocratiza&ccedil;&atilde;o brasileira est&aacute; indissociavelmente ligado a Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. &Eacute; como se um n&atilde;o tivesse podido existir sem o outro</strong>. E agora que os dois colhem os frutos da normalidade constitucional, da estabilidade econ&ocirc;mica e da redistribui&ccedil;&atilde;o de renda, marchando assim para o seus melhores momentos, vivem paradoxalmente a certeza de que o tempo de ambos est&aacute; chegando ao fim.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Foi o lento e gradual processo de redemocratiza&ccedil;&atilde;o, iniciado com o renascimento do movimento oper&aacute;rio e as greves do ABC em 1977 e engrossado com a anistia e o pluripartidarismo em 1979, que levou Lula ao PT &ndash; e vice-versa. E, a partir da&iacute;, Lula e seu PT (ou vice-versa) oscilaram ora como amea&ccedil;a de retrocesso, ora como garantia da democratiza&ccedil;&atilde;o do Pa&iacute;s. Mas foram sempre pe&ccedil;a-chave desse processo, incluindo as muitas ocasi&otilde;es em que se manifestaram pela aus&ecirc;ncia, como na tentativa de Itamar Franco de fazer um governo de uni&atilde;o nacional ou, antes, na elei&ccedil;&atilde;o indireta de Tancredo Neves e Jos&eacute; Sarney.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify"><strong>Lula &eacute; maior que todos os outros protagonistas da redemocratiza&ccedil;&atilde;o porque s&oacute; ele conseguiu interpretar, por duas d&eacute;cadas, o duplo papel de tese e ant&iacute;tese &ndash; o Lula e o anti-Lula.</strong> Esse personagem contradit&oacute;rio, que representa ao mesmo tempo o que ele diz e o que se diz dele, mostrou seu poder ambivalente no segundo turno da disputa presidencial de 1989.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">A pr&oacute;pria figura do segundo turno, &eacute; bom lembrar, foi aprovada na Assembl&eacute;ia Nacional Constituinte pelo temor de que Leonel Brizola ou Lula faturassem a primeira elei&ccedil;&atilde;o para presidente depois da ditadura. Era uma aposta conservadora que rompeu com a tradi&ccedil;&atilde;o eleitoral brasileira para que, nos pleitos seguintes, se mostrasse n&atilde;o apenas uma providencial barreira contra aventureiros como tamb&eacute;m um elemento garantidor da estabilidade do jogo democr&aacute;tico. Com o segundo turno, a elite nacional emitiu o primeiro sinal de que Lula e seu PT (ou vice-versa) eram paradoxalmente vistos como uma amea&ccedil;a e uma garantia &agrave; democracia e &agrave; ordem constitucional.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">E ent&atilde;o, na disputa de 1989, Lula ganhou a dualidade definitiva. Fernando Collor levou de fato o primeiro turno, mas quem o colocou no Pal&aacute;cio do Planalto foi o anti-Lula &ndash; o medo, capaz de convencer a maioria de que o candidato do PT poderia promover, em parte ou no todo, a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica, o caos econ&ocirc;mico, o autoritarismo pol&iacute;tico e o fim do direito &agrave; propriedade.</p>
<div align="justify"> Havia, claro, o fato de que, na Constituinte, <strong>o PT e seus ap&ecirc;ndices (pastorais de toda sorte, povos da floresta, sem-terra e afins) retardaram o desenvolvimento do Pa&iacute;s ao ajudar a escrever o anacr&ocirc;nico cap&iacute;tulo da ordem econ&ocirc;mica.</strong> Mas tamb&eacute;m &eacute; verdade que, como ficou provado no caso Miriam Cordeiro, havia o que Lula falava e o que se falava dele. </div>
<p align="justify">Curiosamente, o segundo turno de 1989 revelou, na pr&aacute;tica, que a resist&ecirc;ncia a Lula servia tamb&eacute;m de fonte de seu poder. Foi o segundo turno que lhe deu a estatura de maior l&iacute;der de oposi&ccedil;&atilde;o e fez do PT alternativa real de governo. Em grande parte, o impeachment de Fernando Collor, por exemplo, s&oacute; foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as &agrave; esperan&ccedil;a mobilizadora de uma revanche empreendida por Lula e seu PT. A normalidade constitucional com que se processou o impeachment &eacute; fruto da amea&ccedil;a que essa revanche significava para a dominante fatia conservadora do Congresso brasileiro. O risco Lula garantiu a posse de Itamar Franco e foi o anti-Lula a pedra de toque do Plano Real, que fez o Brasil alcan&ccedil;ar a estabiliza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">A enorme alian&ccedil;a pol&iacute;tica em torno de Fernando Henrique Cardoso existiu apenas porque o prazo para se criar uma candidatura alternativa a Lula era pequeno e o atual presidente era o franco favorito em 1994. <strong>Mesmo tendo todos os m&eacute;ritos de ter debelado a hiperinfla&ccedil;&atilde;o no Brasil, Fernando Henrique s&oacute; conseguiu aprovar a id&eacute;ia da reelei&ccedil;&atilde;o, na sociedade e no Congresso, porque nela estava embutida uma forte a&ccedil;&atilde;o anti-Lula.</strong> A reelei&ccedil;&atilde;o, como o segundo turno, era prova de que Lula e o PT ainda representavam uma amea&ccedil;a tanto quanto uma garantia &agrave; democracia. E, como ocorrera antes com o segundo turno, demonstrou ser uma medida de fortalecimento da estabilidade democr&aacute;tica, ao mesmo tempo que refor&ccedil;ava o poder e a lideran&ccedil;a de Lula.</p>
<div align="justify"> O PT e seu candidato entenderam essas mensagens quando apresentaram a &ldquo;Carta aos Brasileiros&rdquo; em 2002. Por mais contradit&oacute;rio que possa parecer, os 13 anos em que quase chegaram l&aacute; propiciaram a Lula e seu PT (ou vice-versa) o aprendizado para virar o jogo dentro das regras. Numa &eacute;poca em que os mercados internacionais tinham se sobreposto aos capit&atilde;es da ind&uacute;stria, Lula apresentou-se como a conseq&uuml;&ecirc;ncia l&oacute;gica dos anos FHC, enquanto Jos&eacute; Serra parecia o anti-Lula do passado. </div>
