G20 faz contraproposta para subsídios

O G20, o grupo de países emergentes do qual o Brasil faz parte, apresentou nesta quarta-feira, em Genebra, uma contraproposta às ofertas de corte de subsídios agrícolas feitas pelos Estados Unidos e União Européia (UE).
(BBC Brasil)

A proposta prevê cortes de 80% dos subsídios dados pelos países da União Européia a seus agricultores e de 75% dos dados pelos Estados Unidos aos seus.
Se a alternativa apresentada pelo G20 for aceita, os Estados Unidos só poderão conceder US$ 11 bilhões em subsídios, e os países da UE, US$ 22 bilhões.
No caso das tarifas de importação, o G20 sugeriu uma redução de 54% das taxas aduaneiras cobradas pelos países ricos dos produtores agrícolas.
“Queremos que a rodada de negociações da OMC (Organização Mundial do Comércio) gere cortes reais e um resultado ambicioso”, disse o Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, nesta quarta-feira em Genebra.

UE X EUA
Na reunião na Suíça, representantes do G20, da UE e dos Estados Unidos tentaram avançar nas negociações tendo em vista a reunião ministerial da OMC que se realiza em dezembro em Hong Kong, na qual os 148 membros da organização devem aprovar medidas para implementar a chamada Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial.
Mas o encontro em Genebra terminou sem que uma proposta tenha aprovada por todos os presentes.
O representantes de comércio dos Estados Unidos, Rob Portman, criticou nesta quarta-feira a oferta de cortes de subsídios apresentada pela UE, dizendo que ela é insuficiente.
Na segunda-feira, Portman disse que os Estados Unidos estavam dispostos a reduzir seus subsídios agrícolas em 60%, mas apenas se a UE e o Japão reduzissem os seus em cerca de 80%.
Por sua vez, durante os três dias de reunião, a UE aceitou implementar um corte de 60% nos subsídios. O comissário de comércio da União Européia, Peter Mandelson, também teria proposto reduzir as tarifas de importação em, em média, 24,5%.

O futuro das ferramentas de produtividade: a Web

A cada dia novas ferramentas têm surgido na Internet. Uma provável tendência será a criação de ferramentas de produtividade (leia-se “Office”) baseadas na rede mundial. Estas ferramentas incluiriam editor de textos, planilhas de cálculos, ferramentas para apresentação e outros. Os grandes concorrentes no mercado “desktop” são o Microsoft Office e o Openoffice/Staroffice. Muitas ferramentas já estão disponíveis na net para acesso gratuito.
É certo que ainda deverá levar um tempo razoável para que estas ferramentas cheguem a uma maturidade que permita uma ampla utilização. No entanto, Microsoft e Sun já anunciaram mais de uma vez a intenção de lançar ferramentas acessíveis via internet - especialmente quando se pensou que a tendência da internet seria o acesso via televisores, por exemplo.
O surgimento de novas tecnologias, ou a inventividade dos desenvolvedores, tem tornado a cada dia mais possível a oferta de novas ferramentas. Algumas delas baseadas em javascript, outras em java, ajax, flash e flex (estes dois últimos da Macromedia).
O acesso a uma ferramenta de produtividade via internet tem uma vantagem incontestável: imagine ter um repositório de arquivos acessível a partir de qualquer computador do mundo, através de um “web browser” moderno? Você pode estar em casa, no escritório, no aeroporto, em uma “lan house”… Utilizando-se de uma senha, teria acesso aos seus documentos, podendo alterá-los, imprimí-los… Tudo sem a necessidade de instalação de um produto sequer. Este dia está chegando!
Segue uma lista de produtos já existentes no mercado:

  • called S5 - Editor de apresentações via web.
  • FCKeditor - Um editor de textos “open source”, reproduz a maioria das funcionalidades do Microsoft Word. Arquivos em formato HTML.
  • gOFFICE - Um pacote mais completo: contém editor de textos, planilha de cálculos, ferramenta para apresentação e editoração eletrônica.
  • Kiko - Um calendário baseado na web.
  • Num Sum - Planilhas de cálculos. Permite o compartilhamento entre os diversos usuários.
  • Openomy - Respositório “online” de arquivos.
  • thinkfree - Outro pacote completo, baseado em Java.
  • Webnote - Versão web do Microsoft OneNote.
  • Writely - Um editor de textos baseados na internet. Permite a importação/exportação de documentos para o Microsoft Word.
  • Zimbra - Outro pacote de ferramentas para colaboração.

