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	<title>Blog Sandro Araújo &#187; Internacional</title>
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	<description>Economia, Política, Opinião, Variedades…</description>
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		<title>Brasil é o 12º País Mais Feliz do Mundo</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2010/07/brasil-e-o-12%c2%ba-pais-mais-feliz-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Portal Terra:</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Forbes e o instituto de pesquisas Gallup publicaram um ranking dos países mais felizes do mundo. A ordem, onde o Brasil aparece empatado em 12º com o Panamá, é baseada em uma pesquisa feita entre os anos de 2005 e 2009 em 155 países para medir dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do <a title="Portal Terra" href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4574224-EI306,00-Forbes+diz+que+Brasil+e+o+pais+mais+feliz+do+mundo.html" target="_blank">Portal Terra</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Forbes e o instituto de pesquisas Gallup publicaram um ranking dos países mais felizes do mundo. A ordem, onde o Brasil aparece empatado em 12º com o Panamá, é baseada em uma pesquisa feita entre os anos de 2005 e 2009 em 155 países para medir dois tipos de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, as pessoas responderam questões que refletiam sua satisfação geral com suas vidas e deram notas de 1 a 10. Posteriormente, foram feitas perguntas sobre como cada item foi visto no dia anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o levantamento, os cinco países mais felizes são europeus: Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia e Holanda. O grupo vem seguido pela Costa Rica e pela Nova Zelândia, empatados em sexto lugar. Os Estados Unidos estão em 14º lugar, junto com a Áustria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ponta de baixo da tabela, onde estão os países mais infelizes do mundo, se destacam os africanos Togo, 155º, Burundi e as Ilhas Comoros, empatados em 153º. A Bulgária é o país europeu de pior colocação, 137º, e o Haiti é o representante americano neste lado da tabela, em 144º. O asiático mais infeliz é, segundo a pesquisa, o Camboja, no 148º.</p>
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		<title>Ajuda do Brasil ao exterior chega a US$ 4 bi por ano, calcula &#8216;Economist&#8217;</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2010/07/ajuda-do-brasil-ao-exterior-chega-a-us-4-bi-por-ano-calcula-economist/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 20:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da BBC Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Uma reportagem veiculada pela revista britânica Economist  calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da <a title="Texto original" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/07/100716_economist_aid_pu.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma reportagem veiculada pela revista britânica Economist  calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil &#8220;está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres&#8221;, diz a revista.</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a Economist questiona a rapidez com que o Brasil tem elevado sua ajuda no exterior, apontando que a estrutura burocrática do Estado brasileiro dedicada a encaminhar esta ajuda está sobrecarregada e lembrando que o próprio Brasil ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise é publicada no momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna de uma viagem por seis países da África, nos quais promoveu parcerias no campo do biocombustível e reiterou a existência de linhas de crédito do BNDES para projetos no continente africano e latino-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Este esforço em ajuda, embora não seja chamado assim pelo governo, tem grandes implicações&#8221;, diz a revista.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Distribuir assistência na África ajuda o Brasil a competir com a China e a Índia por influência no mundo em desenvolvimento. Também angaria apoio para a campanha solitária do país por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator, lista a revista, seria a abertura de mercados para os produtos brasileiros a partir das iniciativas de cooperação e a aproximação do Brasil com os países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem compara a assistência brasileira com a chinesa. Afirma que a influência do Brasil é percebida como mais simpatia porque se volta para programas sociais e agrícolas, enquanto a chinesa promoveria, aos olhos dos países ocidentais, práticas corruptas e polêmicas sobretudo no campo da infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a Economist vê o que chama de &#8220;ambivalência&#8221; nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão &#8220;sobrecarregados&#8221; com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Economist, até resolver esses gargalos, &#8220;o programa de ajuda do Brasil permanecerá um modelo global à espera – um símbolo, talvez, do país como um todo&#8221;.</p>
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		<title>Brasil supera EUA na produção de automóveis</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2010/05/brasil-supera-eua-na-producao-de-automoveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 21:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Portal AutoEsporte.com</p>
