Para o ex-vice-presidente americano, as metas voluntárias do Brasil estimularam outros países
Da revista Época:
O ex-vice-presidente americano Al Gore não acredita que Copenhague produza um tratado definitivo para o clima. Nem acha que as metas propostas pelos países bastam para evitar a catástrofe. Mas se diz otimista. Afirma que os objetivos ficarão mais ambiciosos ano após ano. E considera que o presidente Lula teve papel fundamental para incentivar outros países emergentes a propor planos voluntários de reduções nas emissões de poluentes.
Leia entrevista completa no sítio da revista Época.

