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	<title>Blog Sandro Araújo &#187; Economia</title>
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	<description>Economia, Política, Opinião, Variedades…</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 12:31:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
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		<title>Leilão de privatização de aeroportos arrecada quase cinco vezes o previsto pelo governo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sabrina Craide &#8211; Agência Brasil Brasília &#8211; A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) arrecadou R$ 24.535.132.500 com o leilão dos aeroportos de Guarulhos (Cumbica), Campinas (Viracopos) e Brasília (JK) em leilão realizado há pouco pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O valor obtido no leilão, com os três maiores aeroportos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Sabrina Craide &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) arrecadou R$ 24.535.132.500 com o leilão dos aeroportos de Guarulhos (Cumbica), Campinas (Viracopos) e Brasília (JK) em leilão realizado há pouco pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O valor obtido no leilão, com os três maiores aeroportos do Brasil, é quase cinco vezes os R$ 5,5 bilhões, previstos no edital de licitação.</p>
<p style="text-align: justify;">A concessão de Guarulhos, que tem prazo de 20 anos, foi arrematada por R$ 16,213 bilhões pelo consórcio Invepar – composto pelas empresas Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A) e ACSA, da África do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor da concessão do Aeroporto Internacional de Viracopos ficou em R$ 3,821 bilhões, para o consórcio Aeroportos Brasil, composto pela Triunfo Participações e Investimentos (45%), UTC Participações (45%) e Egis Airport Operation (10%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já o aeroporto de Brasília foi arrematado por R$ 4.501.132.500, lance feito pelo consórcio Inframerica Aeroportos, composto pelas empresas Infravix Participações SA (50%) e Corporacion America SA (50%).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da assinatura do contrato de concessão, haverá um período de transição de seis meses, prorrogável por mais seis, no qual a concessionária administrará o terminal em conjunto com a Infraero. Após esse período, o novo controlador assume as operações do aeroporto. A gestão do espaço aéreo nos terminais concedidos não sofrerá mudanças e continuará sob o controle do Poder Público.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o resultado:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aeroporto Internacional de Guarulhos (Guarulhos-SP)<br />
* Consórcio Invepar, representado pela corretora Gradual<br />
* Valor: R$ 16.213.000.000,00</p>
<p style="text-align: justify;">Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas-SP)<br />
* Consórcio Aeroportos Brasil, representado pela corretora Planner<br />
* Valor: R$ 3.821.000.000,00</p>
<p style="text-align: justify;">Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek (Brasília-DF)<br />
* Consórcio Inframérica Aeroportos, representado pela corretora Citi<br />
* Valor: R$ 4.501.132.500,00</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F02%2Fleilao-de-privatizacao-de-aeroportos-arrecada-quase-cinco-vezes-o-previsto-pelo-governo%2F&amp;title=Leil%C3%A3o%20de%20privatiza%C3%A7%C3%A3o%20de%20aeroportos%20arrecada%20quase%20cinco%20vezes%20o%20previsto%20pelo%20governo" id="wpa2a_2"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Petrobras faz descoberta de óleo e gás na Amazônia</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2012/02/petrobras-faz-descoberta-de-oleo-e-gas-na-amazonia/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 11:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Petrobras comunica a descoberta de uma nova acumulação de petróleo e gás na Bacia do Solimões, Bloco SOL-T-171, no estado do Amazonas. Do Blog Petrobrás &#8211; Fatos e Dados A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-961-AM, informalmente conhecido como Leste do Igarapé Chibata. Localizado no Município de Coari, a 25 km da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A Petrobras comunica a descoberta de uma nova acumulação de petróleo e gás na Bacia do Solimões, Bloco SOL-T-171, no estado do Amazonas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Do Blog Petrobrás &#8211; Fatos e Dados</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2484" title="urucu2-300x244" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2012/02/urucu2-300x244.jpg" alt="" width="300" height="244" />A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-961-AM, informalmente conhecido como Leste do Igarapé Chibata. Localizado no Município de Coari, a 25 km da Província Petrolífera de Urucu, o poço foi perfurado a profundidade final de 3.295 metros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os testes realizados indicaram capacidade de produção diária de 1.400 barris de óleo de boa qualidade (41º API) e 45 mil m3 de gás, na Formação Juruá.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o segundo sucesso exploratório no Bloco SOL-T-171, onde já está em andamento, desde 2010, o Plano de Avaliação da Descoberta do poço 1-BRSA-769-AM, informalmente conhecido como Igarapé Chibata.</p>