<p style="text-align: justify;">Crise financeira mundial afetou o desempenho norte-americano em 2009. Nas vendas totais, os Estados Unidos ainda são o 3º maior produtor.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil se tornou o quinto maior produtor de automóveis do mundo, de acordo com a Organisation Internationale des Constructeurs d&#8217;Automobiles (Oica). Com 2.576.628 de unidades fabricadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Portal <a href="http://AutoEsporte.com" target="_blank">AutoEsporte.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Crise financeira mundial afetou o desempenho norte-americano em 2009. Nas vendas totais, os Estados Unidos ainda são o 3º maior produtor.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil se tornou o quinto maior produtor de automóveis do mundo, de acordo com a <em>Organisation Internationale des Constructeurs d&#8217;Automobiles</em> (Oica). Com 2.576.628 de unidades fabricadas em 2009, o país superou a produção dos Estados Unidos, na sexta posição com 2.249.061 unidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O fraco desempenho dos EUA é justificado pelo maior consumo de veículos comerciais leves (utilitários esportivos e picapes) no país e pela crise que afetou durante todo o ano passado tanto o mercado americano quanto países para os quais exportam.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia matéria completa no portal <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/brasil-supera-eua-na-producao-de-automoveis.html" target="_blank">AutoEsporte.com</a></p>
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		<title>Lula é eleito 1º entre os 100 mais influentes do mundo pela Time</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2010/04/lula-e-eleito-1%c2%ba-entre-os-100-mais-influentes-do-mundo-pela-time/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 18:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um dos líderes mais influentes do mundo, segundo lista divulgada pela revista americana &#8216;Time&#8217; nesta quinta-feira (29). Veja a lista dos 100 (em inglês) no sítio da Time.</p>
<p style="text-align: justify;">Reproduzo abaixo artigo traduzido de Michael Moore:</p>
Líderes
Luiz Inácio Lula da Silva
<p style="text-align: justify;">Quando os brasileiros elegeram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um dos líderes mais influentes do mundo, segundo lista divulgada pela revista americana &#8216;Time&#8217; nesta quinta-feira (29). Veja a lista dos 100 (em inglês) no sítio da <a href="http://www.time.com/time/specials/packages/completelist/0,29569,1984685,00.html" target="_blank">Time</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Reproduzo abaixo artigo traduzido de <a title="Revista Time" href="http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1984685_1984864_1984866,00.html" target="_blank">Michael Moore</a>:</p>
<h1><strong>Líderes</strong></h1>
<h2>Luiz Inácio Lula da Silva</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando os brasileiros elegeram Luiz Inácio Lula da Silva para Presidente pela primeira vez em 2002, os barões do roubo no país nervosamente verificaram o nível de combustível dos seus jatos particulares. Eles tinham transformado o Brasil em um dos lugares mais desiguais do mundo, e então parecia ser a hora do troco. Lula, 64 anos, era um genuíno filho das classes trabalhadoras da América Latina &#8211; de fato, um membro fundador do Partido dos Trabalhadores &#8211; que já havia inclusive sido preso por liderar uma greve.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ser finalmente declarado vencedor para a presidência, após três tentativas frustradas, ele já era uma figura familiar na vida nacional brasileira. Mas o que o levou à política pela primeira vez? Teria sido seu conhecimento pessoal do quão duro muitos brasileiros deveriam trabalhar apenas para sobreviver? Ser forçado a abandonar a escola após a quinta série para manter sua família? Trabalhar como um engraxate? Perder parte de um dedo em um acidente de trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Não: foi quando, aos 25 anos, ele observou sua esposa Maria morrer durante o oitavo mês de sua gravidez, junto com seu filho, pois não podia suportar cuidados médicos mais decentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma lição aqui para todos nós: a grande ironia da presidência de Lula &#8211; ele foi eleito para um segundo mandato em 2006 e irá permanecer no posto até o final deste ano &#8211; enquanto tenta levar o Brasil para o Primeiro Mundo com programas sociais como o Fome Zero, destinado a acabar com a fome, e com planos para aumentar a educação disponível para os membros das classes trabalhadoras do Brasil, os Estados unidos parecem mais com o antigo Terceiro Mundo a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que Lula deseja para o Brasil é o que nós chamávamos de &#8220;Sonho Americano/<em>American Dream</em>&#8220;. Nós, nos Estados Unidos, em contraste, onde os 1% mais ricos agora possuem mais saúde financeira que os 95% mais pobres, estamos vivendo em uma sociedade que está se tornando rapidamente mais parecida com o Brasil.</p>
<address style="text-align: justify;">O último filme de Michael Moore é &#8220;Capitalism: a Love Story&#8221;.</address>
<address style="text-align: justify;">
