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Quanto custa criar um novo estado?

Por Sandro Araújo

Imagine a situação: corre o ano de 1985. Você é um empreendedor e resolve estabelecer uma micro-empresa na cidade de Tocantinópolis, Goiás. Para obter a documentação necessária à instalação da empresa é necessária ao menos uma ida à capital do estado. Entre Tocantinópolis e Goiânia a distância a ser percorrida é de 1287km. De carro, no mínimo 16 horas pela rodovia Belém-Brasília. Não é tão simples abrir uma micro-empresa… Noutra situação, um advogado da cidade de Araguaína precisa obter um habeas corpus para um cliente que foi preso. A ida a Goiânia é obrigatória para a obtenção da liberdade do cliente. Deverá percorrer 1140km em pelo menos 13 horas e meia. Isto apenas de ida! Outro colega, da cidade de Araguatins, cujo cliente ficou inconformado com uma decisão judicial desfavorável, precisa ir ao Tribunal de Justiça em Goiânia para acompanhar um recurso judicial. São 1381km a percorrer, boa parte pela mesma Belém-Brasília.

Estes três casos ilustram a realidade vivida pela população do atual estado do Tocantis para exercer direitos simples ligados à cidadania: o acesso à justiça ou mesmo a regularização de uma empresa. Noutros casos, pessoas com graves problemas de saúde também precisavam percorrer distâncias semelhantes à busca de atendimento nos hospitais da capital goiana. Ressalte-se que boa parte dos atendimentos públicos de saúde era disponível apenas na capital.

O Brasil é um país enorme. Mesmo com o desmembramento de Tocantins, ocorrido após a promulgação da atual Constituição Federal, em 1988, o acesso aos serviços públicos citados ainda demanda boa dose de paciência na estrada. Mas hoje o advogado de Araguatins precisa percorrer “apenas” 617km para chegar ao Tribunal de Justiça. Seu colega de Araguaína, 375km. E o empresário de Tocantinópolis, 521km. Em todos os casos, houve a economia de pelo menos 750km.

Quem vive em Santana do Araguaia, cidade do sul do Pará, quase divisa com Tocantins e Mato Grosso, para abrir uma empresa, ter acesso à saúde ou ainda lidar com processos no Tribunal de Justiça do estado, precisa percorrer 1203km. Quem vive em Itaituba, no Oeste do Pará, quase divisa com o Amazonas, percorre 1374km para ir à capital. E o caminho inclui travessia em balsa. Outras cidades, como Novo Progresso, exigem do cidadão o percurso de 1703km até a capital! Detalhe: todas as cidades citadas possuem acesso “facilitado” pelas poucas rodovias federais que cortam o território paraense.

Na esteira da aprovação pelo Congresso Nacional da realização de plebiscitos para a possível criação dos novos estados de Carajás e Tapajós, reportagem divulgada no portal g1 alerta: “Tapajós e Carajás seriam estados inviáveis, calcula economista do Ipea” .  Em resumo, o estudo informa que “os estados do Tapajós e de Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano“. Diz ainda: “Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal” e completa:  “O PIB do Pará em 2008, [...] foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. O estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%.

Tratar a viabilidade ou a inviabilidade da criação de uma nova unidade da federação pela simples comparação do custo de instalação da mesma com o PIB que gera é, no mínimo, desleal. De fato, um das principais motivadores para a criação é exatamente o estímulo ao desenvolvimento da região – o que, por si só, é enorme catalizador e impulsionador ao crescimento do PIB. Dados do IBGE permitem verificar esta afirmação: enquanto o PIB Nacional, a preços correntes, saltou de R$ 1.064.999.712 em 1999 para R$ 3.031.864.490 em 2008, com aumento de 284,7%, no estado do Tocantins o PIB saltou de R$ 3.015.695 para R$ 13.090.837, ou seja, 434%. Daí já se depreende que, pelo “simples” crescimento do PIB, o valor a ser gasto na manutenção de um novo estado, comparativamente ao PIB, tende a decrescer. Aplicada a mesma projeção, digamos, ao futuro estado do Carajás, em dez anos o custo da máquina administrativa em relação ao PIB deveria cair de 23% para 15%. Note-se que, em 1999, Tocantins já contava com 10 anos de instalação: nos anos que se seguiram à emancipação, a taxa de crescimento da economia do estado foi ainda mais vigorosa.