<p style="text-align: justify;">Se for confirmada a viabilidade econômica das descobertas, será criado um novo polo produtor de petróleo e gás natural na Bacia do Solimões.</p>
<p style="text-align: justify;">A Petrobras é detentora de 100% dos direitos de exploração e produção na concessão. A companhia produz, diariamente, no Estado do Amazonas, 53 mil barris de óleo e 11 milhões de m3 de gás natural por dia, além de 1,3 mil ton/dia de GLP.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja no mapa a localização geográfica da descoberta:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2485" title="mapa-Solimões-e1328309805155" src="http://www.araujosam.net/wp-content/uploads/2012/02/mapa-Solimões-e1328309805155.jpg" alt="" width="480" height="293" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F02%2Fpetrobras-faz-descoberta-de-oleo-e-gas-na-amazonia%2F&amp;title=Petrobras%20faz%20descoberta%20de%20%C3%B3leo%20e%20g%C3%A1s%20na%20Amaz%C3%B4nia" id="wpa2a_4"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Na chefia da quinta petrolífera do mundo, Graça Foster é caso raro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 01:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com fama de rígida e exigente, a engenheira química é o nome indicado para assumir o comando da Petrobras. Mulheres ainda são raras no comando de empresas e em altos cargos da política brasileira. Da Deutsche Welle No Brasil e no mundo é grande a curiosidade em torno da engenheira química Graça Foster, a primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Com fama de rígida e exigente, a engenheira química é o nome indicado para assumir o comando da Petrobras. Mulheres ainda são raras no comando de empresas e em altos cargos da política brasileira.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da Deutsche Welle</em></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil e no mundo é grande a curiosidade em torno da engenheira química Graça Foster, a primeira mulher a comandar a maior empresa do Brasil e a quinta maior no ranking mundial da indústria petrolífera.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria das Graças Silva Foster – nome completo da nova presidente da Petrobras – já está acostumada a cargos de chefia. Foster, que ocupa atualmente o posto de diretora de Gás e Energia da empresa, já comandou as subsidiárias Petroquisa e Petrobras Distribuidora. Entre 2003 e 2005, foi secretária de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, indicada pela então ministra da pasta, a hoje presidente da República, Dilma Rousseff.</p>
<p style="text-align: justify;">O anúncio oficial da sucessora de José Sérgio Gabrielli, que administrou a estatal desde 2005, virá no dia 9 de fevereiro, após reunião do conselho de administração. Mas se trata apenas de uma formalidade: o nome de Foster foi encaminhado pelo próprio presidente do conselho, o ministro da Fazenda, Guido Mantega.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-2481"></span>Um mundo dos &#8220;bons e velhos garotos&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foster dá continuidade à sua carreira num ambiente essencialmente masculino. Em nenhuma das grandes companhias petrolíferas da atualidade a última palavra é de uma mulher. Mas a competência feminina já é vista em conselhos diretores de gigantes como a norte-americana Chevron, a russa Gazprom e a francesa Total. Curiosamente, nas duas maiores chinesas do setor, PetroChina e Sinopec, não há mulheres em conselhos diretores.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o consultor Ken Arnold, do grupo Worley Parsons – parceiro em projetos importantes da BP e ExxonMobil – entrou no setor, em 1964, não havia sequer mulheres formadas em engenharia. &#8220;Naqueles dias, as empresas eram administradas por engenheiros, que iam galgando posições. Há muitos casos ainda que seguem esse estilo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em quase 50 anos, muita coisa mudou. &#8220;Nesse meio tempo, a liderança de muitas indústrias do petróleo passou das mãos de funcionários técnicos para uma mistura de áreas técnica e financeira – e nesse setor há uma grande representação feminina&#8221;, relata Arnold. &#8220;Mas ainda existem bolsões da mentalidade do &#8216;bom e velho garoto&#8217; na indústria&#8221;, reconhece. Para o consultor norte-americano, no entanto, cada vez mais mulheres devem chegar ao topo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evolução à brasileira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil vê uma evolução na igualdade dos gêneros desde que Dilma assumiu o governo como primeira presidente da história do país. Com a chefe de Estado, outras profissionais ascenderam ao poder: nove dos 38 ministérios são administrados