<p align="justify">Serra vestiu por completo o figurino de anti-Lula n&atilde;o apenas pelo que se dizia dele, mas pelo que ele mesmo dizia, com suas cr&iacute;ticas &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o da moeda nacional, aos juros extorsivos e por um certo pendor, ao menos entre integrantes de sua equipe, ao controle de capitais. Al&eacute;m disso, a partir da passagem pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, ele explicitara algum gosto pela interven&ccedil;&atilde;o no mercado e pela forte regula&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Dentro de alguns anos, quando os historiadores forem escrever o cap&iacute;tulo da redemocratiza&ccedil;&atilde;o brasileira, Lula estar&aacute; indissociavelmente ligado ao seu melhor momento. E tamb&eacute;m ao final dela porque, ao contr&aacute;rio da Espanha, que promoveu seu pacto pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e social numa s&oacute; tacada, quis a nossa hist&oacute;ria que esse processo fosse constru&iacute;do em etapas distintas e bem marcadas. Com a morte de Tancredo Neves, Jos&eacute; Sarney herdou o compromisso de institucionalizar o poder civil. Era um tema a ser encerrado com a promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o. Mas do excesso de ele ter permanecido um ano al&eacute;m da sua responsabilidade hist&oacute;rica &eacute; que 1989 &eacute; o pior ano da redemocratiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">Coube a Collor reorientar uma b&uacute;ssola econ&ocirc;mica desvirtuada por uma Constituinte realizada antes da queda do Muro de Berlim. Tinha a miss&atilde;o hist&oacute;rica de debelar a hiperinfla&ccedil;&atilde;o, mas os desmandos de seus amigos e ministros falaram mais alto. Itamar provou ser a vit&oacute;ria da normalidade constitucional sobre a tradi&ccedil;&atilde;o brasileira e Fernando Henrique conseguiu enfim estabilizar a economia. A Lula coube manter tudo isso e retomar o desenvolvimento com distribui&ccedil;&atilde;o de renda.</p>
<div align="justify"> </div>
<p align="justify">A gera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-ditadura encerra com o segundo mandato de Lula o seu ciclo hist&oacute;rico com um vitorioso retrospecto de liberdades civis, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, abertura, estabiliza&ccedil;&atilde;o e crescimento, al&eacute;m dos dois maiores benef&iacute;cios: distribui&ccedil;&atilde;o de renda e redu&ccedil;&atilde;o da pobreza. Aquilo que agora suscita incerteza na classe pol&iacute;tica &ndash; o que ser&aacute; do Brasil depois de Lula? &ndash; deveria ser motivo de regozijo para o presidente. Rar&iacute;ssimos s&atilde;o os personagens mundiais que, tendo nascido por conta de circunst&acirc;ncias pol&iacute;ticas particulares, puderam crescer com elas, chegando ao final do processo no auge da popularidade. <strong>Insistir no terceiro mandato &eacute; interromper esse ciclo virtuoso e diminuir o papel hist&oacute;rico de Lula e seu PT (ou vice-versa). Depois deles, o Brasil estar&aacute; mais maduro &ndash; e melhor.</strong></p>
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		<title>Fifa confirma Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 19:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;Thomas Pappon - BBC Brasil&#160;&#160;&#160; A Fifa confirmou a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014. A decis&#227;o foi anunciada nesta ter&#231;a-feira pelo presidente da entidade, Joseph Blatter, ap&#243;s uma reuni&#227;o do Comit&#234; Executivo da Fifa.
&#34;O comit&#234; executivo decidiu de forma un&#226;nime dar a responsabilidade, n&#227;o apenas o direito, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br /><em>Thomas Pappon - <a href="http://www.bbcbasil.com/">BBC Brasil</a></em><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br /><img vspace="2" hspace="2" border="0" align="right" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2007/10/20071030153008lulacomcopa_afp203body.jpg" alt="" />A Fifa confirmou a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014. A decis&atilde;o foi anunciada nesta ter&ccedil;a-feira pelo presidente da entidade, Joseph Blatter, ap&oacute;s uma reuni&atilde;o do Comit&ecirc; Executivo da Fifa.</p>
<p>&quot;O comit&ecirc; executivo decidiu de forma un&acirc;nime dar a responsabilidade, n&atilde;o apenas o direito, mas a responsabilidade, de organizar a Copa do Mundo da Fifa de 2014 ao pa&iacute;s Brasil&quot;, disse Blatter.</p>
<p>O an&uacute;ncio, feito na sede da Fifa em Zurique, foi acompanhado pelo presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva e 12 governadores &ndash; entre eles Jos&eacute; Serra, de S&atilde;o Paulo, e A&eacute;cio Neves, de Minas Gerais, dois poss&iacute;veis candidatos &agrave; gest&atilde;o presidencial que presenciar&aacute; a realiza&ccedil;&atilde;o do torneio em 2014.</p>
<p>Centenas de jornalistas, representantes do governo e convidados da CBF lotaram o audit&oacute;rio da Fifa, no que, segundo porta-vozes da entidade, foi o evento mais concorrido e animado j&aacute; realizado no local.</p>
<p>A confirma&ccedil;&atilde;o do Brasil era esperada. O relat&oacute;rio dos inspetores da Fifa, que estiveram no Brasil no final de agosto, concluiu que o pa&iacute;s estava apto a realizar a Copa, apesar de apontar precariedades em todos os est&aacute;dios cotados para o torneio e no sistema de transportes p&uacute;blicos.</p>
<p>Leia mais no s&iacute;tio da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/10/071030_copa_brasil_dg.shtml">BBC Brasil</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula propõe nova conferência global sobre o clima no Brasil</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/09/25/lula-propoe-nova-conferencia-global-sobre-o-clima-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 17:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Bruno Garcez - BBC Brasil
O presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva prop&#244;s nesta ter&#231;a-feira em Nova York, em seu discurso na Assembl&#233;ia Geral da ONU, a realiza&#231;&#227;o no Brasil de uma nova confer&#234;ncia mundial para discutir as mudan&#231;as ambientais, nos moldes da Confer&#234;ncia das Na&#231;&#245;es Unidas para o Meio Ambiente, a chamada Rio 92.O presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div align="justify"><em>Bruno Garcez - <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070925_luladiscursobg2dt.shtml">BBC Brasil</a></em></p>
<p><strong><img vspace="2" hspace="2" border="0" align="right" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2007/09/20070925163632luladentro203.jpg" alt="Presidente Lula na abertura da Assembléia Geral da ONU" />O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva prop&ocirc;s nesta ter&ccedil;a-feira em Nova York, em seu discurso na Assembl&eacute;ia Geral da ONU, a realiza&ccedil;&atilde;o no Brasil de uma nova confer&ecirc;ncia mundial para discutir as mudan&ccedil;as ambientais, nos moldes da Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Meio Ambiente, a chamada Rio 92.<br /></strong><br />O presidente sugeriu que a nova reuni&atilde;o fosse realizada em 2012 e seja chamada Rio+20.</p>
<p>No discurso, Lula afirmou que &#8221;a eq&uuml;idade social &eacute; a melhor arma contra a degrada&ccedil;&atilde;o do planeta&#8221; e comentou que o &ocirc;nus do combate ao aquecimento global n&atilde;o pode se dar sobre os pa&iacute;ses em desenvolvimento.</p>
<p>Leia: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070925_lula_discursobg.shtml">Igualdade &eacute; arma contra degrada&ccedil;&atilde;o do planeta, diz Lula</a></p>
<p>Para o presidente, &#8221;cada um de n&oacute;s deve assumir sua parte nessa tarefa&#8221;. Mas acrescentou n&atilde;o ser &#8221;admiss&iacute;vel que o &ocirc;nus maior da imprevid&ecirc;ncia dos privilegiados recaia sobre os despossu&iacute;dos da terra&#8221;.</p>
<p>Lula afirmou que a comunidade internacional precisa &#8221;reverter essa l&oacute;gica aparentemente realista e sofisticada, mas, na verdade anacr&ocirc;nica, predat&oacute;ria e insensata, da multiplica&ccedil;&atilde;o do lucro e da riqueza a qualquer pre&ccedil;o&#8221;.</p>
<p>&#8221;N&atilde;o nos iludamos - se o modelo de desenvolvimento global n&atilde;o for repensado, crescem os riscos de uma cat&aacute;strofe ambiental e humana sem precedentes.&#8221;</p>
<p><strong>Etanol</strong></p>
<p>Lula tamb&eacute;m anunciou que no ano que vem o Brasil ser sede de outra reuni&atilde;o, esta sobre biocombust&iacute;veis, e que o pa&iacute;s lan&ccedil;ar&aacute; em breve o seu Plano Nacional de Enfrentamento &agrave;s Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas.</p>
<blockquote><p>&#8221;S&atilde;o inaceit&aacute;veis os exorbitantes subs&iacute;dios agr&iacute;colas, que enriquecem os ricos e empobrecem os pobres. &Eacute; inadmiss&iacute;vel um protecionismo que perpetua a depend&ecirc;ncia e o subdesenvolvimento.&quot; -&nbsp; Luiz In&aacute;cio Lula da Silva</p></blockquote>
<p>Lula tratou ainda do programa brasileiro de etanol e comentou que &#8221;os biocombust&iacute;veis podem ser muito mais do que uma alternativa de energia limpa&#8221;.</p>
<p>O presidente tamb&eacute;m refutou as cr&iacute;ticas de que o etanol pode contribuir para a fome mundial, &#8221;A experi&ecirc;ncia brasileira de tr&ecirc;s d&eacute;cadas mostra que a produ&ccedil;&atilde;o de biocombust&iacute;veis n&atilde;o afeta a seguran&ccedil;a alimentar&#8221;.</p>
<p>De acordo com Lula, cabe &agrave;s na&ccedil;&otilde;es em desenvolvimento dar o exemplo. Ele voltou a fazer cr&iacute;ticas aos pa&iacute;ses ricos, ao tratar de temas que v&ecirc;m travando os avan&ccedil;os da Rodada de Doha de liberaliza&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio mundial, como os subs&iacute;dios oferecidos pelas na&ccedil;&otilde;es mais desenvolvidas.</p>
<p>&#8221;S&atilde;o inaceit&aacute;veis os exorbitantes subs&iacute;dios agr&iacute;colas, que enriquecem os ricos e empobrecem os pobres. &Eacute; inadmiss&iacute;vel um protecionismo que perpetua a depend&ecirc;ncia e o subdesenvolvimento&#8221;.</p>
<p>&#8221;O Brasil n&atilde;o poupar&aacute; esfor&ccedil;os para o &ecirc;xito das negocia&ccedil;&otilde;es, que devem beneficiar sobretudo os pa&iacute;ses mais pobres&#8221;.</p>
<p><strong>Bush e Doha</strong></p>
<p>No discurso que realizou em seguida, o presidente americano, George W. Bush, tamb&eacute;m fez pronunciamentos sobre a Rodada de Doha.</p>
<p>De acordo com Bush, &#8221;a comunidade internacional tem agora uma chance hist&oacute;rica de abrir mercados em todo o mundo, ao concluir uma rodada de Doha de sucesso&#8221;.</p>
<p>Leia tamb&eacute;m: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070925_onu_bushrg.shtml">Bush anuncia san&ccedil;&otilde;es contra Mianmar na ONU</a></p>
<p>As maiores pot&ecirc;ncias comerciais - inclusive os maiores pa&iacute;ses em desenvolvimento - tem uma responsabilidade especial em tomar as duras decis&otilde;es pol&iacute;ticas necess&aacute;rias para reduzir barreiras comerciais&#8221;, disse Bush.</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Línguas nativas do Brasil estão &#8216;entre as mais ameaçadas&#8217;</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/09/20/linguas-nativas-do-brasil-estao-entre-as-mais-ameacadas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 17:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[
Da BBC Brasil
L&#237;nguas nativas de tribos ind&#237;genas brasileiras est&#227;o entre as mais amea&#231;as de extin&#231;&#227;o, segundo uma classifica&#231;&#227;o feita pela National Geographic Society e o Instituto Living Tongues.