Mais uma vez: não se deve julgar a “viabilidade” de uma nova unidade da federação exclusivamente pelo custo de instalação. A máxima econômica do “Custo x Oportunidade”, talvez aqui mais que noutras situações, é válida. Imagine-se a quantidade de oportunidades que se seguem à criação de uma nova capital, por exemplo. Na década de 1930, Goiânia surgiu e hoje é uma das mais dinâmicas cidades do país. Na década de 1950, iniciou-se a construção de Brasília e a capital nacional é hoje Patrimônio Mundial, abrigando mais de 2 milhões de pessoas: um em cada 100 brasileiros reside no Distrito Federal! Instalada de fato em 1º de janeiro de 1990, Palmas hoje abriga mais de 200 mil pessoas. Se antes os goianos do norte precisavam se deslocar para Goiânia para tudo, inclusive para o acesso ao ensino superior, hoje Palmas conta inclusive com uma Universidade Federal.

Outro aspecto da discussão sobre o custo efetivo da instalação de um novo estado, é sinalizado pelo próprio estudo do IPEA. Se somados os futuros estados de Tapajós e Carajás custariam R$ 5,1 bilhões por ano para funcionar, já arrecadam atualmente R$ 3 bilhões: ou seja, o “complemento” necessário é de R$ 2,1 bilhões. Comparativamente, o que são, hoje, 2 bilhões de reais dentro do Orçamento Geral da União?

O orçamento da união, em 2011, prevê gastos da ordem de R$ 1.287.501.217.949 – quase um trilhão e trezentos bilhões de reais! Outros R$ 678.514.678.262 são previstos para a “rolagem da dívida pública”. Tomando-se por base o estudo do IPEA, o acréscimo de 2,1 bilhões necessários à instalação corresponderiam a 0,16% do orçamento 2011!

O Ministério das Cidades possui previstos para 2011 gastos da ordem de 22 bilhões de reais. O Ministério das Comunicações, por sua vez, tem orçamento de 4,37 bilhões em 2011. As Transferências a Estados, Municípios e ao Distrito Federal, de onde sairiam boa parte dos recursos para a instalação dos novos estados, possuem previsão de 178 bilhões de reais em 2011. Bastariam 1,18% destas transferências para viabilizar a instalação de Carajás e Tapajós!

A criação dos estados é, naturalmente, um jogo de perde-e-ganha. Se a população residente nos novos estados tem muito a ganhar, é de se esperar reação contrária por parte dos residentes no que restará sendo o estado do Pará. De fato, se Carajás e Tapajós forem criados, o Pará verá seu território reduzido a apenas 17% do atual. No caso do Tocantins, Goiás perdeu “apenas” 45% de seu território, conservando a parte mais rica, situada ao sul. Por seu turno, o “novo” Pará ainda permaneceria com 60% da população atual e boa parte do PIB. A perda de território, porém, não parece ser bem “digerida” pelos “novos” paraenses. O próprio governador do estado, Simão Jatene, afirmou ser favorável ao plebiscito, mas sublinhou que a população “deve ter total clareza do que vai escolher e suas reais consequências”.

O IPEA, como órgão vinculado ao Governo Federal, que ficaria com a “conta” da instalação dos novos estados, faz o jogo do “é inviável”, vai ser “caro”, o contribuinte não aguenta mais… Em artigo publicado em sítio dedicado ao estado do Carajás, é possível ver um aspecto curioso sobre a Divisão Territorial no Brasil, especialmente quando da criação do estado do Paraná – hoje um dos mais pujantes do país, o qual, à época e para os burocratas de plantão, era também considerado “inviável”.