Europa propõe cortar 70% de seus subsídios agrícolas

A União Européia (UE) revelou nesta segunda-feira uma proposta de eliminar 70% dos subsídios agrícolas domésticos, em um esforço para solucionar o impasse nas negociações internacionais na Organização Mundial do Comércio (OMC).
(BBC Brasil)

O comissário europeu para o Comércio, Peter Mandelson, disse num comunicado que já chegou o momento de tomar decisões.
Antes do anúncio da UE, os Estados Unidos propuseram cortar em 60% seus subsídios agrícolas aos produtores rurais.
Washington disse que a Europa e o Japão tinham que acompanhar a sua decisão eliminando 80% de seus subsídios, já que eles são maiores que os oferecidos pelo governo americano.
“Iremos mais longe que os Estados Unidos”, respondeu Mandelson. “A Europa está pronta e disposta”, complementou o comissário europeu.
A oferta de corte de 70% dos subsídios é um avanço de cinco pontos percentuais com relação à proposta anterior da UE.
Em artigo publicado nesta segunda-feira pelo diário britânico Financial Times, o representante de Comércio americano, Robert Portman, propôs a eventual eliminação dos subsídios que, segundo ele, «distorcem o comércio mundial», e o fim da taxação de importações agrícolas.
“Os Estados Unidos estão prontos para tomar duras decisões na agricultura, mas não podemos fazê-lo sozinhos. Serão necessárias sérias contribuições e participação intensa de todos os membros”, disse Portman.
A publicação do texto coincidiu com o início de uma reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Zurique, que tenta reavivar as discussões internacionais sobre redução de barreiras comerciais.

Questão sensível
A questão da agricultura é a área mais sensível nas negociações da OMC.
Portman sugere um processo de dois estágios que eliminaria eventualmente as taxações de importações de produtos agrícolas e o que ele chama de subsídios que distorcem o comércio.
Para a OMC, os subsídios ligados à quantidade produzida são considerados como fatores de distorção do comércio.
Os pagamentos que complementam a renda dos produtores rurais independentemente do que eles produzem são considerados menos como distorções.
De acordo com o analista econômico da BBC Andrew Walker, muito do que Portman propõe poderia possivelmente ser feito alterando a natureza dos pagamentos de subsídios ao invés de eliminá-los.
Os subsídios têm sido o principal obstáculo para a conclusão da chamada Rodada de Doha das negociações da OMC. Os 148 países-membros esperam conseguir concluir um novo acordo internacional de comércio numa reunião em Hong Kong, em dezembro.

Brasil é nono em ‘ranking da felicidade’ (BBC Brasil)

O Brasil é o nono país «mais feliz» entre os 30 que fizeram parte de um levantamento do instituto britânico de pesquisa de mercado GfK NOP, considerado um dos mais importantes no ramo.
Segundo o levantamento, o país com a população mais feliz de todos é a Austrália, seguido de Estados Unidos, Egito, Índia, Reino Unido e Canadá.
A pesquisa, realizada anualmente, entrevistou 30 mil pessoas, de 13 anos ou mais, em 30 países nos cinco continentes – as entrevistas foram feitas entre dezembro de 2004 a fevereiro de 2005.