Elas est&#227;o sendo substitu&#237;das pelo espanhol, o portugu&#234;s e idiomas ind&#237;genas mais fortes na fronteira do Brasil com a Bol&#237;via e o Paraguai, os Andes e a regi&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify"><em>Da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070919_linguasextincao_pu.shtml">BBC Brasil</a></em></p>
<p><strong>L&iacute;nguas nativas de tribos ind&iacute;genas brasileiras est&atilde;o entre as mais amea&ccedil;as de extin&ccedil;&atilde;o, segundo uma classifica&ccedil;&atilde;o feita pela National Geographic Society e o Instituto Living Tongues.</strong></p>
<p>Elas est&atilde;o sendo substitu&iacute;das pelo espanhol, o portugu&ecirc;s e idiomas ind&iacute;genas mais fortes na fronteira do Brasil com a Bol&iacute;via e o Paraguai, os Andes e a regi&atilde;o do chaco, revelaram os pesquisadores.</p>
<p>Menos de 20 pessoas falam ofay&eacute;, e menos de 50 conseguem se expressar em guat&oacute;, ambas faladas no Mato Grosso do Sul, pr&oacute;ximo ao Paraguai e &agrave; Bol&iacute;via, para citar um exemplo.</p>
<p>A &aacute;rea &eacute; considerada de &quot;alto risco&quot; para l&iacute;nguas em risco de extin&ccedil;&atilde;o, alertaram os pesquisadores.</p>
<p>Em outra &aacute;rea de risco ainda maior &ndash; grau &quot;severo&quot; &ndash; apenas 80 pessoas conhecem o wayor&oacute;, l&iacute;ngua ind&iacute;gena falada nas proximidades do rio Guapor&eacute;, em Rond&ocirc;nia.</p>
<p>Os cientistas descreveram esta parte do globo como &quot;uma das mais cr&iacute;ticas&quot; para as l&iacute;nguas nativas: extremamente diversa, pouco documentada e oferecendo amea&ccedil;as imediatas aos idiomas ind&iacute;genas.</p>
<p>Entre estas amea&ccedil;as, est&atilde;o as l&iacute;nguas regionais mais fortes, como o portugu&ecirc;s na Amaz&ocirc;nia brasileira, o espanhol falado na Bol&iacute;via, e o qu&eacute;chua e o aymara, difundidos no norte e no sul dos Andes bolivianos, respectivamente.</p>
<p><font size="2"><strong>Risco</strong></font></p>
<p>O mapeamento das l&iacute;nguas em extin&ccedil;&atilde;o faz parte do projeto &quot;Enduring Voices: Documenting the Planet&rsquo;s Endangered Languages&quot; (em tradu&ccedil;&atilde;o livre, &quot;Vozes Resistentes: Documentando as L&iacute;nguas Amea&ccedil;as do Planeta&quot;), que identificou as regi&otilde;es do globo onde as l&iacute;nguas nativas est&atilde;o mais fortemente amea&ccedil;adas.</p>
<p>Os pesquisadores alertaram que metade das cerca de 7 mil l&iacute;nguas faladas hoje no mundo &ndash; muitas nunca gravadas &ndash; desaparecer&atilde;o ainda neste s&eacute;culo. Uma l&iacute;ngua morre a cada 14 dias, afirmaram.</p>
<p>&quot;Com a extin&ccedil;&atilde;o de uma l&iacute;ngua, toda uma cultura se perde. Cada vez que uma l&iacute;ngua morre, perdemos parte do quadro geral que nosso c&eacute;rebro pode desenhar&quot;, diz um texto que apresenta as conclus&otilde;es do projeto.</p>
<p>Fora da Am&eacute;rica do Sul, os pesquisadores identificaram outras &aacute;reas de risco para as l&iacute;nguas nativas.</p>
<p>A mais severa delas, o norte da Austr&aacute;lia, abriga algumas das l&iacute;nguas mais amea&ccedil;adas do planeta. Apenas tr&ecirc;s pessoas falam magati re e yawuru, e s&oacute; existe um falante de amurdag.</p>
<p>Em parte do Canad&aacute; e nos Estados americanos de Washington e Oregon, cada uma das cerca de 50 l&iacute;nguas nativas est&atilde;o amea&ccedil;adas, afirmaram os cientistas. O falante mais jovem de qualquer uma delas tem pelo menos 60 anos.</p>
<p>No leste da R&uacute;ssia, Sib&eacute;ria, China e Jap&atilde;o, pol&iacute;ticas oficiais for&ccedil;aram os nativos em l&iacute;nguas minorit&aacute;rias a adotar idiomas nacionais.</p>
<p>J&aacute; nos centro dos Estados Unidos e Novo M&eacute;xico, as l&iacute;nguas nativas ca&iacute;ram em desuso a um ponto em que, em 2005, apenas cinco idosos podiam se comunicar em yuchi - um idioma que n&atilde;o guarda rela&ccedil;&atilde;o com nenhum outro no mundo.</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem parentes de vítimas, ato de um mês de tragédia vira protesto contra governo</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/08/17/sem-parentes-de-vitimas-ato-de-um-mes-de-tragedia-vira-protesto-contra-governo/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 22:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>

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		<description><![CDATA[
Elaine Patricia Cruz - Ag&#234;ncia Brasil
Um ato p&#250;blico para lembrar um m&#234;s do acidente com o v&#244;o 3054 da TAM transformou-se em uma manifesta&#231;&#227;o contra o governo federal. Uniformizados com uma camiseta preta com a inscri&#231;&#227;o &#34;Cansei&#34;, um grupo de pessoas pr&#243;xima ao palco puxou gritos de &#34;Fora, Lula&#34;.
