Da Reuters
A China ultrapassou por uma pequena margem a Grã-Bretanha e se tornou a quarta maior economia do mundo, de acordo com os últimos cálculos do Banco Mundial.
O Banco Mundial disse que, de acordo com sua avaliação oficial, a China produziu 2,26 trilhões de dólares em receita no ano de 2005. O valor corresponde a 94 milhões de dólares a mais — ou apenas 0,004 por cento — que a economia britânica.
A China ultrapassou confortavelmente a Grã-Bretanha, no ano passado, tomando-se como base o produto interno bruto de cada país, convertido em dólares norte-americanos, de acordo com as taxas cambiais atuais.
Mas o ranqueamento do Banco Mundial mede o índice nacional de riqueza e o converte ao dólar usando o método “Atlas” de conversão monetária, que atenua as flutuações cambiais ao utilizar uma média de três anos.
O índice nacional de riqueza abrange o produto interno bruto mais a entrada de receita bruta como rendas, lucros e salários do exterior.
Os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha continuam as três maiores economias do mundo, respectivamente, de acordo com o Banco Mundial, que colocou sua lista de 2005 em seu site na Internet (www.worldbank.org).
O Brasil aparece na 14a. posição, com uma receita de 644,133 bilhões de dólares.
Baliza sem esforço
Brasileiro cria mecanismo capaz de fazer um carro estacionar sozinho – com o motorista fora do veículo
Por Luciana Sgarbi – Istoé
Atenção, «bração»! Comemore, «barbeiro». Fazer baliza direito com o seu carro está virando coisa de criança. Em breve, na hora de estacionar o veículo no meio-fio, bastará sair dele e apertar o botão de um controle remoto (do tamanho de um isqueiro Zippo) para que o automóvel faça a baliza sozinho – a lataria do seu carro e a dos carros vizinhos agradecem. A baliza automática foi desenvolvida pelo engenheiro mecânico Sadek Alfaro, da Universidade de Brasília, para ajudar sobretudo os motoristas que são portadores de deficiências físicas – e não os ruins de volante. Mas a sua praticidade e o seu baixo custo certamente conquistarão montadoras e condutores em geral.
Para desenvolver essa tecnologia, Alfaro se valeu de uma placa de circuito eletrônico que integra freio, embreagem, volante e acelerador. Nas laterais do carro, sensores inteligentes calculam o espaço e os obstáculos, passam essas informações para um computador interno e assim são processados os ajustes necessários para que o carro mude a marcha, acelere ou desacelere e estacione na vaga desejada. «Para baratear o equipamento, testei sensores de ultra-som em vez de laser, e deu certo», disse ele a ISTOÉ. A troca do laser pelo sensor de ultra-som fez o custo do equipamento despencar de R$ 25 mil para R$ 2,5 mil. Esse circuito eletrônico será testado já no final deste ano, e nessa fase final de ajustes o engenheiro se concentra em deixar o computador de bordo o mais compacto possível para que possa ser encaixado nos painéis de quaisquer veículos. Enquanto a invenção não chega ao mercado, existem outras opções (não tão baratas) para os que buscam o mínimo esforço na hora de estacionar. O carro Prius, da Toyota, é munido, por exemplo, de um equipamento que consegue «escanear» a fila de carros estacionados na rua para encontrar uma vaga que lhe seja adequada. Funciona com energia elétrica e utiliza laser. O seu computador de bordo, com sistema de navegação com DVD, ainda se comunica com satélites para encontrar um determinado endereço, auxiliando o motorista a chegar ao seu destino. O custo de tanto conforto gira em torno de R$ 60 mil. Também a famosa marca francesa Citroën entrou na nova era das balizas automáticas e montou o protótipo C3 City Park que controla a distância entre os veículos já estacionados e informa ao motorista a possibilidade de manobra, funcionado como um co-piloto. A Citroën não disponibilizou o custo comercial do carro, mas sabe-se que esse modelo C3, sem a tecnologia especial para estacionar, custa aproximadamente R$ 40 mil.
Fernando e sua ex-mulher Rosane tentam se eleger para a Câmara dos Deputados e voltar a Brasília
Por Hugo Marques – Istoé
Depois de terminarem um matrimônio de 21 anos, Rosane e Fernando Collor agora também são adversários na política. Pronta a se lançar deputada federal por Alagoas, a ex-primeira-dama anda espalhando de Maceió a Canapi, terra onde sua família detém um curral eleitoral de cerca de 20 mil votos, que é capaz de botar o ex-marido na cadeia se ele tentar atrapalhar seus planos eleitorais. E mostra estar disposta a fazer muitas provocações mais. A primeira foi espalhar pelo Estado outdoors com sua própria foto e os dizeres Rosane 2006. Com um detalhe: nas cores do maior adversário de Fernando, o ex-governador Ronaldo Lessa. O ex-presidente, por seu turno, finge que não é com ele. Depois de arrebatar 419 mil votos na última eleição para o governo de Alagoas, Collor calcula ter cacife suficiente para se eleger senador e, até mesmo, governador. Para tomar sua decisão, precisava saber se Lessa, que enfrenta processo por uso da máquina administrativa, terá condições legais de concorrer. Se o ex-governador entrar na disputa, Collor já tem tudo preparado para tentar voltar a Brasília. Na condição de deputado federal pelo desconhecido PRTB.
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Do Portal Terra
A Justiça do RS negou pedido de assistência jurídica gratuita a casal baseado em fotos exibidas no site de relacionamentos Orkut que mostram os dois em viagem à Europa. A desembargadora Elaine Harzheim Macedo concluiu que a situação financeira dos dois não é verdadeira pois "quem passa por dificuldades financeiras, evidentemente, não tem condições de efetuar viagens ao Velho Continente anualmente, consoante demonstram as fotos obtidas no saite (sic) www.orkut.com em cidades como Veneza, em junho de 2005 e 2006, e Paris em junho de 2005", segundo texto da decisão.
A decisão do Tribunal de Justiça do RS de negar assistência jurídica gratuita permite que o processo existente contra o dois por dívida relativa a um apartamento triplex, comprado de uma imobiliária em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, volte a tramitar.
Se o pedido de assistência jurídica gratuita fosse aceito, a imobiliária que briga na justiça para ter a dívida paga teria que arcar com os custos.