por mulheres. Na era Lula eram quatro, incluindo a atual presidente, ex-ministra da Casa Civil e de Minas e Energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos poucos, mulheres ganham território no cenário político brasileiro. De 1999 a 2000, não havia mulheres nos gabinetes ministeriais. Entre 2003 e 2006, elas representavam 10,7%, e entre 2007 a 2010, 14,8% – os homens continuam representando 85,2%. A mesma tendência é observada no Senado e na Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente reforçou o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, criado em 2005 em parceria com a <acronym title='Organização das Nações Unidas'>ONU</acronym> Mulheres, com a intenção de valorizar e estimular a ascensão de mulheres a postos de poder e decisão. Empresas públicas que aderem ao programa e são fieis aos objetivos ganham um selo de reconhecimento. As adesões ainda são tímidas: das 122 que participaram até agora, 92 foram premiadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No mercado de trabalho, as estatísticas ainda mostram uma tendência do passado. O Anuário das Mulheres Brasileiras, organizado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostra que a maioria das mulheres empregadas atualmente executa serviços domésticos (17%). Seguem-se os setores de comércio e reparação (16,8%) e o de educação, saúde e serviços sociais (16,7%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O exemplo raro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No universo de 97,3 milhões de mulheres no Brasil – quatro milhões a mais que o total de homens –, são poucas ainda aquelas com um perfil semelhante ao de Graça Foster. A engenheira química, que percorreu 32 anos de carreira dentro da Petrobras, ganhou vários prêmios como executiva e apareceu no ranking das 50 mulheres em ascensão no universo de negócios em todo o mundo, segundo o jornal inglês Financial Times.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a fama de ser rígida e extremamente exigente, Foster vai comandar um orçamento de 224,7 bilhões de dólares previsto no Plano de Negócios da Petrobras para o período de 2011 a 2015. Ao que tudo indica, também será sob sua coordenação que a companhia empreenderá as explorações mais desafiadoras da camada Pré-Sal.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F02%2Fna-chefia-da-quinta-petrolifera-do-mundo-graca-foster-e-caso-raro%2F&amp;title=Na%20chefia%20da%20quinta%20petrol%C3%ADfera%20do%20mundo%2C%20Gra%C3%A7a%20Foster%20%C3%A9%20caso%20raro" id="wpa2a_6"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Em Cuba, Dilma diz que &#8220;todos os países&#8221; violam direitos humanos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário: o mundo não pode fechar os olhos para os abusos contra os direitos humanos cometidos pelas grandes potências econômicas. Casos de soldados urinando em cadáveres de civis inocentes mortos por eles mesmos, casos de soldadas amarrando prisioneiros tal qual cachorros&#8230; E outros prisioneiros mantidos sem direito a defesa e a devido processo legal tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em style="text-align: justify;">Comentário: o mundo não pode fechar os olhos para os abusos contra os direitos humanos cometidos pelas grandes potências econômicas. Casos de soldados urinando em cadáveres de civis inocentes mortos por eles mesmos, casos de soldadas amarrando prisioneiros tal qual cachorros&#8230; E outros prisioneiros mantidos sem direito a defesa e a devido processo legal tão próximo de Havana! Certamente a colega blogueira Yoanny Sánchez é uma vítima de um regime. Vale lembrar, porém, que o mesmo regime a permite ecoar sua voz através do blog, sem censura&#8230; Mas, como diz a Presidente do Brasil, violação de direitos humanos ocorre em dos os países. Ou lidamos com o &#8220;problema&#8221; de maneira universal e sem ideologia, ou seremos levianos!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A presidente Dilma Rousseff encerra na manhã desta quarta-feira sua visita de 36 horas a Cuba e segue de Havana para Porto Príncipe, no Haiti. A presidente brasileira tratou sobre parcerias comerciais bilaterais e, em relação à violação dos direitos humanos em Cuba, disse que “todos os países” enfrentam este problema.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a title="Em Cuba, Dilma diz que &quot;todos os países&quot; violam direitos humanos" href="http://www.portugues.rfi.fr/americas/20120201-em-cuba-dilma-diz-que-todos-os-paises-tem-violacao-de-direitos-humanos" target="_blank">RFI</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Durante seu encontro de pouco mais de uma hora com o presidente cubano, Raul Castro, nesta terça-feira, os dois líderes conversaram sobre a implantação de empresas brasileiras na zona econômica exclusiva no Porto de Mariel e outros projetos de cooperação. Dilma defendeu uma parceria &#8220;estratégica e duradoura&#8221; com Cuba e disse que a maior contribuição que o Brasil pode dar ao país é ajudá-lo a &#8220;desenvolver&#8221; o seu &#8220;processo