Os familiares das v&#237;timas criticaram a organiza&#231;&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify"><em>Elaine Patricia Cruz - <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/17/materia.2007-08-17.5163037303/view">Ag&ecirc;ncia Brasil</a></em></p>
<p>Um ato p&uacute;blico para lembrar um m&ecirc;s do acidente com o v&ocirc;o 3054 da TAM transformou-se em uma manifesta&ccedil;&atilde;o contra o governo federal. Uniformizados com uma camiseta preta com a inscri&ccedil;&atilde;o &quot;Cansei&quot;, um grupo de pessoas pr&oacute;xima ao palco puxou gritos de &quot;Fora, Lula&quot;.</p>
<p>Os familiares das v&iacute;timas criticaram a organiza&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o permitir que subissem ao palco. Em seu lugar, estavam a cantora Ivete Sangalo, a apresentadora de TV Hebe Camargo, o nadador Fernando Scherer e o empres&aacute;rio Jo&atilde;o D&oacute;ria Jr.</p>
<p>Alguns familiares de v&iacute;timas do acidente com o avi&atilde;o da TAM reclamaram de n&atilde;o se sentirem representados pelo movimento e de n&atilde;o terem conseguido subir ao palco. &ldquo;A gente n&atilde;o participou de nada. A gente veio aqui n&atilde;o sei para qu&ecirc;. Chegou uma hora que o pessoal disse que a gente n&atilde;o podia subir porque o palco ia cair&rdquo;, afirmou Ana Maria Queiroz, m&atilde;e de uma das v&iacute;timas do acidente.</p>
<p>Organizado pelo Movimento C&iacute;vico pelo Direito dos Brasileiros, o ato foi realizado ao meio-dia, hoje (17), na Pra&ccedil;a da S&eacute;, centro da capital paulista. Ap&oacute;s um minuto de sil&ecirc;ncio, aconteceu um culto ecum&ecirc;nico e o cantor Agnaldo Rayol entoou o Hino Nacional. O movimento &eacute; integrado, segundo sua p&aacute;gina oficial, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de S&atilde;o Paulo e do Distrito Federal, Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Emissoras de R&aacute;dio e TV (Abert), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Odontologia, o Grande Oriente Paulista da Ma&ccedil;onaria e outras entidades.</p>
<p>O presidente da OAB paulista, Luiz Fl&aacute;vio Borges D&acute;Urso, disse a jornalistas n&atilde;o ter presenciado os gritos de &quot;Fora, Lula&quot;. &quot;Eu n&atilde;o ouvi. O que eu ouvi foi o Hino Nacional e o povo gritando &lsquo;Viva o Brasil&rsquo;&rdquo;. O protesto &eacute; descrito no site do movimento (http://blog.cansei.com.br) como uma &ldquo;manifesta&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica de cidadania e de amor ao Brasil&rdquo;.</p>
<p>Indagado pelos jornalistas sobre a reclama&ccedil;&atilde;o dos parentes das v&iacute;timas, o presidente da OAB-SP disse que os familiares estavam representados no palco por entidades. &ldquo;Os l&iacute;deres e representantes dessas entidades estavam no palco porque participam do movimento. O palco tem um limite de lota&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o pode abrir para todas as pessoas&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Os organizadores estimaram em 5 mil o n&uacute;mero de participantes, enquanto a Pol&iacute;cia Militar informou o n&uacute;mero de 2 mil manifestantes.</p>
<p>Os familiares das v&iacute;timas informaram que pretendem fazer uma outra manifesta&ccedil;&atilde;o, por volta das 19 horas de hoje, no aeroporto de Congonhas. Os familiares ressaltaram que a manifesta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; do Cansei. &ldquo;&Eacute; nosso&rdquo;, afirmou Roberto Gomes, que perdeu o irm&atilde;o no acidente. &ldquo;Decidimos ir direto para o aeroporto. Vamos caminhar silenciosamente e, de l&aacute;, iremos para o local do acidente, onde depositaremos rosas brancas e faremos um minuto de sil&ecirc;ncio&quot;. </p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Petrobras planeja investir US$ 112,4 bilhões até 2012</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/08/14/petrobras-planeja-investir-us-1124-bilhoes-ate-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 19:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nielmar de Oliveira - Ag&#234;ncia Brasil
A Petrobras planeja investir US$ 112,4 bilh&#245;es at&#233; 2012, 29% a mais do que o planejado at&#233; 2011 (US$ 87,1 bilh&#245;es). A &#225;rea de explora&#231;&#227;o e produ&#231;&#227;o ficar&#225; com 58% do total dos recursos: US$ 65,1 bilh&#245;es, 32% a mais do que os US$ 49,3 bilh&#245;es do planejado at&#233; 2011.
At&#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify"><em>Nielmar de Oliveira - <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/14/materia.2007-08-14.7130175518/view">Ag&ecirc;ncia Brasil</a></em></p>
<p>A Petrobras planeja investir US$ 112,4 bilh&otilde;es at&eacute; 2012, 29% a mais do que o planejado at&eacute; 2011 (US$ 87,1 bilh&otilde;es). A &aacute;rea de explora&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; com 58% do total dos recursos: US$ 65,1 bilh&otilde;es, 32% a mais do que os US$ 49,3 bilh&otilde;es do planejado at&eacute; 2011.</p>
<p>At&eacute; 2012 a m&eacute;dia anual de investimentos da Petrobras ser&aacute; de US$ 22,5 bilh&otilde;es, o que possibilitar&aacute; uma produ&ccedil;&atilde;o total de petr&oacute;leo e g&aacute;s no Brasil e no exterior de 3,494 milh&otilde;es de barris por dia em 2012</p>
<p>Do total a ser investido, US$ 104,4 bilh&otilde;es ser&atilde;o provenientes da gera&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de caixa da companhia, livre de dividendos (descontados o valores pagos aos acionistas).</p>