A aprovação dos plebiscitos, pelo Congresso Nacional, é um enorme passo para a eventual criação dos novos estados. A população diretamente envolvida será ouvida e poderá, democraticamente, decidir seu futuro. A conta da instalação pode ser alta. Mas os diversos exemplos permitem prever que todos ganharemos: os paraenses, os carajaenses os tapajoenses e o resto do Brasil.

A justificativa do custo, como demonstrado, não pode e não deverá ser óbice à realização do anseio da população.

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  1. Bruno Neres
    9, maio, 2011 em 15:38 | #1

    Será que os moradores do Amazonas que se encontram mais afastados da capital tb não anseiam pela divisão do estado?

  2. gilvaney
    9, maio, 2011 em 17:20 | #2

    Fantastico artigo.

    Carajas ja!

  3. Evandro Nogueira Exposto
    9, maio, 2011 em 18:07 | #3

    Artigo interessantíssimo e muito informativo. A criação de um estado realmente não é inviável do ponto de vista apresentado. Aliás, a justificativa numérica fala por si só e foi muito bem exemplificada. A facilidade, no tocante aos serviços públicos, também é ponto positivo na criação dos novos estados. O grande medo que se apresenta no nascimento desses novos filhos da federação é a possibilidade do aumento da corrupção, com aumento de cargos eletivos e máquinas estatais. Mas isto será um outro problema e não cabe a mim, leigo no assunto, fazer suposições. Sou a favor da criação dos estados, caso a população aprove!

  4. Bruno Neres
    9, maio, 2011 em 18:37 | #4

    Je suis désolé

  5. Sandro Araújo
    9, maio, 2011 em 18:50 | #5

    @Bruno Neres
    É, Bruno, acho que sim. Existem cidades no Amazonas somente acessíveis por barco! Confesso que estive pensando sobre este detalhe que você levantou. Uma explicação: enquanto Manaus possui mais de 51% da população amazonense, Belém possui apenas 18% da população paraense (ou 28% se você considerar a região metropolitana). A região metropolitana de Manaus agrega 61,7% dos amazonenses. Note que no caso do Amazonas há uma concentração absurda próxima a Manaus. O mesmo não ocorre no caso do Pará. Isto explica, mas não justifica a sua “crítica”…

  6. SSSilva
    10, maio, 2011 em 00:08 | #6

    A turma do Amazonas, se não almeja sua divisão, ao menos deveriam. Pois contam-se nos dedos da mão, além de Manaus, as cidades bem estabelecidades daquele estado. Exclui-se aqui, Coaria, na qual só apareceu no mapa nortista, após grossa investida da Petrobrás.

    E outra: tenho certeza que lá o processo seria mais rápido e mais organizado, pois o governo tem tino para a organização e desenvolvimento. Seu melhor exemplo é MANAUS ser uma megalópoli em meio a Igarapés e viadutos. Ao contrário da minha capital Belém, onde seus cartões postais são BUEIROS A CÉU ABERTO, quilômetros de canais medonhos de fedorentos, e bairros e bairros sendo inundados a cada chuva, as quais são diárias.

    • Luis
      20, maio, 2011 em 11:35 | #7

      A principal diferença entre a bela Manaus q vc diz e a porca belém como voce descreve, é exatamente a as pessoas como vc que vai em outras cidades e axa tudo maravilhoso, joga lixo no lixo, vai nos pontos turisticos e gasta dinheiro sem prestar atencao no preço, mas quando volta a belém joga lixo no canal, joga papel no xao, reclama q a Estacao das Docas é coisa de rico….As enchentes de belém so acontecem pq a POPULACAO é PORCA!, as casas sao inundadas pelo proprio lixo q eles jogam. As chuvas sempre aconteceram em Belém, a diferença é que as pessoas estao sujando mais.