econômico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Na pauta da reunião com o presidente Raúl Castro esteve um projeto para a instalação de empresas de medicamentos brasileiras na zona do porto de Mariel. A ampliação do local, visto como estratégico para o país, custará 900 milhões de dólares, sendo que 70% deste valor, 682 milhões, são financiados pelo Brasil. A construtora brasileira Odebretch está por trás da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto prevê que as empresas brasileiras se beneficiem da experiência cubana na fabricação de medicamentos contra o câncer e que a zona exclusiva sirva de plataforma para exportações para todo o Caribe e principalmente para os Estados Unidos. Desde que assumiu o poder, Raúl Castro tem implantado uma série de reformas econômicas para enfrentar a crise que há décadas atinge a ilha.</p>
<p style="text-align: justify;">Já sobre o delicado tema das violações de direitos humanos no país, Dilma afirmou que &#8220;todos os países&#8221; enfrentam este problema e citou a prisão americana de Guantánamo como exemplo. &#8220;O mundo precisa se comprometer em geral, e não é possível fazer da política de direitos humanos só uma arma de combate político-ideológico”, argumentou. “O mundo precisa se convencer de que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso&#8221;, declarou a presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de encerrar a visita oficial, Dilma se encontrou com o ex-presidente Fidel Castro, mas não foram divulgados detalhes da conversa. No Haiti, Dilma terá encontro de trabalho com o presidente Michel Martelly sobre questões ligadas à reconstrução e ao desenvolvimento econômico e social do país. O novo visto permanente para os imigrantes haitianos no Brasil, ponto sensível da agenda bilateral, também será abordado.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F02%2Fem-cuba-dilma-diz-que-todos-os-paises-violam-direitos-humanos%2F&amp;title=Em%20Cuba%2C%20Dilma%20diz%20que%20%26%238220%3Btodos%20os%20pa%C3%ADses%26%238221%3B%20violam%20direitos%20humanos" id="wpa2a_8"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Davos: América Latina é um &#8220;oásis&#8221; de estabilidade e crescimento</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2012/02/davos-america-latina-e-um-oasis-de-estabilidade-e-crescimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Agência Lusa, via Agencia Brasil, com adaptações No contexto de incerteza que domina a atual crise econômico-financeira internacional, a América Latina foi identificada como um “oásis” de estabilidade, crescimento e oportunidades durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que terminou dia 29. O pessimismo justifica-se com a falta de soluções para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Da Agência Lusa, via Agencia Brasil, com adaptações</em></p>
<p style="text-align: justify;">No contexto de incerteza que domina a atual crise econômico-financeira internacional, a América Latina foi identificada como um “oásis” de estabilidade, crescimento e oportunidades durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que terminou dia 29.</p>
<p style="text-align: justify;">O pessimismo justifica-se com a falta de soluções para o problema da dívida soberana da zona do euro, a lentidão de recuperação dos Estados Unidos e a desaceleração do crescimento dos países emergentes, enquanto o otimismo aumenta do lado dos países latino-americanos, como adianta a agência de notícias espanhola EFE.</p>
<p style="text-align: justify;">Presidentes e ministros dessa região do globo tiveram de cumprir agendas bastante apertadas, devido às reuniões sucessivas com responsáveis de multinacionais e de grandes empresas. “Francamente, não tivemos tempo para mais nada, a não ser reuniões, receber empresários e investidores interessados nos setores mineral e energético da Colômbia”, comentou à EFE o ministro colombiano da Energia e Minas, Mauricio Cárdenas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, esta edição de Davos foi bastante diferente das anteriores, em que o “apetite” estava direcionado para os grandes países emergentes, em particular China e Índia que, este ano, assumiram mais nitidamente o seu novo papel de países investidores também à procura de oportunidades de negócio na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Os governos tentam igualmente aproveitar o Fórum de Davos para ajudar as suas empresas a fazer negócios no estrangeiro, caso do ministro das Relações Exteriores da Austrália, Kevin Rudd, que esteve reunido com o chanceler peruano, Rafael Roncagliolo. “A razão dessa reunião é porque olhamos para a América como um pilar sólido de crescimento econômico global nas próximas décadas e queremos estreitar relações agora”, explicou Rudd.