<p>Os dados constam do Plano Estrat&eacute;gico Petrobras 2020 e do Plano de Neg&oacute;cios 2008/2012 e foram divulgados pelo presidente da empresa, Jos&eacute; S&eacute;rgio Gabrielli.</p>
<p>O setor de refino, transporte e comercializa&ccedil;&atilde;o (RTC) ficar&aacute; com 26% dos recursos: US$ 29,6 bilh&otilde;es; g&aacute;s e energia, com 6% , ou US$ 6,4 bilh&otilde;es. Neste caso os investimentos foram revistos para baixo e acusam uma queda de 8% em rela&ccedil;&atilde;o aos US$ 7,3 bilh&otilde;es do plano anterior.</p>
<p>De acordo com a Petrobras, a revis&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria foi motivada pela retirada da Diretoria de G&aacute;s e Energia dos investimentos relativos a biocombust&iacute;veis. Este ano, os biocombust&iacute;veis contar&atilde;o com recursos de US$ 1,5 bilh&atilde;o, o que equivale a uma expans&atilde;o de 25% em compara&ccedil;&atilde;o com o plano anterior.</p>
<p>Os dois planos, j&aacute; aprovados pelo Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da Petrobras mant&ecirc;m, segundo a companhia, as metas agressivas de crescimento e refor&ccedil;am os desafios dos mercados de g&aacute;s natural e biocombust&iacute;veis.</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Perigo para pilotos é confiar demais no computador, diz especialista</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/08/10/perigo-para-pilotos-e-confiar-demais-no-computador-diz-especialista/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 16:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Coment&#225;rio: Em artigo deste&#160;Blog, &#34;Deu Pau - Uma cr&#244;nica do apag&#227;o a&#233;reo&#34; j&#225; comentei sobre a confian&#231;a cega nos equipamentos:

Uma coisa, entretanto, n&#227;o pode ser esquecida: N&#195;O SE DEVE CONFIAR CEGAMENTE NOS EQUIPAMENTOS. Possivelmente este e outros acidentes n&#227;o teriam acontecido caso houvesse uma desconfian&#231;a maior nas m&#225;quinas. &#201; uma pena que de todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Coment&aacute;rio: Em artigo deste&nbsp;Blog, &quot;<a href="http://www.araujosam.net/2006/12/19/deu-pau-uma-cronica-do-apagao-aereo/">Deu Pau - Uma cr&ocirc;nica do apag&atilde;o a&eacute;reo</a>&quot; j&aacute; comentei sobre a confian&ccedil;a cega nos equipamentos:</p>
<blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px">
<p align="justify">Uma coisa, entretanto, n&atilde;o pode ser esquecida: N&Atilde;O SE DEVE CONFIAR CEGAMENTE NOS EQUIPAMENTOS. Possivelmente este e outros acidentes n&atilde;o teriam acontecido caso houvesse uma desconfian&ccedil;a maior nas m&aacute;quinas. &Eacute; uma pena que de todas as discuss&otilde;es at&eacute; ent&atilde;o existentes este assunto n&atilde;o tenha entrado em pauta.&nbsp; </p>
</blockquote>
<p dir="ltr" align="justify">A mat&eacute;ria abaixo, oriunda da BBC Brasil, traz interessante entrevista dada de Kenneth Funk. Leia a mat&eacute;ria completa e a entrevista <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070809_aviaotecnologia_ep.shtml">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr" align="justify"><strong><font size="2">Perigo para pilotos &eacute; confiar demais no computador, diz especialista</font></strong></p>
<p dir="ltr" align="justify"><em>Adriana Stock - <a href="http://www.bbcbrasil.com/">BBC Brasil</a></em></p>
<p align="justify"><strong>A automa&ccedil;&atilde;o dos avi&otilde;es substituiu fun&ccedil;&otilde;es que antes eram do piloto</strong></p>
<p align="justify">Para Kenneth Funk, especialista na intera&ccedil;&atilde;o do homem com os computadores, o alto n&iacute;vel de tecnologia presente atualmente nos avi&otilde;es, pode levar os pilotos a confiarem nos computadores mais do que deveriam.</p>
<p align="justify">Funk &eacute; professor de Engenharia Industrial e Manufatureira da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, ele ministra cursos nas &aacute;reas de engenharia de fatores humanos, programa&ccedil;&atilde;o de computadores, engenharia industrial e intelig&ecirc;ncia artificial.</p>
<p align="justify">Entre os seus campos de estudo est&aacute; a avia&ccedil;&atilde;o. Em 1998, ele conduziu um amplo estudo para verificar como a automa&ccedil;&atilde;o das cabines dos avi&otilde;es est&aacute; afetando os homens no comando do manche - ou do joystick.</p>
<p align="justify">Descobriu que os computadores e a sofistica&ccedil;&atilde;o dos avi&otilde;es criaram novos desafios para os pilotos. A seguir, trechos da entrevista que Funk concedeu &agrave; BBC Brasil.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desaposentar</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/07/05/desaposentar/</link>
		<comments>http://www.araujosam.net/2007/07/05/desaposentar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 21:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para alegrar o fim de semana:
Por Domingos Pellegrini
Ele chegou &#224; pra&#231;a com uma marreta. Endireitou a estaca de uma muda de &#225;rvore e firmou batendo com a marreta. Amarrou a muda na estaca e se afastou como para olhar uma obra de arte. N&#227;o resisti a puxar conversa:
- O senhor &#233; da prefeitura?
- N&#227;o, sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify">Para alegrar o fim de semana:<em></p>
<p>Por Domingos Pellegrini</em></p>
<p>Ele chegou &agrave; pra&ccedil;a com uma marreta. Endireitou a estaca de uma muda de &aacute;rvore e firmou batendo com a marreta. Amarrou a muda na estaca e se afastou como para olhar uma obra de arte. N&atilde;o resisti a puxar conversa:</p>
<p>- O senhor &eacute; da prefeitura?</p>