</address>
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		</item>
		<item>
		<title>Órgão da ONU admite erro em previsão sobre aquecimento global</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2010/01/orgao-da-onu-admite-erro-em-previsao-sobre-aquecimento-global/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 01:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[COP15]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da BBC Brasil:</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Jean-Pascal van Ypersele, admitiu, nesta terça-feira, que o órgão cometeu um erro ao afirmar que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035.</p>
<p style="text-align: justify;">O IPCC havia feito a previsão em 2007 em um relatório intitulado AR4, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/01/100119_geleira_himalaia_ipcc_np.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a>:</em></p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Jean-Pascal van Ypersele, admitiu, nesta terça-feira, que o órgão cometeu um erro ao afirmar que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035.</p>
<p style="text-align: justify;">O IPCC havia feito a previsão em 2007 em um relatório intitulado AR4, que trazia uma avaliação sobre os impactos do aquecimento global.</p>
<p style="text-align: justify;">“As geleiras no Himalaia estão desaparecendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo (&#8230;) A probabilidade de elas desaparecerem até 2035 ou talvez até antes é muito alta”, afirma o documento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, diversos cientistas contestaram os dados divulgados pelo Painel. Em entrevista à BBC Yepersele admitiu o erro e disse que os dados serão revisados.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, o vice-presidente afirmou que o erro não muda a tendência atual do impacto das ações do homem no clima.</p>
<p style="text-align: justify;">A polêmica voltou às discussões de diversos websites dedicados às mudanças climáticas nos últimos dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns comentaristas afirmam que o erro pode ameaçar a credibilidade dos dados científicos sobre o clima, e também do próprio IPCC.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Yepersele disse que esse não é o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não vejo como um erro em um relatório de 3 mil páginas possa prejudicar a credibilidade de todo o conteúdo do documento”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Origem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A afirmação de que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035 parece ter se originado em uma entrevista com o glaciologista indiano Syed Hasnain, publicada na revista científica New Scientist em 1999.</p>
<p style="text-align: justify;">O dado voltou a aparecer em 2005 em um relatório do grupo ambientalista WWF – documento citado na avaliação de 2007 do IPCC.</p>
<p style="text-align: justify;">Um origem alternativa para a informação sugere que seria um erro de leitura de um estudo de 1996 que teria indicado que a data seria 2350.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ciência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A polêmica voltou à tona no ano passado, antes da Cúpula da ONU sobre o Clima em Copenhague, na Dinamarca.</p>
<p style="text-align: justify;">Em dezembro, quatro importantes glaciologistas prepararam uma carta para publicação na revista científica Science na qual afirmam que o completo degelo das geleiras até 2035 era “fisicamente impossível”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não há como ser feito”, disse Jeffrey Kargel, da Universidade do Arizona, à BBC, no período de publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se você pensar em uma espessura de 200-300 metros, em alguns casos até de 400 metros – e se perdermos o gelo a uma taxa de um metro por ano, ou dois metros por ano, você não vai se livrar de 200 metros de gelo em meio século”, afirmou Kargel.</p>
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		<item>
		<title>Financial Times inclui Lula entre os 50 nomes da década</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2009/12/financial-times-inclui-lula-entre-os-50-nomes-da-decada/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 15:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Sandro Araújo</p>
<p style="text-align: justify;">O jornal inglês Financial Times elaborou a lista das &#8220;Cinqüenta faces que moldaram a década&#8221;. A lista inclui quatro categorias: Política, Economia, Negócios e Cultura. Entre os 17 políticos, nomes como George W. Bush, Vladimir Putin, Barack Obama e Osama Bin Laden. Apenas quatro políticos americanos foram incluídos. Completam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por <a href="http://www.araujosam.net/" target="_self">Sandro Araújo</a></p>