      E ainda mais, essas pessoas reclamam tanto de Belém e falam tao bem de outras cidades, mas CONTINUAM AQUI! pq voces nao vao embora? Sabe pq? pq foi esta cidade de BUEIROS A CEU ABERTO que deu emprego, casa, amigos etc… mas as pessoas adoram cuspir no prato q comem

  7. SSSilva
    10, maio, 2011 em 00:15 | #8

    Um belo artigo Sandro Araújo. Parabéns pela elucidação. Já o postei na minha página.

    TAPAJÓS JÁ!

  8. Diego Furtado
    10, maio, 2011 em 11:00 | #9

    Obrigado pelo esclarecimento, agora posso apoiar sem medo a criação dos novos estados.

    Tapajós e Carajas Já!

  9. 10, maio, 2011 em 11:53 | #10

    Boas considerações.
    Reproduzirei em meu blog com os devidos créditos.
    Carajas & Tapajós Já!

  10. marcio
    11, maio, 2011 em 04:02 | #11

    Não entendi essa parte!!

    Outro aspecto da discussão sobre o custo efetivo da instalação de um novo estado, é sinalizado pelo próprio estudo do IPEA. Se somados os futuros estados de Tapajós e Carajás custariam R$ 5,1 bilhões por ano para funcionar, já arrecadam atualmente R$ 3 bilhões: ou seja, o “complemento” necessário é de R$ 2,1 bilhões. Comparativamente, o que são, hoje, 2 bilhões de reais dentro do Orçamento Geral da União?

    então o estado do carajás e tapajós vão utilizar tudo que arrecadam pra custear a divisão?? e o que sobra pra adm??

  11. Sandro Araújo
    11, maio, 2011 em 05:07 | #12

    @marcio

    Márcio, em um novo artigo a ser publicado no meu blog, "Carajás e Tapajós: com quem fica a conta da instalação", este assunto será detalhado. Obrigado pela audiência e participação!

  12. 11, maio, 2011 em 21:47 | #13

    Temos uma solução muito mais barata para o exemplo dado e tão eficiente quanto: criação de novas vajas do TJE/PA, fundação de hospitais regionais e descentralização da Junta Comercial do Estado, que tal?

    • 11, maio, 2011 em 19:06 | #14

      Alan, de fato a oferta de serviços públicos mais eficientes resolve vários dos problemas citados. Lembre-se que a situação proposta foi de 1985. Hoje a internet facilita em muito o acesso do cidadão. Outros problemas, no entanto, sempre exigirão a ida a uma capital. A criação de novas varas no Tribunal de Justiça não resolverão a exigência de envio à instância superior no caso de recursos e habeas corpus. Concordo também com que a simples emancipação de uma região, sem a melhoria na infraestrutura, boa parte dos problemas permanece. Estou falando, por exemplo, de estradas. Aí você me diz: "ah, mas estradas podem ser feitas sem que seja necessário a emancipação". E estará correto. Porém, em qualquer situação, regiões mais remotas sempre serão relegadas a segundo plano pelos governos locais. Até mesmo no estado de São Paulo, o mais rico do país, há movimentos separatistas exatamente nestas regiões mais afastadas. Sou goiano. E posso dar testemunho, como goiano "do sul", que a emancipação do Tocantins foi boa para ambas as partes. Tanto Goiás quanto Tocantins tiveram desenvolvimento maior que o resto do país desde 1988. O mesmo pode ser aplicável ao caso paraense. A ver…

  13. Dorivaldo Albuquerqu
    12, maio, 2011 em 15:26 | #15

    @SSSilva

    Estamos falando de qual Belém meu caro? porque o canal da Souza Franco tem 600 metros e o São Joaquim não é uma vala mas uma igarapé de 5 km resta ainda o Canal da Tamandaré, este sim esgoto a ceu aberto mas, que nem o Tieté, sem solução senão o reordenamento da cidade com demolição dos prédios que o circundam, justamente onde está o patrimonio histórico de Belém: a Cidade Velha.