<p>- N&atilde;o, sou da Alice, faz quarenta e dois anos. Minha mulher.</p>
<p>- Ah&#8230; O senhor quem plantou essa muda?</p>
<p>- N&atilde;o, foi a prefeitura. Uma &aacute;rvore velha caiu, plantaram essa nova de qualquer jeito, mas eu adubei, botei essa estaca a&iacute;. Olha que beleza, j&aacute; est&aacute; toda enfolhada. De tardezinha eu venho regar.</p>
<p>- Ent&atilde;o o senhor gosta de plantas.</p>
<p>- De plantas, de bicho, at&eacute; de gente eu gosto, filho.</p>
<p>- Obrigado pela parte que me cabe&#8230; Ele sorriu, tirou um tesour&atilde;o da cinta e come&ccedil;ou a podar um arbusto.</p>
<p>- O senhor &eacute; aposentado?</p>
<p>- N&atilde;o, sou desaposentado.</p>
<p>Foi podando e explicando:</p>
<p>- Quando me aposentei, j&aacute; tinha visto muito colega aposentar e murchar, que nem &aacute;rvore que voc&ecirc; poda e rega com &aacute;cido de bateria. Sabia que tem comerciante que rega &aacute;rvore com &aacute;cido de bateria pra matar, pra &aacute;rvore n&atilde;o encobrir a fachada da loja? &Eacute;&#8230; a&iacute; fica com a loja torrando no sol!</p>
<p>Picotou os galhos podados, formando um tapete de folhas em redor do arbusto.</p>
<p>- &Eacute; bom pra terra&#8230; Tudo que sai da terra deve voltar pra terra&#8230; Mas ent&atilde;o, eu j&aacute; tinha visto muito colega aposentar e murchar. Botando bermuda e chinelo e ficando em casa diante da televis&atilde;o. Ou indo ao boteco pra beber cerveja, depois dormindo de tarde. Bundando e engordando&#8230; At&eacute; que acabaram com derrame ou enfarte, de n&atilde;o fazer nada e ainda viver falando de doen&ccedil;a.</p>
<p>Cortou umas flores, fez um ramalhete:</p>
<p>- Pra minha menina. A Alice. Ela &eacute; um ano mais velha que eu, mas fica uma menina quando levo flor. Ela tamb&eacute;m &eacute; desaposentada. Ajuda na escola da nossa neta, ensinando a merendeira a fazer doce com pouco a&ccedil;&uacute;car e salgados com os restos dos legumes que antes eram jogados fora. E ajuda na creche tamb&eacute;m, no hospital. Ihh&#8230; A Alice vive ajudando todo mundo, por isso n&atilde;o precisa de ajuda, nem tem tempo de pensar em doen&ccedil;a.</p>
<p>Amarrou o ramalhete com um ramo de grama, depositou com cuidado sobre um banco.</p>
<p>- Pra aguar as mudas eu tenho que trazer o balde com &aacute;gua l&aacute; de casa. Fui &agrave; prefeitura pedir pra botarem uma torneira aqui. Disseram que n&atilde;o, sen&atilde;o o povo ia beber &aacute;gua e deixar vazando. Falei pra botarem uma torneira com grade e cadeado que eu cuidaria. Falaram que n&atilde;o. Eu teria que ficar com o cadeado e ent&atilde;o ia ser uma torneira p&uacute;blica com controle particular, e n&atilde;o pode. Sorriu, olhando a pra&ccedil;a.</p>
<p>- A&iacute; falei: ent&atilde;o posso cuidar da pra&ccedil;a, mas n&atilde;o posso cuidar de uma torneira? Perguntaram, veja s&oacute;, perguntaram se tenho autoriza&ccedil;&atilde;o pra cuidar da pra&ccedil;a! Nem falei mais nada. Vim embora antes que me proibissem de cuidar da pra&ccedil;a&#8230; Ou antes que me fizessem preencher formul&aacute;rios em tr&ecirc;s vias com taxa e firma reconhecida, pra fazer o que fa&ccedil;o aqui desde que desaposentei&#8230; T&aacute; vendo aquele pinheiro f&ecirc;mea ali? A Alice que plantou. S&oacute; tinha o pinheiro macho. Agora o macho vai polinizar a f&ecirc;mea e ela vai dar pinh&otilde;es.</p>
<p>- Eu nem sabia que existe pinheiro macho e pinheiro f&ecirc;mea.</p>
<p>- Eu tamb&eacute;m n&atilde;o sabia, filho. Ihh&#8230; Aprendi tanta coisa cuidando dessa pra&ccedil;a!</p>
<p>Hoje conhe&ccedil;o os cantos dos passarinhos, as &eacute;pocas de flora&ccedil;&atilde;o de cada planta, e vejo a passagem das esta&ccedil;&otilde;es como se fosse um filme!</p>
<p>- Mas ela vai demorar pra dar pinh&otilde;es, hein? Falei, olhando a pinheirinha ainda da nossa altura. Ele respondeu que n&atilde;o tinha pressa.</p>
<p>- Nossa neta &eacute; crian&ccedil;a e eu j&aacute; falei pra ela que &eacute; ela quem vai colher os pinh&otilde;es. Sem a prefeitura saber&#8230; E a Alice falou que, de cada pinha que ela colher, deve plantar pelo menos um pinh&atilde;o em algum lugar. Assim, no fim da vida, ela vai ter plantado um pinheiral espalhado por a&iacute;. Sem a prefeitura saber, &eacute; claro, sen&atilde;o podem criar um imposto pra quem planta &aacute;rvores&#8230;</p>
<p>- &Eacute; admir&aacute;vel ver algu&eacute;m com tanta idade e tanta esperan&ccedil;a!</p>
<p>Ele riu:</p>
<p>- Se &eacute; admir&aacute;vel eu n&atilde;o sei, filho, sei que &eacute; gostoso. E agora, com licen&ccedil;a, que eu preciso pegar a Alice pra gente caminhar.</p>
<p>Vida de desaposentado &eacute; assim: o dinheiro &eacute; curto, mas o dia pode ser comprido, se a gente n&atilde;o perder tempo!</p>
<p>Publicado na GAZETA DO POVO, de 22/05/05, Fortaleza-CE</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Austrália admite estar no Iraque &#8216;por causa do petróleo&#8217;</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2007/07/05/australia-admite-estar-no-iraque-por-causa-do-petroleo/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 13:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.araujosam.net/2007/07/05/australia-admite-estar-no-iraque-por-causa-do-petroleo/</guid>
		<description><![CDATA[
Coment&#225;rio: O mundo inteiro sabia que as reais inten&#231;&#245;es de Bush, Blair e Howard sempre estiveram longe de &#34;libertar o oprimido povo iraquiano da ditadura de Saddam Hussein&#34;. Curioso &#233; ver a admiss&#227;o do fato pela Austr&#225;lia.