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo vários políticos e empresários, ao contrário do que acontecia no ano passado, o interesse na América Latina permite aos investidores escolher os investimentos que melhor correspondem aos critérios de responsabilidade ecológica e social dos seus governos, particularmente na indústria de minérios e de recursos não renováveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F02%2Fdavos-america-latina-e-um-oasis-de-estabilidade-e-crescimento%2F&amp;title=Davos%3A%20Am%C3%A9rica%20Latina%20%C3%A9%20um%20%26%238220%3Bo%C3%A1sis%26%238221%3B%20de%20estabilidade%20e%20crescimento" id="wpa2a_10"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Taxa de desemprego de dezembro foi a menor desde 1990</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 17:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marli Moreira &#8211; Agência Brasil O mercado de trabalho no pais atingiu, em dezembro, o melhor desempenho desde o início da década de 1990 , segundo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade), feita em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Marli Moreira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">O mercado de trabalho no pais atingiu, em dezembro, o melhor desempenho desde o início da década de 1990 , segundo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade), feita em sete regiões metropolitanas (Distrito Federal, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo). A taxa de desemprego recuou de 9,7% em novembro para 9,1%. Na comparação com os demais meses de dezembro, foi a taxa mais baixa desde dezembro de 1990 (9,4%) e, em relação à série histórica, a menor desde março de 1990 (9,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">O número de desempregados no último mês de 2011 foi estimado em 2,02 milhões, 142 mil a amnos que em novembro. O nível de ocupação cresceu 0,6%, com a abertura de 116 mil vagas. No período, 26 mil pessoas desistiram de concorrer aos postos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A região metropolitana de Salvador foi a que mais ampliou as contratações, com alta de 2,5%, seguida por Belo Horizonte (1,5%) , Distrito Federal (1%) e Recife (0,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">O setor de serviços foi o que mais ajudou a reduzir a taxa de desemprego em dezembro, com a abertura de 99 mil postos de trabalho, 0,9% a mais que em novembro. Já o comércio e a indústria apresentaram saldos negativos, com o corte 18 mil vagas, a maioria no comércio (16 mil empregos).</p>
<p style="text-align: justify;">Na região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego caiu pela quarta vez seguida, de 9,5% em novembro para 9% em dezembro, que representa 968 mil pessoas sem emprego formal, uma redução de 58 mil sobre o estoque registrado no mês anterior. Apesar de terem sido abertas apenas 18 mil vagas, 40 mil pessoas deixaram o mercado de trabalho. A exemplo do que ocorreu nas demais regiões pesquisadas, o setor de serviços foi o que mais contratou, ampliando em l,7% o número de vagas ( 87 mil) em relação a novembro. No comércio, a queda foi 3,5% e, na indústria, 0,9%.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F01%2Ftaxa-de-desemprego-de-dezembro-foi-a-menor-desde-1990%2F&amp;title=Taxa%20de%20desemprego%20de%20dezembro%20foi%20a%20menor%20desde%201990" id="wpa2a_12"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Presidente do Bradesco destaca solidez da economia brasileira</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 15:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sandro Araújo Enquanto alguns questionam a capacidade do Brasil se impor no cenário mundial, o Presidente do Bradesco faz uma análise &#8220;pé no chão&#8221; sobre a realidade nacional. Detalhe: o Bradesco é hoje o segundo maior banco privado. E só foi ultrapassado após a fusão Itaú-Unibanco. Luiz Carlos Trabuco dirige um banco que possui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Sandro Araújo</em></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto alguns questionam a capacidade do Brasil se impor no cenário mundial, o Presidente do Bradesco faz uma análise &#8220;pé no chão&#8221; sobre a realidade nacional. Detalhe: o Bradesco é hoje o segundo maior banco privado. E só foi ultrapassado após a fusão Itaú-Unibanco. Luiz Carlos Trabuco dirige um banco que possui penetração em todas as classes sociais e, como poucos, possui &#8220;know-how&#8221; de classe C (operou o Banco Postal, dos Correios, até 2011). A classe C é a que mais cresce no país. Qual banco surfará na onda desse crescimento?</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, trecho de entrevista publicada no jornal Correio Braziliense e que pode ser lida <a title="Presidente do Bradesco confia que sociedade não aceitará retrocesso no país" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/01/29/internas_economia,288007/presidente-do-bradesco-confia-que-sociedade-nao-aceitara-retrocesso-no-pais.shtml" target="_blank">aqui</a> (grifos meus).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os últimos indicadores apontam o Brasil como a sexta maior economia do planeta. Mas o país está longe de ter padrão de vida de Primeiro Mundo. As desigualdades sociais permanecem gritantes. É possível imaginar uma qualidade de vida parecida como a que se vê nos Estados Unidos e na Europa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">A divulgação desse dado veio acompanhada da tese de que nós melhoramos porque os outros pioraram. O engraçado é que, até outro dia, o jargão era o seguinte: “se o mundo pega resfriado, o Brasil pega pneumonia”. Agora, somos o contraponto para o mundo enfrentar a epidemia.