  14. Dorivaldo Albuquerque
    12, maio, 2011 em 18:17 | #16

    Também deve ser levado em conta a população que habita os pretensos estados. a Amazônia é um vasio demográfico que influencia o o consumo de bens e serviços e o devido retorno dos recursos investidos sob forma de arrecadação tributária. São populações rarefeitas devido, principalmente a insalubridade regional e quando o governo revolucionário pretendeu superar essa deficiência trazendo de outras regiões pessoas com direito e terra e outros beneficios não conseguiu seu intento porque esses desbravadores retornaram as suas teras de origem e ainda perdeu boa parte dos nativos que, ouvindo estórias das terras mais adiantadas se foram aumentando o vasio.
    Não acho que dividir o Pará, ou o Amazonas seja solução para problemas economicos de populações distantes porque isso já foi feito com teritorio paraense (Amapá) e Amazonense (Acre) e não se mudou nada na qualidades de vida desses novos Estados. O único a levar vantagem com essa divisão seria o Pará porque ficaria com o Petróleo, o porto de exportação de minérios a hidroéletrica com eclusas e os municipio mais desenvolvidos, de melhor renda per caita, com melhor infra estrutura (água esgoto, energia, saude e educação). Sobre estradas e Órgãos Públicos mais próximos, etc. acho que seria mais barato fazê-los do que dividir para depois ter que fazer de qualquer maneira porque esses dois estados ficarão encravados dentro da amazônia sem nenhuma fronteira economicamente viavel para suas produções. Não somos contra mas achamos que é um tiro nágua.

  15. Chicória
    14, maio, 2011 em 04:47 | #17

    Moro em Santarém, trabalho no Carajás (Xinguara) e tenho base em Belém…todo mês passo obrigatoriamente pelos 3 cantos deste belo Estado…pelo meu trabalho conheco-o como poucos. Ainda nâo tenho opinião firmada acerca desta questão, acho que muitas outras variáveis deveriam ser consideradas nesta questão e nâo somente a financeira e a diminuicão de distâncias entre os habitantes e sua capital. Mas o tema está em foco e merece ser discutido. Parabéns pelo espaco caro Sandro.

  16. DF
    21, maio, 2011 em 01:09 | #18

    Parabéns Sandro, por este artigo! pois o mesmo veio esclarecer sobre a viabilidade de Carajás e Tapajós. Acho que o povo dessas duas regiões tem todo direito de escolher sobre o que é melhor para seus destinos e os irmãos de Belém devem respeitar essa vontade! Pois a maioria desses cidadãos tanto de Belém quanto da zona metropolitana, não conhecem essas regiões, só sabem que existem por meio da midia. Portanto, o Pará só tem a ganhar com essa divisão, pois as pessoas dessas regiões também precisam se desenvolver como acontece em Belém e zona metropolitana. É só minar esses ladrões que roubaram a ALEPA, que vai sobrar dinheiro para ajudar no custeio de instalação dos novos estados! Que Deus nos ajude.

  17. Igo
    15, agosto, 2011 em 13:00 | #19

    É, porém todos os acontencimentos apontados aconteceram em senários economicamente diferentes do de hoje. Será que vai dar certo mesmo a divisão?

  18. Edilson
    15, novembro, 2011 em 09:40 | #20

    Sandro, seu artigo iluminou dúvidas sob as quais ainda não compreendia. Sei também que não é apenas isto, pois trata-se das propostas no plebiscito para SIM ou NÂO. Acredito ser este tema, apenas a ponta do “iceberg”, pois depois de concedido, outras questões virão, com a criação de órgãos dos respectivos novos governos entre outras. Peço que, se possível, falasse a respeito destas criações; que órgãos deverão ser criados; como ficaria a situação de funcionários estaduais nesta conjuntura, iríam para sua capital de origem, entre outros. Obrigado. É a primeira vez que vejo seu blog. Muito bom mesmo. Edilson de Altamira. Abraços

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