Da BBC Brasil
A Austr&#225;lia admitiu, pela primeira vez, que um dos motivos pelos quais se envolveu na guerra do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify">Coment&aacute;rio: O mundo inteiro sabia que as reais inten&ccedil;&otilde;es de Bush, Blair e Howard sempre estiveram longe de &quot;libertar o oprimido povo iraquiano da ditadura de Saddam Hussein&quot;. Curioso &eacute; ver a admiss&atilde;o do fato pela Austr&aacute;lia.</p>
<p><em>Da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070705_australiairaquefp.shtml">BBC Brasil</a></em></p>
<p><strong>A Austr&aacute;lia admitiu, pela primeira vez, que um dos motivos pelos quais se envolveu na guerra do Iraque foi para &quot;garantir petr&oacute;leo&quot;.</strong></p>
<p><img vspace="2" hspace="2" border="0" align="right" alt="Tropas Australianas" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2007/06/20070630091608_42445858_britishtroops_pa_s203.jpg" />A declara&ccedil;&atilde;o foi feita pelo ministro da Defesa, Brendan Nelson, que disse que manter &quot;fontes de seguran&ccedil;a&quot; no Oriente M&eacute;dio era uma prioridade para o governo do pa&iacute;s.</p>
<p>A Austr&aacute;lia foi um dos aliados dos Estados Unidos na ofensiva contra o Iraque em 2003 e ainda mant&eacute;m 1.500 soldados na regi&atilde;o.</p>
<p>&quot;O que estamos divulgando hoje determina muitas prioridades para a defesa da Austr&aacute;lia, e a seguran&ccedil;a &eacute; uma delas. Obviamente, o Oriente M&eacute;dio, n&atilde;o apenas o Iraque, mas a regi&atilde;o inteira, &eacute; um importante fornecedor de energia, de petr&oacute;leo principalmente, para o resto do mundo&quot;, afirmou Nelson.</p>
<p>O ministro da Defesa ponderou, no entanto, que por mais que a quest&atilde;o energ&eacute;tica tivesse influenciado na decis&atilde;o de participar da guerra, a principal raz&atilde;o para que as tropas australianas ainda estejam no Iraque &eacute; para impedir que a &quot;crise humanit&aacute;ria&quot; piore.</p>
<p><strong>Mentiras</strong></p>
<p>Cr&iacute;ticos do governo v&ecirc;m acusando o primeiro-ministro australiano, John Howard, de falar mentiras sobre o Iraque.</p>
<p>Segundo pol&iacute;ticos da oposi&ccedil;&atilde;o, o premi&ecirc; teria insistido em 2003, ano da invas&atilde;o, que a campanha para derrubar Saddam Hussein do poder nada tinha a ver com o interesse no petr&oacute;leo.</p>
<p>Grupos de protesto contra a guerra disseram que a declara&ccedil;&atilde;o de governo australiano prova que &quot;a invas&atilde;o liderada pelos Estados Unidos foi motivada mais pelo desejo de ter petr&oacute;leo do que por uma tentativa genu&iacute;na de impedir a prolifera&ccedil;&atilde;o das armas de destrui&ccedil;&atilde;o em massa&quot;.</p>
<p>Os ministros australianos rejeitaram as cr&iacute;ticas e voltaram a dizer que v&atilde;o manter o compromisso de ajudar os Estados Unidos a estabilizar o Iraque e a combater o terrorismo.</p>
<p>Eles ainda ressaltaram que n&atilde;o haver&aacute; nenhuma &quot;retirada prematura&quot; das for&ccedil;as australianas da regi&atilde;o.</p>
<hr width="100%" size="2" />Outros artigos deste Blog tratam do assunto:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.araujosam.net/2006/04/28/iii-guerra-mundial/">III Guerra Mundial</a></li>
<li><a href="http://www.araujosam.net/2006/07/11/timor-e-so-o-comeco/">Timor: &eacute; s&oacute; o come&ccedil;o</a> - Fala da geopol&iacute;tica do petr&oacute;leo e da situa&ccedil;&atilde;o do Timor, vizinho da austr&aacute;lia</li>
<li><a href="http://www.araujosam.net/2005/09/30/petroleo-crises-mundo-atual/">Petr&oacute;leo, Crises, Mundo Atual</a> - um dos primeiros artigos do Blog</li>
</ul>
<p> </div>
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		<item>
		<title>Dono da Claro e da América Móvil é o homem mais rico do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 16:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[
Deu na Ag&#234;ncia Estado. Sinal dos tempos!
Carlos Slim passa Bill Gates como homem mais rico do mundo
Alta de 27% nas a&#231;&#245;es de uma de suas empresas &#233; respons&#225;vel pela ascens&#227;o
Reuters
O magnata mexicano Carlos Slim &#233; homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 67,8 bilh&#245;es, ap&#243;s ultrapassar o co-fundador da Microsoft Bill Gates, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div align="justify">Deu na <a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/jul/03/117.htm">Ag&ecirc;ncia Estado</a>. Sinal dos tempos!</p>
<p><strong>Carlos Slim passa Bill Gates como homem mais rico do mundo</strong></p>
<p>Alta de 27% nas a&ccedil;&otilde;es de uma de suas empresas &eacute; respons&aacute;vel pela ascens&atilde;o</p>
<p><em>Reuters</em></p>
<p>O magnata mexicano Carlos Slim &eacute; homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 67,8 bilh&otilde;es, ap&oacute;s ultrapassar o co-fundador da Microsoft Bill Gates, segundo divulgou um respeitado rastreador de riqueza mexicano na segunda-feira, 2.</p>
<p>Um aumento de 27% de mar&ccedil;o a junho no pre&ccedil;o da a&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica M&oacute;vil, maior operadora de telefone celular da Am&eacute;rica Latina, controlada por Slim e que no Brasil &eacute; dona da Claro, o deixou quase US$ 8,6 bilh&otilde;es mais rico que Gates, disse Eduardo Garcia na Sentido Com&uacute;n, publica&ccedil;&atilde;o financeira online criada por ele. Garcia estimou que Gates tenha um patrim&ocirc;nio de US$ 59,2 bilh&otilde;es.</p>
<p>A revista Forbes informou em abril que Slim havia superado o investidor bilion&aacute;rio Warren Buffett e chegou ao segundo lugar na lista, com Gates ainda liderando.</p>
<p>O M&eacute;xico tem um amplo contraste social entre ricos e pobres, com uma pequena elite controlando as riquezas e cerca de metade da popula&ccedil;&atilde;o vivendo com menos de cinco d&oacute;lares por dia.</p>
<p>A Forbes subiu Slim no ranking por causa de ganhos em sua companhia Carso e com a telef&ocirc;nica Telmex, enquanto as a&ccedil;&otilde;es da Berkshire Hathaway, de Buffett, ca&iacute;ram no mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>H&aacute; tr&ecirc;s meses, a Sentido Com&uacute;n j&aacute; havia classificado Slim como mais rico que Gates, mas apenas por uma pequena margem. Agora, Garcia afirma que n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que a fortuna do mexicano &eacute; maior em valores atuais das a&ccedil;&otilde;es. &quot;Quando coloquei Slim &agrave; frente h&aacute; tr&ecirc;s meses, a Forbes o colocou em segundo poucos dias depois&quot;, disse Garcia, que tamb&eacute;m &eacute; editor-chefe da publica&ccedil;&atilde;o, &agrave; Reuters. &quot;Vamos ver se o mesmo acontece novamente.&quot;</p>
<p>Slim afirmou em uma entrevista &agrave; Reuters este ano que n&atilde;o tinha o h&aacute;bito de calcular sua fortuna regularmente. Ele e seu porta-voz n&atilde;o estavam imediatamente dispon&iacute;veis para coment&aacute;rios.</p></div>
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