</span> Ao contrário dessa provocação, chegamos até aqui por nossas virtudes. Temos uma economia equilibrada e boa blindagem em caso de crise externa. Temos imenso orgulho dessa posição. É claro, há imensos desafios pela frente. Precisamos melhorar o <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> per capita, avançar na educação, na inovação, na produtividade. Mas chegar a essa posição no ranking não é pouca coisa. É o indicativo de que criamos condições para superar o atraso e as injustiças sociais. A elevação da qualidade de vida da população pode ser acompanhada todos os dias. <span style="text-decoration: underline;">O índice de miséria era de mais de 20% há cerca de 20 anos; hoje está abaixo de 10%.</span> Há um processo evolutivo captado pelas estatísticas. Outra vantagem é que o Brasil é um país que responde a estímulos de forma rápida. As pessoas têm perspectiva de emprego. Vivemos na fronteira do pleno emprego. Nosso maior desafio é chegar ao padrão de vida dos países maduros. <span style="text-decoration: underline;">As condições estão dadas</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F01%2Fpresidente-do-bradesco-destaca-solidez-da-economia-brasileira%2F&amp;title=Presidente%20do%20Bradesco%20destaca%20solidez%20da%20economia%20brasileira" id="wpa2a_14"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os mais endividados na União Europeia: Irlanda e Reino Unido</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário: A questão da dívida dos países centrais é um tema a ser explorado&#8230; Os EUA estão no limite do endividamento &#8211; apesar de &#8220;apenas&#8221; cerca de 100% do PIB. Os casos da Irlanda e do Reino Unido fazem crer que a dívida Grega é um &#8220;troco&#8221;&#8230; Não em termos absolutos, mas em relação à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Comentário: A questão da dívida dos países centrais é um tema a ser explorado&#8230; Os <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> estão no limite do endividamento &#8211; apesar de &#8220;apenas&#8221; cerca de 100% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>. Os casos da Irlanda e do Reino Unido fazem crer que a dívida Grega é um &#8220;troco&#8221;&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não em termos absolutos, mas <span style="text-decoration: underline;">em relação à riqueza que criam</span>. Numa amostra de oito países &#8220;periféricos&#8221; e do &#8220;centro&#8221;, o peso da dívida total varia entre<span style="text-decoration: underline;"> 663% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> na Irlanda e 267% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> na Grécia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do <a title="Os mais endividados na União Europeia: Irlanda e Reino Unido" href="http://aeiou.expresso.pt/os-mais-endividados-na-uniao-europeia-irlanda-e-reino-unido=f701253" target="_blank">Expresso.pt</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Por mais paradoxal que pareça, o país que está à beira de uma bancarrota externa, a Grécia, tinha uma dívida total que era, apenas, 267% do seu produto interno bruto (<acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>) em meados do ano passado. O que é quase uma ninharia comparada com 663% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> para o caso da Irlanda e 507% para o Reino Unido, segundo uma comparação entre oito países da União Europeia, realizada pelo McKinsey Global Institute (MGI) no seu recente relatório &#8220;Debt and deleveraging&#8221;, publicado este mês.</p>
<p style="text-align: justify;">A dívida total portuguesa era de 356% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> e, neste grupo de oito, ficou em 4.º lugar, depois da Irlanda, Reino Unido e Espanha (com 363% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>). Em melhor posição do que Portugal, ficaram França (com 346%), Itália (com 314%), Alemanha (com 278%) e Grécia (com 267%).</p>
<p style="text-align: justify;">Por dívida total entende-se a dívida de famílias, empresas, entidades financeiras e governo. Os dados referem-se ao segundo trimestre de 2011 e, no caso português, irlandês e italiano, ao primeiro trimestre do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da Grécia, o elo mais fraco da zona euro que conduziu ao trilho da bancarrota externa, é a <strong>dívida pública</strong>, que representava 132% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>, mais do que a italiana que pesava 111% ou a francesa que pesava 90%. Nesta comparação, a dívida pública portuguesa pesava 79%.