<p style="text-align: justify;">O jornal inglês Financial Times elaborou a lista das &#8220;Cinqüenta faces que moldaram a década&#8221;. A lista inclui quatro categorias: Política, Economia, Negócios e Cultura. Entre os 17 políticos, nomes como George W. Bush, Vladimir Putin, Barack Obama e Osama Bin Laden. Apenas quatro políticos americanos foram incluídos. Completam a lista Al Gore (ex vice-presidente dos EUA) e o Presidente Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros nomes merecem destaque: a dupla Larry Page e Sergey Brin (fundadores do Google), Steve Jobs (Apple), Alan Greenspan (ex-presidente do FED, banco central dos EUA) e Craig Venter (biólogo que sequenciou o DNA humano).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre Lula, diz o jornal:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Luiz Inácio Lula da Silva, próximo do fim do seu segundo mandato de quatro anos, é o presidente mais popular na história do Brasil. Seu charme pessoal e imenso conhecimento político contribui sem dúvida. Mas o que realmente faz os brasileiros amarem-no é a baixa inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando era oposição, &#8220;Mr. Lula&#8221; criticou as políticas de combate à inflação de seu predecessor e falava de &#8220;herança maldita&#8221; que recebeu ao tomar posse. Mas foi hábil o suficiente para manter as políticas macroeconômicas sem alteração, enquanto expandia programas de transferência de renda baratos mas eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob sua supervisão, o Brasil finalmente começou a mostrar seu enorme potencial e muitos, incluindo o Fundo Monetário Internacional esperam que o Brasil seja a quinta maior economia do mundo antes de 2020, trazendo mudanças na ordem mundial.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Veja a lista completa no sítio do <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/32e550e8-efd4-11de-833d-00144feab49a.html" target="_blank">Financial Times</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil encabeça ranking de combate à mudança climática</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2009/12/brasil-encabeca-ranking-de-combate-a-mudanca-climatica/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 13:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da BBC Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil encabeça a lista de um ranking de combate à mudança climática publicado nesta segunda-feira por uma organização não-governamental europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez desde que o indicador começou a ser medido pela ONG Germanwatch e a rede Climate Action Network (CAN), um país emergente ocupou a liderança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Da <a href="http://www.bbcbrasil.com" target="_blank">BBC Brasil</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil encabeça a lista de um ranking de combate à mudança climática publicado nesta segunda-feira por uma organização não-governamental europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez desde que o indicador começou a ser medido pela ONG Germanwatch e a rede Climate Action Network (CAN), um país emergente ocupou a liderança no ranking, passando para trás países desenvolvidos como a Suécia, a Alemanha e a Noruega.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil obteve uma nota 68, o que o coloca no grupo dos países cujo desempenho nesse sentido é considerado “bom”.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo grupo ficaram a Suécia (67.4), Grã-Bretanha e Alemanha (65.3), França (63.5), Índia (63.1), Noruega (61.8) e México (61.2).</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito bom que países emergentes estejam ganhando posições neste ranknig”, avaliou o diretor europeu da rede CAN, Matthias Duwe.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estão mandando um sinal claro, durante as negociações de Copenhague, de que estão comprometidos em combater a mudança climática. Gostaria apenas que outros países europeus estivessem demonstrando o mesmo compromisso para com as mudanças positivas.”</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações elogiaram a melhora do marco legal de proteção ao clima no Brasil. Mas adotaram uma postura cautelosa em relação à desaceleração do ritmo de desmatamentos no país, que reduziu as emissões de carbono do país.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ainda não está claro se isto é resultado de uma menor demanda por óleo de palma e soja na atual crise econômica.”</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais no sítio da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091214_clima_index_pu.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
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		<title>Presidente da Argentina vê o país na condição de parceiro menor do mercosul</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Jornal Valor Econômico (Edição de 8 de dezembro):</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente Cristina Kirchner deixou de lado a tradicional disputa com o Brasil pela liderança na região e colocou a Argentina na condição de parceiro menor do Mercosul. Cristina disse que este é o momento de debater os desequilíbrios do bloco &#8220;analisando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Do Jornal <a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/5990906/argentina-e-paraguai-fazem-criticas-a-paralisia-do-mercosul" target="_blank">Valor Econômico</a> (Edição de 8 de dezembro):</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">A presidente Cristina Kirchner</span> deixou de lado a tradicional disputa com o Brasil pela liderança na região e <span style="text-decoration: underline;">colocou a Argentina na condição de parceiro menor do Mercosul</span>. Cristina disse que este é o momento de debater os desequilíbrios do bloco &#8220;analisando os números de suas economias e os termos de intercâmbio&#8221;. Para isso, lembrou a União Europeia e o papel de liderança exercido pela Alemanha na integração do bloco, em razão do &#8220;tamanho de sua economia&#8221;. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, criticou a &#8220;agenda defensiva e protecionista&#8221; dos países do Mercosul. Ele disse que as vendas paraguaias ao bloco caíram 32% no ano e a balança comercial teve déficit de US$ 600 milhões. (Grifo meu)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: É um fato tão inusitado que por si só demonstra o quão baratinada está a Argentina. Enquanto o Real tem se valorizado frente ao dólar (em grande parte pela entrada enorme de divisas), a moeda argentina permanece em cotação superior a 3&#215;1 em relação à americana. Nesta condição, um Real compra dois Pesos! Pelo histórico, o Brasil deve manter ressalvas a esta &#8220;mudança de posição&#8221;. Por outro lado, caso as assimetrias entre os países do Mercosul fossem de fato consideradas para a tomada de novos avanços, é de se crer que o bloco poderia enfim almejar uma futura União Sulamericana, a exemplo da União Européia. No caso dos &#8220;irmãos do velho mundo&#8221;, França e Alemanha trouxeram para si o papel de motor do bloco e financiaram a correção de distorções dos outros sócios. No nosso caso talvez coubesse ao Brasil (e é isto que sugere a Presidente da Argentina) o papel de financiador. Uma pré-condição para tal seria exatamente o reconhecimento explícito daquele país de que o Brasil exerce papel de liderança. Poderiam começar por nos apoiar na busca pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, o que ainda não o fizeram.</em></p>
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		<title>Brasil assina convênio com Uruguai e amplia comércio em moeda local</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Denise Mota &#8211; BBC Brasil</p>
<p>O governo brasileiro assinou, nesta segunda-feira, em Montevidéu, um convênio com o Uruguai para a realização de operações comerciais em reais e pesos uruguaios.</p>
<p>A assinatura do acordo aconteceu durante a reunião entre ministros Economia e Relações Exteriores do Mercosul, que antecede a Cúpula de presidentes do bloco, marcada para terça-feira na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Denise Mota &#8211; <a href="http://www.bbcbrasil.com/" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
<p>O governo brasileiro assinou, nesta segunda-feira, em Montevidéu, um convênio com o Uruguai para a realização de operações comerciais em reais e pesos uruguaios.</p>
<p>A assinatura do acordo aconteceu durante a reunião entre ministros Economia e Relações Exteriores do Mercosul, que antecede a Cúpula de presidentes do bloco, marcada para terça-feira na capital uruguaia.</p>
<p>O convênio, chamado de Sistema de Pagamento em Moeda Local, se dá em forma bilateral e já funciona entre Brasil e Argentina desde 2007. O objetivo do Brasil é incluir outros países da região.</p>
<p>Leia mais no sítio da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091207_brasil_uruguai_dm_np.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
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		<title>Estados Unidos consideram Brasil parceiro estratégico para produção de biocombustíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Roberto Maltchik &#8211; Enviado especial</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Copenhague (Dinamarca) &#8211; Em evento patrocinado pelo Brasil para analisar o impacto dos biocombustíveis na emissão de gases do efeito estufa, a chefe da Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental, Lisa Jackson, garantiu que os Estados Unidos têm interesse em uma parceria estratégica com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Roberto Maltchik &#8211; Enviado especial</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/12/08/materia.2009-12-08.8279363063/view" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
<p style="text-align: justify;">Copenhague (Dinamarca) &#8211; Em evento patrocinado pelo Brasil para analisar o impacto dos biocombustíveis na emissão de gases do efeito estufa, a chefe da Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental, Lisa Jackson, garantiu que os Estados Unidos têm interesse em uma parceria estratégica com o Brasil no setor. “Brasil e Estados Unidos juntos podem trabalhar para o desenvolvimento desse tipo de energia, que protege o meio ambiente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Lisa Jackson foi a representante dos Estados Unidos que anunciou ontem (7), em Washington, que o governo de Barack Obama passou a considerar danosos à saúde seis gases que provocam o efeito estufa, o que causou grande repercussão no segundo dia da Conferência Mundial do Clima, na capital dinamarquesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A delegação da Suécia, outro país interessado no mercado de biocombustíveis, defendeu o etanol brasileiro como a principal fonte disponível hoje para reduzir o impacto do transporte no aquecimento global. A meta da Suécia é alcançar em 2030 um padrão econômico capaz de tornar o país independente do uso de combustíveis fósseis.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Itamaraty, a participação do Brasil com o evento sobre biocombustíveis não visa criar mercado para o produto brasileiro, mas oferecer uma alternativa ao mundo de energia limpa e renovável.</p>
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