Para internautas do Orkut, NÃO terá 62% dos votos no plebiscito

No próximo dia 23 de outubro a população brasileira irá, em plebiscito, decidir sobre a proibição ou não à venda de armas e munições no território nacional. Diversos setores da sociedade brasileira têm se movimentado ao promover campanhas pró e contra o que se convencionou chamar de “desarmamento”. Se depender dos internautas cadastrados no Orkut, provavelmente o “NãO” será a opção vencedora.
Mais um dos fenômenos da Internet, o Orkut foi criado por um funcionário da gigante Google, Orkut Büyükkökten, é um dos primeiros e certamente o mais exitoso sítio de relacionamentos da Internet. Curiosamente, o Orkut fez um sucesso estrondoso no Brasil: em poucas semanas a comunidade brasileira ultrapassou a estado-unidense e atualmente corresponde a 75% do total de usuários do Orkut. Devido à demora no acesso ao sítio e às constantes falhas verificadas no mesmo, houve quem sugerisse que tal problema devia-se a um “boicote” do Orkut aos usuários brasileiros. Resultado: muitos usuários brasileiros declaram outra nacionalidade ao Orkut - o que leva a crer que o número de brasileiros seja ainda maior.
Voltando ao desarmamento. Existem pelo menos 655 comunidades no Orkut com a palavra “desarmamento” no seu título. Destas, as duas maiores são: “Não ao Desarmamento”, com 65588 membros e “Sim ao Desarmamento”, com 49157 membros. Uma pesquisa com as 30 maiores comunidades ligadas ao tema leva à conclusão: o número de usuários filiados àquelas manifestamente “contra o desarmamento” totaliza 117255 membros enquanto os usuários filiados a comunidades manifestamente “a favor do desarmamento” totalizam 71912.

De um total de 189167 internautas, cerca de 62% votaria “NãO” no plebiscito de 23 de outubro.

É preciso no entanto analisar com cautela os números apresentados. A simples afiliação de um usuário a uma comunidade no Orkut não quer dizer necessariamente que o mesmo seja a favor ou contra as idéias pregadas pela mesma. Existem inclusive comunidades que exigem a filiação de uma pessoa para que a mesma possa enviar mensagens em seus fóruns. Assim, é provável que pessoas a favor do desarmamento entrem em comunidades contra o mesmo para poderem manifestar suas opiniões - e vice-versa. Porém, é fato que o número de pessoas que concordam com os pontos de vista de uma determinada comunidade seja superior ao número daqueles que discordam. E a explicação é simples: é normal que as pessoas procurem pessoas que compartilhem as suas opiniões…
Particularmente sou CONTRA o desarmamento. Ou como preferem os puristas, sou CONTRA a proibição da venda de armas e munições. Por um motivo muito simples: a proibição será inócua quanto àqueles que já compram armas no mercado negro. E este mercado negro certamente permanecerá. O que precisamos, digo, é aumentar a fiscalização nas fronteiras para impedir o descaminho e o contrabando de armas. Internamente, é necessário aumentar a fiscalização para impedir a venda não registrada de armas e munições.

Sou da paz. Mas resguardo-me o direito de me defender - como e quando for o caso.

Aconteceu de novo… Em Bali.

Aconteceu de novo.

Existe um senso comum de que somente quando certos episódios acontecem próximos da gente é que sentimos verdadeiramente na pele suas conseqüências. A rotina de ataques terroristas em todo o mundo tem sido uma realidade distante para a maioria dos brasileiros. Foram ataques em Nova Iorque, em Londres, em Madri… O de Londres acabou vitimando por tabela um inocente: o brasileiro Jean, imigrante na Inglaterra morto pela polícia ao ser confundido com um terrorista. Este 1º de outubro entra para a história como mais um dia de explosões, morte e indignação - em Bali, ilha paradisíaca na Indonésia.

Em 12 de outubro de 2002 outro ataque terrorista marcou para sempre a até então paradisíaca e pacata Bali: uma potente explosão em uma das principais casas noturnas de Kuta vitimou mais de 200 pessoas (dentre as quais 2 brasileiros). O ataque deste sábado ocorre a menos de 2 semanas do 3º aniversário do primeiro ataque. Desta vez, ao contrário de uma foram explodidas três bombas, uma delas novamente em Kuta e duas outras em outra praia denominada Jimbaram, famosa por restaurantes onde casais apaixonados costumam jantar. Há confirmação de 26 mortos e cerca de 100 feridos. O número de vítimas fatais, entretanto, tende a aumentar.