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2454"></span>Os dois países com a situação mais grave em termos de endividamento das entidades financeiras em relação à riqueza criada no país são a Irlanda e o Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">As <strong>entidades financeiras</strong> irlandesas deviam 259% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> e as britânicas 219% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>. No caso das portuguesas a dívida é apenas de 55% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>. A melhor situação é a grega (7%).</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do endividamento das <strong>empresas</strong>, as duas piores situações são a irlandesa, com 194% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>, e a espanhola, com 134%. Nesta divisão do endividamento, Portugal vem logo em terceiro lugar, com a dívida das empresas a pesar 128%. A melhor situação é a alemã (49%).</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, no campo do endividamento das <strong>famílias</strong>, a pior situação é, uma vez mais, a irlandesa, com 124% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>, logo seguida do Reino Unido, com 98%, e de Portugal, com 94%. As melhores situações são as de Itália (apenas 45% do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>) e de França (48%), com uma riqueza líquida das famílias sólida a nível europeu.</p>
<p style="text-align: justify;">A título de exemplo, realizando uma comparação com o estudo anterior da consultora (publicado em janeiro de 2010), verificamos movimentos interessantes em três casos simbólicos para os quais há dados comparáveis em dois momentos distintos desta crise em curso. Em Itália o peso do endividamento do governo aumentou dois pontos percentuais do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> e o das famílias quatro pontos percentuais; nos outros segmentos houve desalavancagem. Em Espanha, apenas aumentou o peso do endividamento do governo, em 15 pontos percentuais do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>. No Reino Unido, aumentou 22 pontos percentuais do <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym> o endividamento do governo e 25 pontos percentuais o endividamento das entidades financeiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em resumo</strong>, sobre Portugal, avaliando a relação com a riqueza criada anualmente, nesta amostra de oito países &#8220;periféricos&#8221; e do &#8220;centro&#8221; da União Europeia: 4.º na dívida total; 3.º na dívida das empresas; 3º na dívida nas famílias; 7.º na dívida pública; 7.º na dívida das entidades financeiras. Comparativamente, as situações mais graves são ao nível das empresas e das famílias. Deduz-se que são os &#8220;segmentos&#8221; onde a desalavancagem vai ser mais violenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O estudo do MGI pretende avaliar o esforço de desalavancagem da dívida total em dez países do mundo (Japão, com o maior peso da dívida no <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>, neste grupo, Reino Unido, Espanha, França, Itália, Coreia do Sul, Estados Unidos, Alemanha, Austrália e Canadá, por ordem decrescente de peso da dívida no <acronym title='Produto Interno Bruto'>PIB</acronym>).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Capitalismo de Estado brasileiro é ambíguo, diz &#8216;Economist&#8217;</title>
		<link>http://www.araujosam.net/2012/01/capitalismo-de-estado-brasileiro-e-ambiguo-diz-economist/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário: O assunto é instigante&#8230; O intervencionismo estatal não é exclusividade do Brasil. Na Europa, a France Telecom tem grande participação estatal. Na Grã-Bretanha, a BBC, maior rede de televisão, é 100% estatal. Nos Estados Unidos, meca do capitalismo, há grande preferência do Estado na compra de fornecedores locais &#8211; o caso mais recente foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Comentário: O assunto é instigante&#8230; O intervencionismo estatal não é exclusividade do Brasil. Na Europa, a France Telecom tem grande participação estatal. Na Grã-Bretanha, a BBC, maior rede de televisão, é 100% estatal. Nos Estados Unidos, meca do capitalismo, há grande preferência do Estado na compra de fornecedores locais &#8211; o caso mais recente foi a suspensão de venda de aeronaves da Embraer à Força Aérea dos <acronym title='Estados Unidos da América'>EUA</acronym> após questionamento por um fabricante local. É a velha história: faça o que eu falo mas não faça o que eu faço&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Brasil é o mais ambíguo dos países a praticar o capitalismo de Estado, segundo a revista britânica <em>The Economist</em>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120119_economist_brasil_mm.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Em uma reportagem sobre as economias conduzidas pelo governo, a reportagem comenta o modelo brasileiro, que mistura práticas liberais com práticas intervencionistas, adotadas em países como Rússia e China.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é um dos casos citados na matéria de capa da revista, &#8220;A mão visível&#8221;, em um trocadilho com o termo liberal &#8220;mão invisível da economia&#8221;, cunhado por Adam Smith, em A Riqueza das Nações, no século 18.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o líder soviético Vladimir Lênin na capa, a publicação diz que o capitalismo de Estado tem se tornado um modelo ascendente.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista lembra ainda que a presença do Estado na economia brasileira foi ainda mais forte no passado. No começo dos anos 1980, o país tinha mais de 500 estatais.</p>
<p style="text-align: justify;">A guinada aconteceu na década seguinte, com a privatização de boa parte das empresas públicas. No entanto, de acordo com a revista, o Estado voltou a se fazer presente com força na economia nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O governo despejou recursos em um punhado de (empresas) campeãs, particularmente no setor de recursos naturais e telecomunicações&#8221;, diz a publicação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2450"></span>Segundo a <em>Economist</em>, &#8220;de um líder das privatizações nos anos 1990&#8243;, o Brasil agora pressiona sua maior mineradora, a Vale, &#8220;para manter funcionários que não precisa, além de obrigar uma série de companhias menores a embarcar numa consolidação subsidiada&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem cita o exemplo da fusão de Sadia e Perdigão e a compra da Brasil Telecom pela Oi e diz ainda que o governo força a Petrobras a usar equipamentos nacionais para aquecer a economia interna, mesmo quando há similares estrangeiros mais competitivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8216;Leviatã como acionista minoritário&#8217;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <em>Economist</em> afirma que a grande inovação do capitalismo de Estado brasileiro é a prática que chama de &#8220;Leviatã como acionista minoritário&#8221;, termo emprestado de um estudo conduzido pelos professores Sergio Lazzarini, do Insper, de São Paulo, e Aldo Musacchio, da Harvard Business School.</p>
<p style="text-align: justify;">O termo faz referência ao mito que simboliza o Estado, o Leviatã, que dá título ao clássico da filosofia política, escrito por Thomas Hobbes no século 17.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista ressalta que o Estado brasileiro é acionista minoritário em uma série de empresas privadas e que, apesar de não ter o controle acionário, o governo tem voz suficiente para mudar o curso dos negócios de acordo com seus interesses.</p>
<p style="text-align: justify;">Baluarte do liberalismo econômico, a revista ironicamente faz alguns elogios ao modelo brasileiro, que cita como &#8220;bom exemplo&#8221;, ao lado dos investimentos do fundo soberano de Cingapura.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, a Economist faz um alerta sobre os perigos do modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O capitalismo de Estado frequentemente reforça a corrupção, porque aumenta o tamanho e as opções de prêmios para os vitoriosos&#8221;, diz, lembrando que os principais expoentes do modelo ocupam posições nada louváveis no ranking de corrupção da Transparência Internacional: o Brasil está em 73º lugar, a China em 75º e a Rússia em 143º.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.araujosam.net%2F2012%2F01%2Fcapitalismo-de-estado-brasileiro-e-ambiguo-diz-economist%2F&amp;title=Capitalismo%20de%20Estado%20brasileiro%20%C3%A9%20amb%C3%ADguo%2C%20diz%20%26%238216%3BEconomist%26%238217%3B" id="wpa2a_18"><img src="http://www.araujosam.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Gastos de brasileiros no exterior batem recorde em 2011 e chegam a US$ 21,2 bilhões</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil A conta de viagens internacionais, formada pelas receitas de estrangeiros no Brasil e as despesas de brasileiros no exterior, fechou o ano passado negativa em US$ 14,459 bilhões. Esse foi o maior déficit da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em 1947. Em 2010, o resultado também negativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Kelly Oliveira &#8211; Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">A conta de viagens internacionais, formada pelas receitas de estrangeiros no Brasil e as despesas de brasileiros no exterior, fechou o ano passado negativa em US$ 14,459 bilhões. Esse foi o maior déficit da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em 1947. Em 2010, o resultado também negativo ficou em US$ 10,503 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o ano passado, as despesas de brasileiros no exterior chegaram ao recorde de US$ 21,234 bilhões, enquanto as receitas de estrangeiros em viagens ao Brasil ficaram em US$ 6,775 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente no mês de dezembro, o déficit em viagens internacionais ficou em US$ 1,114 bilhão. Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 1,764 bilhão e as receitas de estrangeiros ficaram em US$ 650 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">
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