Os ataques perpetrados lembram os desferidos em Londres e em Madri: foram três explosões praticamente no mesmo horário: 8 da noite, hora local. Investigações dão conta da participação de terroristas suicidas que, carregando mochilas-bomba denonaram-nas. Para aumentar a letalidade das bombas, as mesmas possuíam bolas de aço - após a detonação são espalhadas em todas as direções. É difícil, quase impossível, entender o que se passa na cabeça de um terrorista. Especialmente o suicida: ele põe fim à própria vida, em nome de uma causa. Nós ocidentais nunca entendemos os famosos “kamikaze”, pilotos japoneses que catapultavam seus aviões contra embarcações norte-americanas durante a segunda guerra mundial - causando danos e mortes mas pondo fim à própria vida.

Em nome de uma causa, os terroristas suicidas acabam por atingir vítimas inocentes, cujo único “pecado” ou erro foi ter estado no lugar errado e na hora errada. Kuta, por exemplo, é a mais famosa, mais conhecida e a mais tempo freqüentada praia da Ilha de Bali. É literalmente impossível ir a Bali sem ir à Praia de Kuta e ao seu Centro Comercial. A praia de Jimbaram, como citado, é outro ponto que atrai bastante turistas naquela ilha. Em minha última viagem a Bali estive nos dois lugares. Infelizmente eu poderia ter sido uma das vítimas inocentes deste 1º de outubro. Conversar com um muçulmano, entretanto, permite uma constatação: para eles, ao invadirem o Iraque e lançarem bombas sobre a população civil, os norte-americanos praticam atos de terrorismo, matando inocentes. O mesmo teria ocorrido no Afeganistão. A Austrália apoiou as duas missões (ou invasões), mantém tropas e recentemente prometeu o envio de mais tropas ao Oriente Médio. O maior contingente de turistas em Bali é australiano: vai-se da Austrália para Bali em menos de duas horas de vôo. Ainda não aconteceram atos terroristas na Austrália. Mas no ataque à discoteca em Bali em 2002 mais de uma centena de jovens australianos perdeu a vida. Nos ataques deste sábado pelo menos três das vítimas eram australianas. A Espanha apoiou a invasão do Iraque: os ataques em Madri foram decisivos para a vitória de Zapatero e a retirada das tropas espanholas do país árabe. A Inglaterra é parceiro número um dos Estados Unidos na “luta contra o terrorismo”: os ataques em Londres ocorreram em julho deste ano. Quem será o próximo?

É realmente difícil dizer quem é o “bonzinho” na história. Os ataques terroristas são totalmente reprováveis. Se a invasão do Iraque, visando derrubar um ditador seria defensável, a mesma deveria ter sido precedida de uma aprovação pela ONU. Tal como ocorreu, tratou-se de uma invasão de uma nação soberana por outras. Ao atacar a população civil, a “coalizão” pratica sim atos de terrorismo. Ou ao menos comparáveis a terrorismo: tratam-se igualmente de cidadãos inocentes! Nos dois únicos episódios onde foram detonadas bombas atômicas com fins de ataque, milhares de cidadãos japoneses perderam a sua vida nas cidades de Hiroshima e Nagasaki. O país já estava com a sua capacidade bélica totalmente comprometida e teria se rendido com ou sem a bomba de Hiroshima. Quanto à de Nagasaki, no entanto, não há nada que justificasse o seu detonamento. Os cidadãos japoneses mortos no episódio eram igualmente vítimas inocentes. Teria sido um ato terrorista?

Para finalizar, um comentário: é certo que é próximo o 3º aniversário do ataque à discoteca em Bali mas a escolha deste 1º de outubro parece ter visado muito mais desestabilizar o governo do presidente Susilo Yudhoyono que qualquer outra coisa. Em outro artigo neste blog eu já havia citado a escalada de protestos no país e que vem ocorrendo desde o anúncio pelo governo da retirada de subsídios aos combustíveis. Tal retirada entrou em vigor em 1º de outubro: e os combustíveis em média dobraram de preço. Citei ainda que numa outra oportunidade o aumento de preços de combustíveis teria sido fator decisivo na derrubada do ex-ditador Suharto. O presidente Susilo é muçulmano. Em que pese seja um General criado durante a ditadura Suharto é um presidente eleito democraticamente, nas primeiras eleições indonésias, e é considerado um moderado.

Termino com um trecho de interessante matéria do sítio da Televisão Aljazeera:

Some have speculated the attacks could have come from others seeking to destabilise Susilo's presidency or those upset with massive fuel price increases his government pushed through days ago.

"Há especulações de que os ataques teriam vindo de outros visando desestabilizar a presidência de Susilo ou outros desapontados com o grande aumento nos preços dos combustíveis que o governo realizou dias atrás".

Indonésia aumenta petróleo em mais de 100%

Confirmando a previsão anterior, o governo da Indonésia promoveu neste sábado, 1 de outubro, um aumento no preço do petróleo. Entretanto, a expectativa original de aumento, 60%, mostrou-se bastante abaixo do aumento real: o querosene, bastante usado pela população para cozinhar, teve um aumento de 186%. A gasolina foi acrescida em 87,5% e o óleo diesel em cerca de 107%. Antes mesmo do anúncio do aumento o governo já vinha convivendo com uma série de protestos em todo o país. Para tentar minimizar o impacto do aumento na parcela mais pobre da população, no entanto, o governo anunciou que iniciará um programa de concessão direta de dinheiro para as 15 milhões de famíilias mais pobres - similar ao antigo vale-gás do governo do Brasil.

Agudás, um pedaço do Brasil no Benin

 
Eles não falam português, mas quando estão juntos trocam o bonjour (francês é a língua oficial do Benin) por bom dia. Nos dias de festa, cantam músicas em português. Ao receberem convidados em casa, preparam o que chamam de feijoadá ou kousido.
 
Representando entre 5% e 10% da população do Benin, um minúsculo país da costa ocidental africana, os agudás, descendentes de escravos ou comerciantes baianos que emigraram para o Golfo do Benin no século 18, guardam ainda, com muito orgulho, traços que os ligam ao Brasil, terra de seus ancestrais.
 
Estes dois parágrafos são a introdução de uma interessante matéria sobre estes desconhecidos descendentes brasileiros na África. Ela é integrante de uma extensa série produzida pela BBC: Agudás - o Brasil no Benin - vale muito a pena lê-la! Chamou-me especial atenção saber que nada menos de 5% da população daquele país é composto de descendentes brasileiros.
 
Destino de imigrantes de diversos países (especialmente italianos, alemães, japoneses, poloneses, ucranianos…), o Brasil recentemente tem sido um "exportador" de pessoas. Dentre os destinos preferenciais verificam-se os Estados Unidos e a Inglaterra. Curioso é saber que uma leva substancial de brasileiros teria migrado para Benin no século 18 e estes ainda hoje guardam o vínculo com o país de origem. O mesmo se verifica quando se olham as comunidades japonesas, italianas, polonesas, ucranianas ou alemãs no Brasil - veja-se o caso do Bairro da Liberdade em São Paulo.
 
Uma curiosidade interessante: outro país africano, a Libéria, foi "criado" a partir da volta de ex-escravos oriundos dos Estados Unidos. A capital da Libéria, Monróvia, deve este nome ao antigo presidente dos EUA, James Monroe. Situada no oeste da África, é a mais antiga república africana. Porém uma longa guerra civil iniciada nos anos 1990 destruiu completamente o país. Atualmente uma Missão da ONU procura estabilizar o país.